Gibsons Elementary, Gibsons, BC. KMBR Architects Planners Inc. Crédito da foto: Ed White Photographics. Imagem cortesia de naturallywood.com
Como o design escolar influencia o processo de ensino e aprendizagem? Compreender as tendências e metodologias atuais de design educacional é fundamental para projetar espaços saudáveis para que estudantes desenvolvam suas capacidades sociais e acadêmicas.
Ao analisar a evolução do projeto de escolas ao longo do tempo, percebe-se que cada período apresenta seus próprios desafios e preferências. Hoje, o principal desafio no design escolar é criar espaços capazes de integrar ambientes de aprendizagem abertos que incorporem a diversidade de espaços de ensino, a interação social e a sustentabilidade.
O setor da arquitetura parece estar constantemente em busca de novos materiais e metodologias que incorporem melhor a sustentabilidade. Um material que resistiu ao teste do tempo, ao mesmo tempo em que encontrou espaço para a inovação, é a madeira. Nesse contexto, a Colúmbia Britânica (Canadá) se destaca como uma das maiores exportadoras mundiais de produtos de madeira e tem aplicado com sucesso uma série de estratégias para maximizar seu uso no design sustentável. Um exemplo notável, que será explorado neste artigo, é o uso da madeira em escolas.
A audição – um dos cinco sentidos do corpo humano – possibilita nossa interação com o som, um fator crucial para a comunicação diária e muito mais. É comum ouvirmos que um determinado lugar é barulhento, mas qual é exatamente a definição de barulho? Caracterizados por situações com sons indesejados que interferem nas atividades cotidianas, os ambientes ruidosos também têm o potencial de afetar negativamente o desenvolvimento da sociedade.
O som é medido em decibéis (dB), e o ser humano é capaz de suportar um nível médio máximo de ruído de 85 dB sem correr o risco de sofrer danos auditivos. Enquanto uma conversa costuma flutuar entre 60 e 70 dB, de acordo com a Federal Occupational Safety and Health Administration (Administração Federal de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA), profissionais em um canteiro de obras ficam expostos a uma média de 90 dB durante períodos de oito horas.
A Acoustical Surfaces, empresa especializada em controle de ruído, desenvolveu um guia de produtos para minimizar a transmissão de som, promovendo, assim, estilos de vida mais saudáveis.
Os museus desempenham um papel fundamental na preservação das culturas locais, na promoção de uma melhor compreensão de nosso patrimônio coletivo e no estímulo ao diálogo, à curiosidade e à autorreflexão. Nos últimos anos — e em grande parte impulsionados pela pandemia de Covid-19 —, os avanços tecnológicos permitiram que pessoas de todo o mundo visitassem exposições virtualmente, a qualquer momento e no conforto de suas casas. Contudo, embora as visitas virtuais sejam uma ótima maneira de ampliar a acessibilidade, a experiência presencial em um museu tem algo de atemporal: a oportunidade de testemunhar, contemplar e admirar de perto artefatos, pinturas e esculturas em sua forma real, além da chance de vivenciar a atmosfera e a essência únicas de um espaço tradicional. Ver a Mona Lisa virtualmente, por exemplo, jamais se comparará a apreciá-la pessoalmente no Louvre.
Os painéis de parede Rockfon Canva em vários tons de verde e azul criam uma atmosfera harmoniosa nas paredes do escritório – e a melhor acústica. Imagem cortesia de Rockfon
Mesmo para quem nunca se aprofundou nos detalhes da acústica de uma edificação, é indiscutível que muitas reuniões ou conversas informais já foram facilitadas pelas soluções de absorção sonora da Rockfon. Elas podem ter revestido de forma invisível o teto acima de você em formato de forro modulado ou integrado de maneira fluida as paredes brancas ao seu redor. Rockfon – parte do Rockwool Group – é especializada em eliminar a reverberação acústica com produtos de absorção sonora feitos de lã de rocha natural. Esses produtos integram a própria essência de nossos espaços públicos – escritórios, escolas, restaurantes e bibliotecas – há mais de 60 anos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134787/guiando-pela-visao-nao-pelo-som-a-imagem-em-transformacao-do-design-acusticoEmma Moore
Espelhos, módulos, teclas - centenas de elementos individuais da JUNG passaram com sucesso pelo processo de certificação Cradle to Cradle. As séries LS 990, LS CUBE, AS 500, A 550, A FLOW, A CREATION da JUNG em branco agora possuem certificação Cradle to Cradle. Imagem cortesia de JUNG
Anualmente, apenas 13% dos resíduos gerados pela humanidade são reciclados, mas para onde vão os 87% restantes? A combinação de diferentes tipos de resíduos está preenchendo gradualmente os oceanos e aterros sanitários do planeta, causando um impacto negativo na fauna, no meio ambiente e na saúde humana. Entre as grandes quantidades de resíduos sólidos produzidos nas cidades desenvolvidas, os aparelhos eletrônicos descartados são um exemplo claro de como os materiais podem ser gerenciados de forma eficiente após o término de seu ciclo de vida. Compreender o comportamento desses materiais e recursos antes, durante e depois de sua vida útil tem norteado a busca por novas soluções, como a metodologia Cradle to Cradle (C2C).
O C2C propõe o desenvolvimento de produtos ou processos que funcionem como um sistema ecológico saudável, no qual os recursos são gerenciados de forma eficiente e cíclica. Ao aplicar essa metodologia a componentes elétricos, a JUNG desenvolveu estratégias de design circular para seus interruptores e tomadas mais utilizados em tecnologias prediais convencionais e inteligentes, permitindo que sejam desmontados e reutilizados quando o produto não estiver mais apto para o uso.
Colaboração robótica. Imagem cortesia de ETH Zurich
Os espaços digitais e a tecnologia de fabricação tornaram-se mais proeminentes do que nunca no cenário atual de nossa sociedade pós-pandemia, tornando-se cada vez mais acessíveis e permitindo processos rápidos e espontâneos de iteração e evolução. Essas tecnologias resultaram na capacidade de produzir em massa componentes de construção não padronizados e altamente diferenciados na mesma instalação de sua contraparte padronizada, transformando a maneira como os edifícios e seus respectivos componentes são concebidos, projetados e representados, bem como fabricados, montados e produzidos.
A beleza da fabricação digital está em sua capacidade de mesclar aspectos da produção em massa e artesanal a ponto de os custos praticamente desaparecerem. A capacidade da tecnologia de fabricar de maneira tão simples e quase contínua levanta questões sobre seu potencial de alterar significativamente nossa percepção atual da arquitetura, gerando o seguinte questionamento: a influência da produção em massa na arquitetura resultou na perda de intencionalidade no projeto?
O processo de descentralização em curso no Chile é uma das grandes transformações sociais e estruturais do sistema político de um país que se caracterizou por ter uma cultura predominantemente centralista. Em maio de 2021, com a eleição democrática dos Governadores Regionais, o Chile avançou em direção a esse objetivo, pois a verdadeira descentralização ocorre ao transferir a capacidade de tomada de decisão para os territórios, redistribuindo o poder do governo central para as regiões.
Para contribuir para uma descentralização bem-sucedida e fortalecer os governos regionais, surge a Matriz de Bem-Estar Humano Territorial (MBHT), desenvolvida pelo Centro de Inteligência Territorial do Design Lab da Universidad Adolfo Ibáñez (CIT.UAI.CL), no âmbito do “Programa Nacional de Fortalecimento de Capacidades Regionais” conduzido pela Subsecretaria de Desenvolvimento Regional e Administrativo (Subdere).
Essa ferramenta dota as instâncias decisórias de melhores capacidades, uma vez que compara diversas zonas, identifica padrões, problemáticas e oportunidades para conectar soluções de maneira eficaz, além de identificar as disparidades e desequilíbrios que devem ser superados.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134789/matriz-de-bem-estar-humano-territorial-uma-ferramenta-para-melhorar-a-qualidade-de-vidaMarco Gatica M.
No que diz respeito à Covid, 2022 tende a se parecer mais com 1920 do que com 2020 ou 2021. “Mudar ou morrer” é um clichê, mas muitas vezes verdadeiro. Os últimos dois anos de pandemia forçaram diversas mudanças na sociedade que podem ter ajudado a evitar muitas mortes. No entanto, muitos outros aspectos da nossa cultura já vinham se transformando em movimentos anteriores à pandemia — transições graduais que, com a chegada da Covid, tornaram-se instantâneas e onipresentes: o trabalho remoto, o ensino a distância, a dominância do comércio eletrônico, o declínio do varejo físico e o foco obsessivo na saúde e no bem-estar. Tudo isso, e muito mais, agora faz parte fundamental do nosso cotidiano.
Villa Domy por LUCY LAGO's studio. Imagem cortesia de LUCY LAGO's studio
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca vilas privadas enviadas pela comunidade do ArchDaily. De um refúgio mediterrâneo na Grécia a uma residência individual no Irã, esta seleção de projetos não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas projetam vilas privadas que unem contextualização e funcionalidade em estruturas que promovem conforto, privacidade e conexão com a natureza. O artigo inclui projetos da Indonésia, Grécia, Irã e Jordânia.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que se aprofunda em publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80, que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.
Após uma pausa em 2022, o canal retornou com o capítulo 19, intitulado “Sempre Jovem”. O episódio aborda Ettore Sottsass Jr. e como ele, aos 62 anos — quando o restante dos mortais estaria pensando na aposentadoria —, fundou, junto a quatro jovens na casa dos vinte anos, um estúdio que mudaria a história do design.
Hoje em dia, a reutilização e a adaptação de recursos espaciais existentes são vistas em todo o mundo como uma contribuição importante para o desenvolvimento sustentável e, com isso, surgem novos desafios às margens das tarefas clássicas da construção, impulsionados pela mudança na avaliação entre preservar ou demolir. Os projetos de Xu Tiantian nas pedreiras de Jinyun combinam aspectos de planejamento paisagístico, design de interiores, instalações artísticas e planejamento social com a revitalização econômica da área rural. Dessa forma, uma paisagem degradada e explorada torna-se um ponto de partida onde uma nova coexistência sustentável pode se vincular à narrativa histórica do lugar.
Kinetic Cities, cortesia de RMA Architects. Imagem cortesia de RMA Architects
Rahul Mehrotra é um urbanista, educador e sócio-fundador do escritório Rahul Mehrotra Architects (RMA Architects), com sedes em Mumbai e Boston. Por toda a Índia, Mehrotra projetou trabalhos que variam de planos diretores a casas de veraneio, fábricas, instituições sociais e edifícios de escritórios. Ao longo de décadas, sua atuação no ativismo urbano culminou na fundação da Architecture Foundation do escritório, que se concentra em criar uma “consciência sobre a arquitetura na Índia” por meio de pesquisas, publicações, exposições e um diálogo público inclusivo em torno da ética e dos valores arquitetônicos.
Cappadocia Spa Hotel por GAD ARCHITECTURE. Imagem cortesia de GAD ARCHITECTURE
Ao oferecer acomodação de curta permanência para viajantes, os hotéis representam um dos principais pilares do setor de hotelaria. Frequentemente, buscam criar um ambiente sereno, isolado do ritmo acelerado da vida urbana, sem deixar de representar a identidade local. Os hotéis-boutique constituem um subsegmento em ascensão no design hoteleiro. Trata-se de hotéis de pequeno porte, geralmente com 10 a 100 quartos e um design de interiores meticulosamente selecionado, que proporcionam uma experiência memorável aos seus hóspedes. De reformas históricas a hotéis contemporâneos construídos do zero, os projetos hoteleiros oferecem uma grande oportunidade para que arquitetos e arquitetas criem ambientes singulares voltados ao lazer e ao relaxamento.
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados nas florestas de Portugal, na costa da ilha grega de Creta ou nos desertos do Egito, esta seleção de projetos não construídos demonstra como as equipes de projeto respondem às condições locais para criar propostas que atendem às necessidades de turistas e viajantes.
Qual é o propósito do planejamento estratégico? Por que nós, como proprietários/as de escritórios, deveríamos nos importar e qual é a função desse esforço? Talvez possamos começar a responder a essa pergunta definindo o que é estratégia. De forma simples, estratégia é um conjunto de ações direcionadas a objetivos que uma empresa pode adotar para obter e sustentar uma vantagem competitiva. Uma vantagem competitiva, no entanto, é sempre relativa. Ela define a melhor maneira de uma empresa criar valor para seus públicos de interesse internos e externos (stakeholders). A relatividade é fundamental. Na prática, na profissão e nos negócios da arquitetura, não existem vantagens absolutas. Para parafrasear Simon Sinek: “Os negócios são um jogo infinito no qual o cenário competitivo está sempre em constante mudança.”
Às vezes, neste mercado chamado design, basta uma única ideia inteligente para dar o pontapé inicial. Um momento de inspiração — uma lâmpada que se acende, por assim dizer. Um produto que traz algo inovador e oportuno, oferecendo aos clientes algo que eles nem sabiam que precisavam, mas que agora certamente desejam. Isso, no entanto, é apenas o início de uma jornada. Depois que o burburinho inicial passa, como transformar esse produto de sucesso em um negócio robusto, sustentável e com impacto que vá além de sua revolução inicial?
Projeto Vencedor. Bjerg Arkitektur, Dinamarca. Imagem Cortesia de Geberit
À medida que os espaços residenciais se tornam mais escassos e caros, o design precisa desenvolver estratégias inovadoras que equilibrem funcionalidade e expressão estética, potencializando a criação de espaços menores. Com esse propósito, a Geberit lançou um concurso em seis países europeus – Alemanha, França, Grã-Bretanha, Suíça, República Tcheca e Dinamarca – para reimaginar o banheiro em uma área de 6 m², uma dimensão comum no contexto urbano que, ainda assim, permite diferentes layouts.
Ao apresentarem uma abordagem realista, essas propostas funcionam como um guia sobre como projetar banheiros que otimizem o espaço e, ao mesmo tempo, combinem diferentes produtos, materiais e cores de forma integrada (e criativa).
Por ocasião do décimo aniversário do ArchDaily México, o escritório Rojkind Arquitectos + Think Parametric projetaram uma instalação para o evento de celebração realizado no Centro Cultural LAGO/ALGO, localizado na II Seção do Bosque de Chapultepec — um parque urbano de 810 hectares dividido em quatro seções que abrigam alguns dos pontos turísticos mais importantes do México.
A importância do uso de tecnologias avançadas, como a realidade virtual (VR) no cenário arquitetônico, tornou-se cada vez mais evidente. Por mais bela que seja uma imagem renderizada, ela sempre carecerá da capacidade de transmitir plenamente a escala geral e a sensação de um projeto. Isso reforça ainda mais a necessidade de adotar essas tecnologias no campo profissional.
Arquitetos e arquitetas que optam por não utilizar a tecnologia de realidade virtual no processo de projeto acabam em desvantagem. Atualmente, a questão já não passa pela acessibilidade, uma vez que a VR está ao alcance de profissionais de todas as origens.
A consultoria de gestão global McKinsey & Company observou, em 2016, que o setor da construção civil estava pronto para uma disrupção. Considerado um dos maiores setores do mundo, o avanço forçado e a adoção de tecnologias inovadoras permitiram que a indústria de engenharia e construção (E&C) perseverasse nos últimos dois anos. De fato, um relatório mais recente, também da McKinsey, apontou que o setor tende a emergir da pandemia mais enxuto, mais digitalizado e com um olhar mais atento à sustentabilidade.
À medida que as discussões sobre a forma como trabalhamos avançam para além das preocupações iniciais da pandemia e de formatos híbridos, remotos ou do chamado escritório tradicional, tanto empregadores quanto profissionais continuam a reavaliar as necessidades de bem-estar mental no cenário pós-pandemia. Embora existam diversos tipos de ambientes de trabalho e necessidades profissionais que devem ser tratados de forma distinta (indo muito além dos profissionais de escritório ou do conhecimento), tanto no âmbito do design quanto das políticas corporativas, um modelo específico e recente vem despontando nos últimos anos. Trata-se de uma proposta observada, até o momento, em alguns escritórios japoneses singulares que, apesar de pequena escala, desafiam as convenções vigentes.
Tsz Yan Ng é diretora de escritório, professora, acadêmica e artista sediada em Michigan, cujo trabalho interdisciplinar e colaborativo busca desafiar e aprimorar a manufatura e as práticas de fabricação contemporâneas. “Faz muito tempo que não mudamos nossa forma de construir”, afirma Ng. “Precisamos fazer com que a construção seja melhor, e não apenas mais barata, buscando inspiração em diferentes áreas. A arquitetura é um ecossistema global de pessoas, e o todo deve ser maior do que a soma das partes.”
O piso é um elemento capaz de consagrar ou arruinar um espaço. Com o design adequado, ele valoriza o projeto do ambiente, causa uma excelente primeira impressão e impacta positivamente a experiência de uso. No entanto, como os pisos precisam resistir a condições adversas — como exposição à umidade e ao calor, tráfego constante de pessoas e movimentação de móveis pesados —, é natural que se desgastem com o tempo. Por isso, a renovação dos pisos é crucial para manter os interiores em bom estado, especialmente aqueles com alto fluxo de uso.
Ao selecionar um novo material para substituir a superfície antiga, proprietários/as, arquitetos/as e designers devem considerar diversos fatores-chave, como conforto, durabilidade e estética. Contudo, em edifícios de uso cotidiano contínuo que não podem fechar por longos períodos — como supermercados, escritórios e restaurantes —, a rapidez na instalação costuma se tornar a prioridade máxima. Afinal, como diz o ditado, "tempo é dinheiro".
Em preparação para o Disrupt Symposium, à medida que se aproxima o lançamento da conferência, planejado para o dia 1º de maio, conversei com Krista Kim, artista contemporânea e fundadora do movimento Techism, cujo trabalho explora o conceito de consciência digital. Seu interesse pela tecnologia digital e por seus efeitos revolucionários na percepção humana, na mídia, nas estruturas sociais e na comunicação a levou a trabalhar tanto no ambiente digital quanto no físico.
Buenos Aires, Argentina. Imagem de sharptoyou. Image via Shutterstock
Compreendendo a diversidade e a pluralidade de pessoas que habitan e transitam pelas cidades dia após dia, o urbanismo com perspectiva de gênero propõe incorporar todas as identidades, perspectivas e atividades que durante anos foram invisibilizadas. Ao compreender as complexidades que envolvem as cidades e ao se envolver nas experiências urbanas de quem nelas habita, os espaços públicos revelam-se o cenário de desenvolvimento da vida urbana e, como tal, devem reunir uma série de diretrizes e considerações alinhadas a este novo paradigma, atuando como ferramentas de planejamento para compor essa rede de espaços e contemplar todas as pessoas que utilizam a cidade.