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Quando a natureza e a arquitetura se tornam uma só: uma conversa com Dara Huang

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Filósofos transcendentalistas há muito compartilham a ideia de que os seres humanos e a natureza são forças equivalentes que devem coexistir em harmonia. Desde então, essa noção se expandiu para o mundo da arquitetura, com Frank Lloyd Wright lançando luz sobre o termo “arquitetura orgânica” ainda no início dos anos 1900. Nos últimos anos, impulsionados por um interesse crescente em viver mais perto da natureza, arquitetos e arquitetas continuam a se aprofundar no conceito de integração entre interior e exterior, esmaecendo os limites visuais e físicos para trazer a paisagem para o lado de dentro.

No mais recente filme da Sky-Frame, parte da série “My point of view”, uma conversa com a arquiteta Dara Huang explora essa noção, questionando como a arquitetura pode fundir natureza, sustentabilidade e estilo de vida em sua própria forma, sem a necessidade de recorrer a mais tecnologias ou materiais para isso.

A força do design atemporal na arquitetura moderna: uma seleção de cinco banheiros clássicos

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Qualquer ícone da arquitetura e do design — seja um edifício célebre, uma obra de arte ou uma peça de mobiliário consagrada — carrega consigo um elevado grau de reconhecimento, admiração e originalidade. No entanto, para além disso, um ícone deve ser capaz de manter sua relevância e atemporalidade, cativando continuamente o público sem a necessidade de se reinventar por completo. Em uma era dominada pelas redes sociais e pelo desejo de gratificação instantânea, o campo do design é, hoje mais do que nunca, pautado por tendências efêmeras, onde as criações desaparecem com a mesma velocidade com que surgem. É precisamente aí que reside o valor do design atemporal: peças clássicas, de alta qualidade e duradouras dificilmente se tornam obsoletas.

O urbanismo subversivo dos filmes da Pixar

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Este artigo foi publicado originalmente em Common Edge.

Para todas aquelas famílias que passaram a pandemia trancadas em casa com um filho pequeno, apenas gostaria de dizer que sei bem o que vocês passaram nestes últimos anos. Lá em casa, os brinquedos que antes encontravam-se organizados por tipo e tamanho agora estão jogados nos cantos, enterrados sob outros tantos objetos da vida cotidiana de uma jovem família. Ainda assim, apesar da enorme saudade de nossa antiga vida no Brooklyn, encontramos consolo em nossa nova rotina suburbana, com nosso pequeno quintal, a nossa horta, a área de serviço e a bagunça de todo dia ... tanto que decidimos encomendar um outro filho para completar a festa! Enquanto abríamos as caixas da mudança em nossa nova casa com quintal, pensando já em como seria a vida durante a pandemia com um filho pequeno, a primeira ideia que nos veio à mente foi fazer a assinatura do canal da Disney. E, embora eu já tivesse visto muitos dos filmes da Pixar, assistí-los novamente neste novo contexto foi algo que me fez refletir muito sobre toda a situação que estávamos vivendo.

Quartos de bebês e crianças: 20 exemplos para inspirar a imaginação

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Quartos de bebês e crianças: 20 exemplos para inspirar a imaginação - Imagem de Destaque
Casa Jardim / asdesign. Foto: © Rafael Renzo

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O quarto para bebês ou crianças é um espaço imaginado não apenas para a hora do descanso e sono, mas também para incentivar a imaginação, trazer símbolos que ajudem a construir uma percepção de mundo e, sem esquecer, brindar diversão aos pequenos. Além de abrigar a infância, trazer funcionalidade para este ambiente e adequar tantas funções na mesma área exigem muitas vezes uma criatividade imensa por parte das mães e pais, por isso, a busca por um profissional de arquitetura pode ser mais do que bem-vinda. 

Como as smart cities podem agravar a desigualdade

As metrópoles urbanas de nosso planeta são o lar de uma abundância de histórias. Elas são o lar de histórias de riqueza, de inovação e de maravilhas arquitetônicas, assim como de histórias de desigualdade, iniquidade e segregação urbana — lugares onde a renda determina a qualidade do ambiente espacial ao seu redor. Dentro destas histórias se desenvolveu uma crescente defesa para tornar as cidades "mais inteligentes", para usar dados e tecnologia digital para construir ambientes urbanos mais eficientes e convenientes.

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De marco cultural a vazio urbano: o que podemos aprender sobre a história dos cinemas de rua

A ocupação territorial responde a uma série de fatores e é a partir do desenvolvimento econômico e da distribuição de renda, trabalho e serviços no território que vemos cidades crescerem e se espalharem. Bairros e regiões vão sendo transformadas pouco a pouco, como resposta aos modelos econômicos atuais. Essa lógica cria vazios urbanos em forma de construções completas, dotadas de toda infraestrutura, e mesmo assim desocupadas ou subutilizadas. A trajetória dos centros antigos e dos cinemas de rua ilustra essa lógica e nos faz refletir sobre como lidar com esses desafios da cidade contemporânea. 

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Renaturalizar a cidade: ampliando o conceito de sustentabilidade

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O conceito de sustentabilidade aplicado à cidade está a em vias de se tornar obsoleto. Nós usamos este termo para quase tudo o que queremos fazer, e assim dar-lhe um ar aparente de respeito pelo que chamamos de natureza, mas, o impacto real é alcançado quando transcendemos esta ideia e aproveitamos todas as oportunidades de intervenção urbana para implementar iniciativas de re-naturalização e, portanto, dotar a cidade de atributos que a levem a ser mais resiliente.

Ecologia, tecnologia e materialidade: entrevista com Philippe Starck

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Acreditando que um criador tem um dever para com a sociedade, Philippe Starck é um designer de muitas facetas cujos projetos abrangem várias disciplinas. Da arquitetura e interiores ao design industrial e de mobiliário, o portfólio de Starck é "focado no essencial" e em "melhorar a vida do maior número de pessoas possível". Autor do famoso espremedor de limão para a Alessi, é conhecido por ultrapassar os limites do design em objetos do dia a dia.

Com dez mil criações, concluídas ou ainda por vir, Philippe Starck é um pioneiro em “fazer coisas no caminho da ecologia”. O ArchDaily teve a oportunidade de conhecer o designer no Salone del Mobile 2021 e discutir sua abordagem de projeto, visões e sua mais recente criação de compensado para Andreu World.

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Os inquilinatos em Bogotá: da problemática socioespacial a uma proposta arquitetônica habitacional

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Este artigo de Valeria Abello Aldana e Miriam Kuehler foi publicado originalmente com o título "Os inquilinatos em Bogotá: da problemática socioespacial a uma proposta arquitetônica habitacional" na edição nº 31 da revista Dearq em 01 de setembro de 2021 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq31.2021.06).

O artigo visibiliza a tipologia do inquilinato como uma forma de habitar relevante para a população mais vulnerável. Descreve-se sua situação atual e suas dinâmicas socioespaciais, refletindo sobre aspectos negativos e potenciais para chegar à hipótese de que os inquilinatos são uma problemática resultante de fatores econômicos e sociais que se refletem no aspecto espacial; assim, se abordados a partir da arquitetura, têm o potencial de se tornar uma alternativa digna de moradia. Portanto, o projeto arquitetônico pretende validar essa hipótese, gerando uma discussão em torno do inquilinato como solução habitacional. 

A seguir, nós o apresentamos como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões elaboradas pela comunidade acadêmica nacional e internacional sobre arquitetura, temas urbanos e áreas afins.

XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a "Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes"

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XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a "Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes" - Image 1 of 4XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a "Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes" - Image 2 of 4XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a "Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes" - Image 3 of 4XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a "Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes" - Image 4 of 4XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León apresenta a Mostra de Arquitetura Folio 2. LABNL | Geometrias e Componentes - Mais Imagens+ 7

No mês de outubro, no âmbito da XXI Bienal NL, foi realizada a inauguração de "Folio 2. LABNL | Geometrías y Componentes", desenvolvido pelo escritório Taller Arquitectónico, liderado pelo arquiteto Manuel Martínez, na Sala de Exposições do Colegio de Arquitectos de Nuevo León. O projeto do LABNL foi premiado com o Calli de Cristal na categoria de Restauro na XXI Bienal de Arquitetura de Nuevo León. O projeto consiste na recuperação do Antigo Palácio Federal, localizado no Centro Metropolitano de Monterrey, para abrigar um laboratório cultural de inovação e desenvolvimento cidadão.

O que é arquitetura Art Déco?

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A arquitetura Art Déco deriva de um estilo artístico homônimo que surgiu na Europa nos anos 1920 influenciando – além da arquitetura – o cinema, moda, design de interiores, design gráfico, escultura, pintura, entre outras vertentes artísticas. Historicamente, este estilo teve como marco principal a Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris em 1925, da qual derivou, inclusive, seu próprio nome.

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Pode o ser humano viver em outro lugar que não seja o ar? AIRSCAPES#1, uma instalação de Beneytez-Duran e Jay Zweig

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Para celebrar o 75º aniversário do Gerald D. Hines College of Architecture and Design, os/as arquitetos/as Rafael-Beneytez-Duran e Peter Jay Zweig projetaram uma estrutura inflável e dinâmica intitulada AIRSCAPES #1.

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Como os/as designers utilizam o vidro resistente ao fogo para salvar vidas

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Embora o vidro seja frequentemente considerado o ponto mais fraco de uma edificação, isso nem sempre é verdade. Com os avanços tecnológicos e a constante inovação da indústria, alguns tipos de vidro conseguem permitir a entrada de luz natural nos espaços internos ao mesmo tempo que protegem a estrutura contra incêndios. Além das chamas, outros riscos, como gases quentes, fumaça e transmissão de calor, também ameaçam a evacuação segura das pessoas e a integridade do patrimônio.

Projetando parques e praças: 20 espaços públicos e seus desenhos

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Praça Henning G. Kruses / BIG. Foto: © Rasmus Hjortshøj

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Cidades e conflitos: projetos urbanos de reuso adaptativo

A COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, está programada para ser realizada na Escócia na última semana de outubro de 2021. No pano de fundo desta conferência está uma maior consciência global das mudanças climáticas, à medida que discussões ocorrem sobre como um futuro mais igualitário pode ser alcançado. O estado atual e futuro da arquitetura é um componente-chave desta conversa, já que, as críticas são dirigidas aos escritórios de arquitetura que fazem uso do "greenwash" (ou maquiagem verde) levantando questões sobre se o termo "sustentabilidade" está cada vez mais sendo usado apenas como a palavra da moda de hoje.

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Brasilidade cosmopolita: conhecendo a obra de Studio Arthur Casas

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Com mais de 20 anos de atuação, o Studio Arthur Casas celebra a totalidade da prática arquitetônica. O escritório trabalha em diversas escalas, de mobiliário a projetos urbanos, passando por residências, apartamentos e edifícios, mantendo rigor em relação à qualidade dos detalhes.

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"Não se pode levar os projetos adiante sem antes sentir e entender o lugar": Marta Maccaglia, da Asociación Semillas

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Conversar com a arquiteta Marta Maccaglia sobre seu trabalho não é falar apenas sobre arquitetura. Cada um de seus projetos deriva de um modo de trabalhar participativo, baseado na aproximação e na profunda compreensão das pessoas que habitam e utilizam esses espaços em seu contexto social e local, suas necessidades, o território e os recursos disponíveis, resultando em obras que adquirem um sentido que vai além da própria função.

Deixando as vias expressas para trás

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As vias expressas são estradas de acesso limitado em áreas populosas, desenhadas para permitir o tráfego motorizado em alta velocidade por longas distâncias. Algumas passam pelos centros das cidades, enquanto outras circundam o centro urbano.

A iniciativa já foi o auge do design de transporte na década de 1950, mas hoje são tão obsoletas quanto disquetes. A caminhada, a bicicleta e o transporte público são mais sustentáveis, seguros, saudáveis, eficientes e produtivos. Para contribuir com o tema, o Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento (IPTD) produziu o material Vias Expressas vs. Ruas Completas, com o objetivo de comparar ambas em termos de saúde, eficiência, habitação e qualidade ambiental e de vida.

Luz e arquitetura: instalações exploram os jardins da Casa Ortega de Luis Barragán

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Embora seja verdade que a obra do arquiteto mexicano Luis Barragán é mundialmente reconhecida e estudada devido ao inestimável compromisso com a arquitetura de seu tempo e de seu contexto — mas, sobretudo, erguida sobre bases profundamente harmônicas e poéticas que se conectam com uma busca muito pessoal em uma "solidão cósmica, com o México como a morada temporária que aceita amorosamente", como descreveu o Júri do Prêmio Pritzker ao premiá-lo em 1980 —, até recentemente (e antes mesmo do lançamento do site da Barragan Foundation) era um tanto difícil compreender o espectro completo que Barragán representa dentro da história da arquitetura, já que algumas de suas obras permaneceram privadas (ou de difícil acesso) por muitos anos.

Tecnologia predial inteligente para arquitetura funcional

Costumamos considerar muitas coisas como garantidas e, às vezes, mal percebemos o que é realmente importante, notando sua ausência apenas quando faz falta. Isso se aplica a muitos aspectos da vida, naturalmente, mas é especialmente evidente na indústria da construção e, em particular, na tecnologia predial inteligente, que opera silenciosamente nos bastidores enquanto assegura a funcionalidade e a longevidade das propostas arquitetônicas.

Expandindo o legado moderno: a obra de Bernardes Arquitetura

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Com uma produção inspirada no legado dos cariocas Sérgio e Claudio Bernardes, o escritório Bernardes Arquitetura é “fruto de uma história que atravessa três gerações com mais de mil projetos”. Criado em 2012 por Thiago Bernardes, o escritório hoje conta com mais 7 sócios e tem filiais no Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa.

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Agrupamentos Táticos de Repovoamento Inclusivo: A habitação pública frente à gentrificação

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Agrupamentos Táticos de Repovoamento Inclusivo: A habitação pública frente à gentrificação - Imagem de Destaque
Propuesta conjunta CAH i ATRI, a cargo de la Universidad Nacional de Colombia y el colectivo español ATRI, ganador del concurso internacional BCN-NYC Affordable Housing Challenge. Image Cortesía de ATRI.city

A escassez de moradia acessível é um tema que, quando combinado a problemáticas como a gentrificação ou a turistificação, forma um coquetel bastante explosivo. ATRI (Agrupamentos Táticos de Repovoamento Inclusivo) é uma estratégia que utiliza a habitação pública ou de coprodução público-comunitária como instrumento de melhoria urbana para defender as malhas consolidadas contra a gentrificação. Isso é feito por meio da gestão conjunta e simultânea de uma constelação de pequenos empreendimentos com execução mais rápida, econômica, justa e sustentável do que a dos sistemas convencionais de habitação pública.

Por que os/as arquitetos/as insistem em usar coberturas planas?

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É uma crença comum entre o público leigo (e até mesmo entre alguns/as arquitetos/as) que os telhados de duas águas são inerentemente superiores aos planos. O argumento geralmente é de que a cobertura em duas águas demonstra uma sensibilidade de “a forma segue a função”, escoando facilmente a água e a neve por meio da geometria e da gravidade. Sendo assim, os telhados planos seriam propensos a infiltrações. Embora isso seja verdade, este vídeo desmistifica o assunto ao analisar mais detalhadamente alguns pontos que podem fazer você mudar de ideia. Isso inclui o motivo original de Louis Sullivan para escrever a frase “a forma sempre segue a função”, bem como a capacidade das coberturas planas de oferecer espaços públicos ao ar livre, receber telhados verdes, proporcionar simplicidade estrutural e apresentar melhor comportamento em relação ao vento, entre muitos outros fatores. Há também outra razão funcional e formal concorrente pela qual uma cobertura com pouca inclinação pode ser mais prudente do que uma inclinação mais acentuada, mesmo em áreas com ocorrência de neve, como Chicago.

Abrindo a “porta” do minimalismo, uma rotação de 40 graus

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# Red Dot Design Award 2020 - Product Design
# Longlist Archiproducts 2019
# Exposto no ADI DESIGN INDEX 2020

Quando Mies van der Rohe nos incentivou a reduzir as quatro paredes ao seu estado mais essencial com a célebre frase "menos é mais", ele talvez não imaginasse que acabaríamos nos cansando de caixas perfeitamente uniformes. Embora o minimalismo continue sendo uma vertente estética dominante em todo o mundo, há um desejo crescente de ir além da simplicidade pura, introduzindo detalhes engenhosos que quebrem a monotonia e tragam calor e refinamento estético. É dessa busca que nasce o Eclisse 40.

O batente da série Eclisse 40 não representa apenas uma inovação técnica, mas também uma releitura da estética do marco como elemento decorativo e de design. Seu perfil inclinado esculpe o volume e dialoga com a luz para criar um efeito cenográfico único. Um elemento estrutural que outrora era puramente invisível — o batente — assume o protagonismo do design, transformando a porta em uma presença marcante e altamente expressiva no design de interiores.

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