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Equal Saree: arquitetura e urbanismo com perspectiva feminista em Barcelona

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O Equal Saree é um escritório de arquitetura sediado em Barcelona, liderado por três jovens arquitetas: Helena Cardona Tamayo, Julia Goula Mejón e Dafne Saldaña Blasco. As três estudaram na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona (ETSAB), da Universidade Politécnica da Catalunha, onde se conheceram cursando a disciplina “Arquitetura e política”, ministrada por Zaida Muxí e Josep Maria Montaner. Além das sócias fundadoras, a equipe é composta por outras 15 arquitetas.

Boa arquitetura é sinônimo de beleza?

Arquitetura não é simplesmente construir. Há mais de dois mil anos, o arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio definiu duas realidades básicas na construção: firmitas (estabilidade) e utilitas (função). Depois, ofereceu o que transforma a construção em arquitetura: venustas (beleza).

Firmitas foi redefinida neste século como “resiliência”. Após passar ileso por cinco furacões ao longo de trinta anos, este edifício apresenta venustas além de firmitas? O conceito de utilitas é encontrado na utilidade de qualquer projeto: uma edificação, em uso constante, tem beleza além de função?

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Do diagrama ao projeto: a Cidade Universitária da Universidade Nacional da Colômbia

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As Cidades Universitárias constituíram a ação arquitetônica e urbana mais contundente dentro do período dos governos progressistas latino-americanos, apesar das influências norte-americanas, pioneiros no conceito de campus [1], os projetos realizados na América Latina aconteceram em contextos diferentes e tiveram desdobramentos muito particulares. Devido ao tamanho e a complexidade destes conjuntos, por exemplo, muitas décadas foram necessárias para que fossem concluídos. Essa condição permitiu a participação de várias gerações de arquitetos, o que conferiu diversidade à sua arquitetura. Outra característica na América Latina é a íntima relação entre os projetos das Cidades Universitárias e Governos desenvolvimentistas, como aponta Gorelik, 2005,  que em momentos de prosperidade econômica investiram em políticas públicas.

A arquitetura local pode ajudar a curar os males do globalismo?

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A pausa global imposta pela pandemia de COVID-19 abriu uma oportunidade para avaliar o globalismo contemporâneo e a arquitetura que surgiu a seu reboque. Remontando à ampla expansão do livre comércio nos anos 1990, ao fim da Guerra Fria, a promessa cultural do globalismo era simples e aspiracional: a integração global dos mercados aumentaria a interação e o aprendizado entre diferentes culturas. Ao normalizar essas experiências em nosso cotidiano, nos tornaríamos cidadãos e cidadãs globais, livres de preconceitos do passado — todos objetivos bem-intencionados.

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Poética do espaço e saúde mental: como a arquitetura pode ajudar a evitar suicídios

De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS, em 2019 foram registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia. Nesse contexto foi criado no Brasil o “Setembro Amarelo”, maior campanha anti-estigma do mundo que incentiva todos à atuarem ativamente na conscientização e na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu.

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Clássicos e boa arquitetura: a habitação moderna no continente americano entre 1930 e 1960

Grande parte da produção da arquitetura moderna no continente americano foi baseada no modelo dos arquitetos europeus que, com suas obras, lançaram as premissas e ideias fundamentais para a vida moderna. Estes pilares da arquitetura foram transferidos, e consequentemente adaptados, ao território americano, introduzindo, ao mesmo tempo, suas próprias características de acordo com o contexto territorial, sócio-cultural e econômico. 

Entendemos que uma boa arquitetura é aquela que serve como modelo para resolver problemas inerentes ao campo em geral. É por isso que certas referências que consideramos hoje como "clássicos" são exemplos de boas práticas arquitetônicas que foram apropriadas por outros arquitetos, a partir da adoção de elementos pertinentes e necessários para alcançar um resultado de acordo com cada contexto particular. 

Como ocorre a mudança de hábitos – e o que isso tem a ver com mobilidade sustentável

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É notório que cidades em todo o mundo precisam empreender esforços para que mais pessoas optem pelos meios mais sustentáveis de transporte – a caminhada, a bicicleta e o transporte coletivo – em detrimento de carros e motos. Mas o que nos leva a escolher um meio de transporte em vez de outro? Quais fatores estão por trás da nossa escolha? Será que são, de fato, decisões conscientes ou apenas “hábitos automáticos”? Compreender este processo é passo importante na promoção de ações para a mobilidade sustentável.

Cozinha CoLaboratório: gestão social do habitat em Chiapas

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Há alguns dias, tive a oportunidade de conversar com Emilio Hernández, do Centro de Imaginación Oaxaca, um dos participantes da Cocina CoLaboratorio. Em nossa conversa, surgiram temas como a participação coletiva, a gestão social do habitat, o altruísmo, o racismo e muitas outras questões de cunho social. Durante o bate-papo, mencionamos as diferentes nuances, luzes e sombras em torno de temas relacionados ao assistencialismo e à “ajuda” às comunidades; bem como o quão contraproducente e violento pode ser agir a partir do privilégio e da verticalidade.

Construindo comunidade na escassez: a experiência da Usina CTAH

A vulnerabilidade presente em países da periferia do capitalismo, como é o caso brasileiro, gera uma série de consequências que tanto se evidenciam em estatísticas, quanto se refletem no território ocupado. A periferização e a dificuldade de acesso a direitos fundamentais como saúde, educação e habitação, são parte dessas consequências, cujo combate e enfrentamento se dá por grupos sociais organizados que buscam construir alternativas dentro desse cenário, assim como é o caso dos movimentos sociais e da Usina CTAH, uma prática de arquitetura dedicada ao assessoramento técnico de grupos sociais organizados.

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Design ambiental e seu papel na segurança pública

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Em um contexto em que a falta de segurança pública assola cotidianamente as grandes cidades brasileiras, impactando a maneira como nos comportamos no ambiente urbano, é importante observar não apenas como agimos nesse ambiente mas também como o construímos e com quais intenções o modificamos.

Muros altos, grades, câmeras, alarmes e concertinas já fazem parte de uma paisagem que se demonstra amedrontada e parece buscar constantemente uma “proteção” do patrimônio privado, muitas vezes em detrimento da apropriação do espaço público.

Além do armazenamento: Prateleiras como elementos de design

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Estantes têm uma função clara: organizar, armazenar e expor. Esse papel simples, mas vital, tornou-as uma obrigação em todos os lares, mantendo o local arrumado armazenando livros, roupas, brinquedos ou quaisquer outros itens que, de outra forma, seriam espalhados pelo chão. Embora geralmente encontradas em armários, quartos, banheiros e cozinhas, as prateleiras são úteis onde quer que o armazenamento extra seja necessário. São especialmente ideais para tirar o máximo proveito das salas pequenas, o que sempre se beneficiará de ter espaço mais limpo e sem desordem. Respondendo a essa necessidade crucial de armazenamento e, seguindo uma abordagem rigorosa de 'forma segue a função', as estantes tradicionais são frequentemente compostas por planos horizontais mínimos e planos presos a uma parede - um layout simples que não se destina particularmente a chamar a atenção. Portanto, as pessoas não tendem a pensar em estantes além do armazenamento e, nesse sentido, as inúmeras possibilidades de design que eles oferecem são frequentemente negligenciadas.

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A equidade nas ruas começa com a reforma dos estacionamentos

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Nos últimos anos, diversos eventos climáticos ocorridos ao redor do mundo assolaram cidades, inclusive as brasileiras. Em 2022, chuvas intensas caíram sobre as ruas da região serrana do Rio de Janeiro, especialmente a cidade de Petrópolis, que registrou 250 deslizamentos em um único dia.

Algo semelhante ocorreu em Pernambuco, onde chuvas acima da média levaram ao deslizamento de barreiras. No final de 2021, no estado da Bahia, as ocorrências ligadas às fortes chuvas deixaram pelo menos 72 municípios em situação de emergência. Assim como nos exemplos anteriores, a ocorrência deixou mortos e diversas famílias desabrigadas. Ao redor do mundo o quadro não é diferente, ainda que os eventos sejam outros.

Duas cidades brasileiras buscam abordagens locais inovadoras para a crise climática

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A mitigação das mudanças climáticas e a adaptação aos riscos gerados por eventos extremos mais frequentes demandam uma transformação rápida e radical das cidades de todo o mundo, uma vez que elas são responsáveis pela maior parte das emissões globais de gases de efeito estufa. Os impactos de um clima em transformação, no entanto, não são compartilhados de modo uniforme por todas as cidades, e quem sente os seus efeitos mais intensos são justamente as populações mais vulnerabilizadas. Para transformações urbanas de baixo carbono inclusivas e adaptadas aos diferentes contextos urbanos, é necessário aproximar a agenda global do clima à escala local – às pessoas que vivem e conhecem os seus territórios.

Interiores mexicanos: 25 espaços que utilizam a madeira de forma integral

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Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema já que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

Consertar as calçadas é viável para as cidades do futuro?

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Se você mora em uma área urbana, suburbana ou rural, há uma boa chance de que usar uma calçada, de alguma forma, faça parte de sua rotina diária. Seja atravessando uma calçada para chegar ao seu carro em um estacionamento ou andando vários quarteirões em seu trajeto até o centro da cidade, as calçadas são essenciais para criar locais seguros para os pedestres distante das ruas. Mas o que acontece quando as cidades não se responsabilizam pela manutenção das calçadas e elas são deixadas sob cuidado das pessoas que apenas as usam?

O bambu é um material de construção seguro em desastres naturais como terremotos?

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The Arc at Green School / IBUKU. Image Courtesy of IBUKU

Você já deve ter ouvido falar sobre o uso de bambu em abrigos temporários criados nos esforços de ajuda humanitária após um terremoto, mas o bambu pode realmente ser muito valioso na construção de edifícios que podem suportar terremotos. Por que devemos olhar a este material como uma solução temporária após um desastre quando poderíamos salvar vidas construindo com ele em primeiro lugar? O bambu é uma ótima opção para construir casas e abrigos em regiões propensas a terremotos, desde que as estruturas sejam bem projetadas, construídas e mantidas. Das antigas estruturas tradicionais a construções modernas, vários exemplos de todo o mundo provaram-se contra as próprias forças da natureza que derrubaram edifícios de concreto e tijolos.

A poética da multidisciplinaridade: conhecendo a obra de Isay Weinfeld

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O estilista Paul Smith, a banda britânica Radiohead e o diretor de cinema sueco Ingmar Bergman parecem não ter nada em comum, exceto por serem constantemente citados como grandes inspirações para o arquiteto paulistano Isay Weinfeld. Uma gama multidisciplinar de influências que diz muito sobre a sua personalidade e, consequentemente, sobre suas obras.

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Design centrado no ser humano: o que os arquitetos podem aprender com designers de UX

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A prática arquitetônica sempre esteve enraizada no que as pessoas agora chamam de “design centrado no ser humano”. O termo, cunhado pelo engenheiro irlandês Mike Cooley em sua publicação de 1987 “Human-Centred Systems” (Sistemas centrados no ser humano) descreve uma abordagem de design em torno da identificação das necessidades das pessoas e da solução do problema certo com intervenções simples. A arquitetura se equilibra entre arte estética e design prático. Com vários colaboradores e objetivos para o projeto, muitas vezes as necessidades do usuário final ficam comprometidas no projeto. Para ajudar os arquitetos a projetar melhor para as pessoas, novas metodologias podem se inspirar em técnicas de design centradas no ser humano desenvolvidas por designers de experiência do usuário (UX).

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SPACE10 lança curta-metragem documental que explora o urbanismo comunitário na Colômbia

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Como parte das celebrações do Dia Mundial do Hábitat, a plataforma SPACE10 lançou "Urbanismo Comunitário", um documentário de 20 minutos sobre assentamentos informais em Medellín, na Colômbia. Entre o urbanismo acelerado e o deslocamento forçado, o número de pessoas que vivem em assentamentos informais está crescendo. A ONU estima que, até 2030, três bilhões de pessoas estarão vivendo nesse tipo de território. O documentário examina novas alternativas para a construção de habitações em assentamentos informais, partindo da colaboração comunitária, da inovação em materiais e do codesenvolvimento de soluções em conjunto com as comunidades.

A paisagem urbana e a matemática da cidade

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A cidade do Rio de Janeiro teve sua paisagem edificada, ao longo dos seus 457 anos, de diversas formas. Nos primeiros séculos se consolidou no entorno da Rua Direita, atual rua Primeiro de Março, basicamente com casarios de dois pavimentos, normalmente com seu térreo formado por uma porta e duas janelas — isso decorria da medida da época, a braça, e os seus lotes que costumavam ter três braças (cada braça equivale a 2,2 metros). O perfil fundiário carioca sempre foi um indutor da forma urbana e o lote português, com testada pequena e muito comprido, marcou uma época da nossa cidade e é uma marca do desenvolvimento da cidade. 

Fotografias de Gregor Sailer exploram as implicações políticas, militares e econômicas da arquitetura

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Em uma nova exposição na Kunst Haus Wien em Viena, o artista austríaco continua sua investigação na arquitetura onde poucos civis pisam.

A busca de Gregor Sailer por estruturas e edifícios incomuns o leva a alguns dos lugares mais extremos da civilização humana – de centros de exercícios militares nos EUA e Europa, a um centro de mineração perto de Chuquicamata, no deserto do Atacama, até campos de neve no Ártico.

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Discriminação de gênero em canteiros de obras: participe da pesquisa do ArchDaily

Com a retomada do setor de construção a pleno vapor e o anúncio de grandes projetos em diversos países, um grande número de profissionais está se preparando para assumir essas obras. Assim, o acompanhamento do canteiro e a fiscalização são cruciais para a realização de uma boa arquitetura e representam momentos significativos de aprendizagem para profissionais da arquitetura e da engenharia que buscam desenvolver conhecimentos especializados. Mas, apesar de todos os novos esforços que prometem novas tecnologias, um futuro mais sustentável e melhores condições de vida, uma velha questão persiste: a presença de discriminação de gênero no canteiro de obras. 

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Natureza e tecnologia: paredes que podem cultivar plantas

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A relação da arquitetura com a natureza é complexa. Se, por um lado, buscamos paisagens naturais para emoldurar, por outro, tentamos a todo custo evitar patologias causadas pela presença de raízes e folhas em nossas paredes e estruturas. Ao mesmo tempo que lançamos mão de tetos verdes, jardins verticais e floreiras para aproximar as cidades da vegetação e melhorar o conforto das pessoas, nos conformamos em construir edifícios com materiais completamente dissociados da fauna e flora. Ainda que a revolução com os biomateriais e novas tecnologias esteja mudando isso aos poucos, devemos nos perguntar se as estruturas e edifícios precisam necessariamente estar separados da natureza em que se apoiam. Foi essa dúvida que motivou os pesquisadores da Universidade da Virginia (UVA) a desenvolverem estruturas geometricamente complexas impressas em 3D feitas de solo, onde as plantas pudessem crescer livremente.

LIGA, Espaço para arquitetura completa 10 anos

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O LIGA, Espacio para arquitectura é uma instituição sem fins lucrativos que busca promover a arquitetura emergente latino-americana por meio de uma agenda pública com destaque para exposições, palestras e publicações. No último dia 23 de setembro de 2022, foram celebrados os 10 anos de trabalho em sua sede localizada na Calle Doctor Erazo 176, na Colonia Doctores, Cidade do México. Além disso, destacou-se o trabalho de três grandes mulheres cuja atuação tem sido crucial para a arquitetura latino-americana: Tatiana Bilbao (Mex), Marta Moreira (Bra) e Florencia Rodríguez (Arg).

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