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Hackcity: um chamado a 100 arquitetos/as para coconstruir uma cidade do futuro com veículos autônomos em movimento

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O PIXCITY é um protótipo proposto pela PIXCITY DAO para incentivar a exploração, o projeto e a construção da cidade do futuro. Trata-se de um projeto experimental que une novas tecnologias e design artístico, a ser realizado tanto online quanto offline.

Abrindo espaço para as pessoas: equipamentos comunitários no Brasil

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Equipamentos comunitários são espaços destinados à interação social, onde pessoas buscam lazer e informação. Sejam centros culturais ou comunitários, esse tipo de equipamento tem como principal objetivo reunir as pessoas, criando oportunidades de interação em um ambiente coletivo de cuidado e vizinhança. 

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Bom design para uma vitrine de museu: desafiando os limites do minimalismo e da funcionalidade

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Os museus desempenham um papel fundamental na preservação das culturas locais, na promoção de uma melhor compreensão de nosso patrimônio coletivo e no estímulo ao diálogo, à curiosidade e à autorreflexão. Nos últimos anos — e em grande parte impulsionados pela pandemia de Covid-19 —, os avanços tecnológicos permitiram que pessoas de todo o mundo visitassem exposições virtualmente, a qualquer momento e no conforto de suas casas. Contudo, embora as visitas virtuais sejam uma ótima maneira de ampliar a acessibilidade, a experiência presencial em um museu tem algo de atemporal: a oportunidade de testemunhar, contemplar e admirar de perto artefatos, pinturas e esculturas em sua forma real, além da chance de vivenciar a atmosfera e a essência únicas de um espaço tradicional. Ver a Mona Lisa virtualmente, por exemplo, jamais se comparará a apreciá-la pessoalmente no Louvre.

Arquitetura escolar adequada às condições climáticas na América Latina

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Para a Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado —‘ASHRAE’—, que organiza os dados globais e apoia os estudos sobre o tema, o conforto térmico é definido como o estado de espírito que expressa satisfação com o ambiente térmico. Por que é importante estudar o conforto adaptativo em climas latino-americanos? Considerando que 40% da população vive nos trópicos, é fundamental projetar uma arquitetura capaz de se adaptar a climas tropicais. Assim, seguindo a linha do design centrado nas pessoas, a estratégia deve ser pensada com base nas condições locais em que se inserem.

Franco Morales, que atua na direção técnica da EBP Chile, desempenhando um papel transversal nas diferentes áreas da empresa (construção, mudança climática e energia local), colabora constantemente com o Projeto CEELA. Após sua participação no projeto de reforma energética do Colégio Juan XXIII em Montería, Colômbia, e a constatação de um problema em comum —a construção de escolas sem uma arquitetura adequada às condições climáticas do contexto—, iniciou o desenvolvimento de um manual de projeto sustentável para instituições de ensino em climas quente e seco e quente e úmido.

Projetando para pessoas com deficiência física: por espaços mais inclusivos e acessíveis

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Mais de 13 milhões de brasileiros são pessoas com deficiência física, os dados apontados pelo Ministério da Saúde apontam que cerca de 6% da população possui algum tipo de comprometimento de mobilidade e da coordenação geral devido a alterações completas ou parciais de um ou mais segmentos do corpo humano. Projetar ambientes mais inclusivos é uma forma de eliminar barreiras arquitetônicas para incluir toda essa parcela populacional em atividades sociais e culturais. No mês em que se celebra o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física, buscamos combater preconceitos e trazer alternativas de desenho universal como uma ferramenta de mudança para os profissionais de Arquitetura e Urbanismo.

O que é arquitetura “cradle to cradle”?

O termo “cradle to cradle” foi cunhado pelo arquiteto estadunidense William McDonough e pelo engenheiro químico alemão Michael Braungart em seu livro-manifesto Cradle to Cradle: Remaking the Way We Make Things, lançado em 2002. Trata-se de uma teoria que não é meramente arquitetônica, mas se aplica em qualquer produto, promovendo uma abordagem biológica à fabricação na qual os componentes são considerados nutrientes em um “metabolismo saudável”.

Área de trabalho, banco e jardim: como aproveitar a janela

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Uma janela normalmente é definida como uma abertura exterior que proporciona iluminação e ventilação para o interior de um edifício. Essa conexão com o contexto, junto de uma luz mais apropriada, a torna fundamental na casa, sendo possível aprimorar o seu desenho para que diferentes usos aconteçam ao seu redor. Por isso, compilamos aqui algumas dicas de como aproveitar o peitoril para brindar novas funções no espaço.

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O desenho urbano pode ter sucesso através de movimentos comunitários?

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Existem deficiências significativas na forma como as cidades em todo o mundo operam e atendem as pessoas que vivem nelas. Burocracias e outros processos limitantes que direcionam publicamente nossas cidades ao futuro são muitas vezes o que fazem com que as mudanças aconteçam em um ritmo tão lento que, quando uma questão é abordada, mais cinco surgem em seu lugar. Com o tempo, a sociedade passou a aceitar que quando os sistemas que temos em vigor não fazem muito para atender às nossas necessidades, isso nos força a recorrer a alternativas de mudança. Algumas questões urbanas encontraram as melhores soluções após o início dos movimentos sociais e a formação de grupos de base.

Questões sobre as megalópoles no sul global

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Atualmente, mais de 50% da população mundial vive em áreas urbanas e, em 2050, essa população urbana quase dobrará de tamanho com 7 em cada 10 pessoas no mundo vivendo em cidades. À medida que as cidades continuaram a crescer e se expandir ao longo da história, um novo vocabulário também surgiu, muitas vezes para comunicar melhor a escala da vida urbana em um contexto relativamente contemporâneo. Um exemplo é o termo megalópole – normalmente definido como uma rede de grandes cidades que se interconectaram com áreas metropolitanas vizinhas por infraestrutura ou transporte. Na realidade, é uma região percebida de forma urbana abrangente, dentro da qual existe um fluxo constante de comércio e migração.

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Quais materiais podem promover a saúde na arquitetura de interiores?

Estatísticas recentes sugerem que, se alguém vive até os 80 anos, cerca de 72 desses anos serão gastos dentro de edifícios. Isso faz sentido se tivermos em mente que, quando não estamos em casa, os humanos estão trabalhando, aprendendo ou se envolvendo em atividades divertidas principalmente em ambientes construídos. Contemplando eventos atuais, no entanto, esse número deve crescer. Em um mundo cada vez mais caótico e incerto, marcado pelos efeitos contínuos das mudanças climáticas e pela pandemia global, o desejo de permanecer dentro de casa em um ambiente protegido, controlado e pacífico está mais forte do que nunca. Os arquitetos enfrentam um desafio importante: criar interiores confortáveis, produtivos e saudáveis ​​com parâmetros bem regulamentados, considerando fatores como qualidade do ar interno, luz natural e características biofílicas dos estágios iniciais do design. Obviamente, isso envolve a escolha de materiais de maneira sensível e adequados, seja evitando certos componentes prejudiciais à saúde ou integrando produtos atóxicos que acalmam e promovem o bem-estar.

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Mulheres arquitetas pioneiras da América Latina

Quais são as histórias das primeiras arquitetas ibero-americanas? É a principal pergunta que buscamos responder para celebrar o tema do ArchDaily deste mês: Mulheres na arquitetura.

Buscando apresentar suas motivações, inspirações e trajetórias, realizamos um trabalho de pesquisa para visibilizar e destacar alguns nomes que não receberam o merecido reconhecimento. Conheça abaixo Doris Clark Núñez, Guadalupe Ibarra, Matilde Ucelay Maórtua, Filandia Pizzul, Dora Riedel, Luz Amorocho, María Luisa Dehesa, Arinda da Cruz Sobral e Julia Guarino.

Da escala da cidade ao detalhe: 27 projetos para celebrar o Outubro Rosa

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Outubro é o mês em que muitos países do mundo celebram a conscientização a respeito da prevenção e do diagnóstico do câncer de mama. A partir de uma campanha da Fundação Susan G. Komen for the Cure, lançada em 1990 nos Estados Unidos, instaurou-se como símbolo dessa luta um laço rosa que se repete desde então nos eventos organizados com esse propósito. Para celebrar esse mês e somar às ações de conscientização, o ArchDaily selecionou um conjunto de projetos que utilizam a cor rosa, seja em fachadas, interiores ou detalhes. 

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A luta contra a expansão urbana e os princípios do novo urbanismo

A forma como planejamos nossas cidades, subúrbios e comunidades rurais é um conjunto de objetivos em constante evolução, essenciais para a criação de cidades sustentáveis. Não apenas precisamos considerar o que está dentro dessas áreas, mas também projetar os limites entre cada uma delas, onde o urbano encontra o rural, e onde o rural encontra os pequenos subúrbios. Nos últimos anos, os urbanistas têm prestado muita atenção à expansão urbana, ou ao que acontece quando as cidades crescem rapidamente para fora dos centros urbanos. O que acontece quando as cidades parecem "se espalhar" fora de controle, e os princípios de planejamento por trás do Novo Urbanismo são capazes de transformar a expansão urbana em comunidades equitativas?

O que Lula e Bolsonaro dizem sobre cidades, habitação, sustentabilidade e meio ambiente

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Foi por pouco, mas o primeiro turno das eleições para Presidente da República infelizmente não bastou para definir quem será o próximo líder político do país e os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, e Jair Bolsonaro, do Partido Liberal, receberão mais uma vez o voto popular no próximo dia 30 de outubro.

O próximo Presidente terá, entre muitas outras, a tarefa de oferecer aporte federal ao desenvolvimento das cidades brasileiras — local onde vivem cerca de 87% da população do país. Visando contribuir com o debate e, se a tarefa couber ao ArchDaily, ajudar os indecisos a se resolverem, reunimos a seguir as propostas de ambos os presidenciáveis para o futuro das cidades, de acordo com seus respectivos planos de governo, considerando temas como habitação, infraestrutura, transporte, cultura, sustentabilidade, meio ambiente e energia. 

Plantas no banheiro: diferentes modos de trazer o verde para este ambiente

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O paisagismo de interiores acontece das mais variadas formas, afinal, trazer o verde para os ambientes internos tem demonstrado diversos fatores benéficos para a qualidade do espaço e seus usuários. Salas e escritórios normalmente possuem um espaço dedicado para as plantas, mas isso nem sempre acontece com os banheiros. Por isso, elencamos alguns modos de levar a vegetação para este espaço muitas vezes subestimado.

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Mapocho Vivo: Um projeto que busca reabilitar o leito urbano de Santiago do Chile

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A Fundação Mapocho Vivo foi constituída formalmente em 2020 por iniciativa de Joaquín Moure, técnico agrícola e muralista que, desde 2019, se encantou com a flora e a fauna encontradas no rio quando todos acreditavam se tratar de uma água inerte e repleta de resíduos. Hoje, o projeto se estabelece como uma entidade que mantém a limpeza, protege e projeta o futuro do corredor biológico de 110 km que se estende ao longo de 16 comunas de Santiago do Chile, compreendendo que a arquitetura deve abranger os ecossistemas naturais para integrá-los aos sistemas urbanos.

O que é a gamificação urbana?

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A experiência de cada um em uma cidade é única. Quer esteja visitando um lugar pela primeira vez ou tenha vivido lá toda sua vida, suas experiências são moldadas por suas interações pessoais com o ambiente construído. Edifícios, paisagens e ruas se juntam para oferecer uma oportunidade de estímulo sensorial, no entanto, a maioria deles é incapaz de fornecer inspiração. Enquanto a infraestrutura de uma cidade é responsável pela habitabilidade, a mesma importância não é dada a diversão. Brincadeiras e jogos incorporados ao tecido da cidade podem ajudar a melhorar o envolvimento do usuário com os espaços urbanos.

Edifícios sem nome são os que mais nos afetam

A arquitetura é humana. Então, quando entrei na Faculdade de Arquitetura, Arte e Planejamento de Cornell em 1973 e todo o corpo docente feito de homens brancos como eu, não fazia sentido para mim, mas era um reflexo do fim do domínio masculino na minha profissão que escolhi. Naquele mundo, alguns professores costumavam comentar sobre como as alunas os olhavam. Alguns vitimavam sexualmente as alunas.

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Conheça a mostra “Levantamento. Práticas de arquitetura do Norte” em Monterrey, México

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A diretriz para a criação deste espaço parte das seguintes perguntas: “haverá algo que nos conecte — sejam princípios e valores arquitetônicos ou não — que nos identifique como o Norte do país? Podemos melhorar nossas práticas arquitetônicas voltadas para o futuro? Ou talvez não haja nada disso?”, questões que rondaram os pensamentos da curadoria. Desse modo, durante o mês de junho, diversos escritórios do norte foram convidados a participar com um projeto individual ou coletivo que pudesse ser incluído em um catálogo que funcionasse como um arquivo deste “Levantamiento”.

Artacho Jurado, arquiteto?

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Bretagne, Louvre, Viadutos, Planalto. Estes são apenas alguns dos projetos assinados por Artacho Jurado, um personagem controverso no universo arquitetônico paulista. Com uma atenção especial dada aos elementos decorativos, o arquiteto autodidata foi extremamente criticado na época pela classe profissional, mas aceito pelo público. Hoje, sua obra costuma ganhar cada vez mais atenção por despontar como algo que se vislumbrou além do cânone moderno, de modo que seus edifícios se tornaram símbolos da paisagem urbana de São Paulo. Numa investigação sobre sua arquitetura, está em cartaz a exposição Artacho Jurado, arquiteto?, com curadoria de Abilio Guerra na Chácara Lane, Museu da Cidade de São Paulo até abril de 2022.

Envelhecendo em casa: preparando a arquitetura para uma população idosa

Envelhecer significa aprender a conviver com a dependência — seja ela física, social ou espacial — e nesse longo processo, que sequer pode ser medido em anos, cada vez mais se entende que o envelhecimento está muito relacionado à genética, ao estilo vida, à localização e ao grupo socioeconômico. Por isso, trata-se de um processo muito diversificado, variando conforme cada indivíduo, com uma gama de interesses diferentes assim como capacidades e preferências no modo de vida.

Cidade Delas: espaços urbanos mais seguros para meninas e mulheres

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Apesar de todas as conquistas das mulheres na sociedade e os avanços da própria, a cidade ainda continua sendo planejada e produzida pela ótica do patriarcado. O planejamento urbano não leva em consideração as demandas da população no que refere a inclusão de pluralidade de raça, gênero e classe social, que, desse modo, influenciam no uso do espaço e no traçado urbano.

Eleições brasileiras: o que esperar e exigir do poder executivo?

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A cidade de Brasília, inaugurada em abril de 1960, talvez seja um dos maiores marcos de como a arquitetura, o urbanismo e a política nacional se entrelaçam. Resultado do programa de governo de Juscelino Kubitschek que prometia avançar 50 anos em 5, a cidade é uma evidência do modernismo, que revela algumas das estratégias políticas da época como o investimento no automobilismo e o uso do concreto armado. Ainda que Brasília seja um marco para a arquitetura mundial, sua existência deriva de estratégias políticas e econômicas tomadas pelo governo durante o final da década de 1950. Com as eleições de 2022 próximas de serem definidas, é importante, enquanto categoria, entendermos como nossa profissão é impactada pela presidência, e o que podemos exigir do poder executivo. 

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A boa arquitetura é atenciosa

Este texto foi publicado originalmente no The ArchDaily Guide to Good Architecture, nosso primeiro livro, que já está disponível para compra.

Além de denotar uma demonstração de pensamento cuidadoso, em termos arquitetônicos a palavra ‘atencioso’ também sugere uma abordagem emocional e talvez até empática. E por que não deveria?

A boa arquitetura pode e deve ser atenciosa – em todos os significados da palavra. Partindo da motivação para fazer o bem e exigir uma abordagem moral inicial, essa sensibilidade, combinada com um conhecimento meticuloso das necessidades individuais/comunitárias e uma comunicação transparente, gera um ambiente construído bem adaptado e acessível que pode promover o crescimento. 

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