As bienais de arquitetura são uma mostra da produção profissional em nível local, regional ou global. Existem muitas pelo mundo e, graças a elas, é possível conhecer o melhor do trabalho realizado por nós, arquitetos e arquitetas. No Peru, o evento, promovido pelo Colégio de Arquitetos, constitui uma oportunidade para reunir diferentes gerações e turmas, bem como para trocar ideias e experiências.
Para começar, deve ser sempre umaBienal profissional, ou seja, convocar trabalhos que os/as arquitetos/as peruanos/as realizaram no exercício de sua profissão. Trata-se disso. Não tenho nada contra as teses de graduação e os projetos ou trabalhos estudantis, mas penso que este não é o espaço deles. Bienais estudantis podem muito bem ser organizadas nos congressos nacionais de estudantes de arquitetura. Por outro lado, sendo esta uma oportunidade para divulgar o que há de novo e de melhor, creio que a participação deve ser incentivada por meio de uma taxa de inscrição acessível a todos/as os/as arquitetos/as peruanos/as, tanto os que atuam na área de projeto ou de pesquisa, quanto na esfera pública ou privada.
Por ocasião das atividades da XXVI Bienal Colombiana de Arquitetura e Urbanismo, foram anunciados os projetos e publicações vencedores.
Divididos em 8 categorias, os 283 projetos recebidos foram avaliados por um júri internacional integrado por Iñaqui Carnicero (Espanha), Alejandro Beals (Chile) e Fabián Farfán (Bolívia), junto aos/às arquitetos/as locais Germán Fonseca, Julián Rincón, Sara Giraldo e Diego Aguilera.
[Notícia em desenvolvimento] Os projetos vencedores são:
Esta semana, concluiu-se a série de encontros e conferências promovidos pela Bienal de Veneza para apresentar o Freespace, das diretoras artísticas Yvonne Farrell e Shelley McNamara. Veneza, Paris, Berlim e Nova York. As arquitetas irlandesas apresentaram a lista de 71 participantes que integram a proposta curatorial, entre os quais figuram cinco representantes da América Latina: Elemental (Chile), Rozana Montiel Estudio de Arquitectura (México), Barclay & Crousse (Peru), Carla Juaçaba (Brasil) e Paulo Mendes da Rocha (Brasil).
Configurado como um anfiteatro natural por seus 45 morros e uma estreita orla costeira que constantemente conquistou metros do mar, Valparaíso foi o principal porto do Oceano Pacífico Sul no século XX antes da construção do Canal do Panamá. Seu rápido desenvolvimento industrial e comercial impulsionou sua expansão urbana, atraindo milhares de estrangeiros que imprimiram um caráter cosmopolita à sociedade, à cultura e à arquitetura.
Descrita pelo The Guardian como uma "Berlim à beira-mar", seu centro histórico foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2003. Essa riqueza cultural e arquitetônica nos motiva, nesta ocasião, a incorporar bairros, passeios e até mesmo a agrupar obras como um único marco de uma cidade tão vibrante como Valparaíso.
Este guia foi escrito por um amante de Valparaíso, de modo que os locais estão organizados como se fossem um roteiro a pé, começando na Plaza Sotomayor em direção ao oeste. Este trajeto pode ser dividido em dois dias, terminando o primeiro dia no Palacio Baburizza e começando o segundo no Parque Cultural de Valparaíso. E se for a sua primeira viagem, não confie no Google Maps. Se você se confundir ou se perder, é melhor perguntar às pessoas.
The Ritterman Building. Imagem cortesia de bpr architects
Para a bpr architects, o BIM Nível 2 está se tornando parte da rotina. Este escritório de médio porte sediado no Reino Unido, de controle compartilhado pelos funcionários, foca em como o bom design pode agregar valor à visão do cliente. Sob a liderança dos diretores Paul Beaty-Pownall e Steve Cowell, a empresa se especializa em três setores principais: ensino superior, estações ferroviárias e revitalização urbana.
Nosso mundo gira. Não apenas de forma literal, como faz ao redor do sol, mas em todos os aspectos da natureza. As estações se sucedem em ciclos (embora de maneira cada vez mais errática a cada ano), as ondas desenham e redesenham as praias conforme a maré muda, as flores se abrem, se fecham e se voltam para seguir o caminho do sol. Até nós somos governados por esses sistemas naturais circulares. A manutenção de nossos ritmos circadianos — a conexão humana com a luz — é tão essencial para a saúde que se tornou um elemento obrigatório em muitos códigos de edificação contemporâneos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117666/natureza-revolucionaria-a-arquitetura-de-hiroshi-sambuichiKatherine Allen
‘O aroma da fumaça misturou-se no ar, como veneno’, estas palavras iniciais e envolventes já evidenciam um final trágico que, como resultado de uma sequência incomum, demonstra que os fios dos acontecimentos felizes — e de alguns infelizes — são mais complexos de tecer e compreender do que supõe um mero observador. A cadeia de histórias que Daniel Merro Johnston encadeia na Casa sobre el Arroyo de Amancio Williams - por Ediciones 1:100 - não apenas aponta um processo - e uma série de eventos paralelos -, mas a singularidade de uma construção, uma prova da complexidade, dos tempos e imprevistos que envolvem a realização de uma ‘boa’ obra de arquitetura.
Sejamos sinceros. É possível reconhecer um/a entusiasta do design a quilômetros de distância graças ao seu estilo singular. Seja por uma mochila exclusiva ou por tênis personalizados, essas pessoas fazem questão de chamar a atenção por onde passam. Enquanto algumas pessoas preferem ousar ao máximo em suas roupas e acessórios, outras optam por uma abordagem mais sutil em seu estilo. Felizmente, mentes criativas expandiram seu amor pela arquitetura e pela geometria, desenvolvendo joias exclusivas inspiradas nesses interesses.
Para arquitetos/as, designers, artistas, expressionistas e pessoas de fora do mundo do design com muito bom gosto, preparamos uma lista de joias inspiradas na arquitetura que sem dúvida se destacarão. Prepare o cartão de crédito, pois garantimos que será impossível resistir.
via Usuário do Wikipedia: HalloweenHJB sob licença CC BY-SA 3.0
Você já visitou todos os museus de arte da sua cidade? Mantendo sua inerente função histórica de arquivo responsável pela pesquisa, preservação e exibição, os museus de arte evidenciam que cada instituição, hoje em dia, é um projeto singular de ação, promoção e experimentação; uma busca que visa responder ao papel contemporâneo, experiencial e social dos museus em um momento histórico no qual o acesso digital dificulta o movimento, o percurso e a interação.
A arquitetura dos museus de arte em Buenos Aires apresenta um catálogo diversificado, que não apenas demonstra que o suporte modifica seu conteúdo, mas também revela uma preocupação em se manter atento à curadoria e às necessidades sociais da população.
Confira a seguir uma seleção de museus de arte em Buenos Aires para conhecer tanto sua arquitetura quanto seu conteúdo.
A série chilena Proyecto Habitarmergulha na intimidade das casas para explorar a realidade da moradia no Chile. Dividida em 9 capítulos que exploram uma série de temas relacionados à habitação, os diretores Joaquín Mora e Verónica Wüst buscam abrir uma discussão. “Acho importante começarmos a nos perguntar como estamos vivendo e como queremos viver”, reflete Mora.
Durante as filmagens, os realizadores exploraram diversas alternativas para conquistar a confiança dos protagonistas e poder narrar como vivem seus espaços. “No processo de trabalhar em equipe, surge a possibilidade e a curiosidade de empregar diferentes formatos para dar espaço à busca”, comenta Wüst.
Vivemos em um mundo que passa mais tempo online do que ao ar livre. E, como arquitetos/as e designers, investimos na criação de um mundo mais atraente ao melhorar a vida das pessoas por meio de nossas edificações. No entanto, por causa de uma visão talvez excessivamente restrita, estamos perdendo uma oportunidade incrível de aproveitar mídias alternativas para impactar mais pessoas através de nossos negócios de design.
Apresentamos a seguir 5 maneiras de utilizar sua criatividade para produzir conteúdos originais que ajudarão a potencializar seu impacto no mundo do design e, consequentemente, impulsionar você e seu negócio:
Bar en la biblioteca. Image Cortesía de Hugo Grisanti y Kana Kusen
Em sua terceira edição no Chile, a Casa FOA convida arquitetos/as e designers do mundo da decoração e do design de interiores para criar espaços inovadores associados ao lar. Nesta edição, reunimos espaços com um foco em comum: a cozinha e o bar. Embora ambos os locais tenham sido pensados para um uso funcional e cotidiano, neste caso eles combinam diferentes usos com o objetivo de reunir as pessoas.
A Universidade da Nação, Máxima Casa de Estudos e Alma Máter são apenas alguns dos sinônimos utilizados para se referir à Universidade Nacional Autônoma do México, classificada como uma das melhores universidades da Ibero-América e onde se formaram intelectuais de destaque. Desse modo, é inevitável pensar na Universidade como um crisol do pensamento crítico e uma plataforma para ideais dissidentes que ecoam nos movimentos estudantis, cujas demandas variam de petições pela melhoria constante da educação ao descontentamento social com questões como a insegurança e a exigência de dignidade para a comunidade estudantil. Não surpreende, portanto, que eventos como o ocorrido no último dia 3 de setembro e nos dias subsequentes no campus central da UNAM ganhem tanta visibilidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117483/o-campus-universitario-como-espaco-de-protestoParvin Alexandra Camal Segundo
Os museus são importantes fontes de conhecimento e abrigaram algumas das obras de arquitetura mais importantes da história, aproximando o conhecimento de todos os curiosos que vivenciam suas instalações. Neste dia 18 de maio, celebramos o Dia Internacional dos Museus, e diversas atividades ocorreram em alguns dos recintos mais representativos do país. Acreditamos que a cultura no México é tão rica que queremos continuar celebrando com esta compilação de alguns dos museus mais representativos onde arte e arquitetura se fundem para delimitar espaços icônicos. Quais são os seus museus favoritos na sua cidade?
Não existe obra de arquitetura em que não se busque obter a maior produtividade possível durante o processo construtivo. No entanto, essa rapidez pode ser contraproducente se não tivermos a segurança de que cada parte do projeto está sendo construída de forma ideal.
No caso do concreto, a escolha do tipo de solução construtiva é fundamental na busca por eficiência no momento de executar a obra, tornando-se ainda mais relevante quando queremos evitar que essa produtividade comprometa a execução correta do projeto arquitetônico original, tanto estrutural quanto formalmente.
Como erguer uma casa de concreto em apenas um dia? A produtividade e o bom projeto são compatíveis ao utilizar esse material? Comparamos o rendimento do concreto tradicional com o Producret, concreto de alta fluidez e coesividade, e obtivemos 7 conclusões que nos permitem responder positivamente a essas perguntas.
O modelo de negócios tradicional da arquitetura é amplamente dominado pelos honorários associados ao projeto e à construção. A estrutura real de cobrança talvez seja um debate à parte, mas depender desse tipo de receita tem sido (e provavelmente continuará sendo) um modelo eficiente e bem-sucedido para a maioria no setor. No entanto, e se houvesse outro mercado a ser explorado para gerar uma receita passiva e adicional para o seu escritório?
Há muito tempo existe um estigma compreensível associado a projetos residenciais de catálogo. A maioria desses projetos carece de qualquer relação com o terreno, de personalização e até de qualidade de design. Embora o mercado de projetos padronizados esteja relativamente saturado, o potencial inexplorado reside justamente na intersecção desse modelo com a prática arquitetônica profissional.
A seguir, apresentamos três maneiras de começar a reverter o estigma associado à venda de projetos online, proporcionando ao seu escritório de arquitetura ou design uma fonte de receita adicional.
O #donotsettle é um projeto de vídeo on-line que explora a arquitetura e como ela é percebida pelas pessoas, fundado por Wahyu Pratomo e Kris Provoost. Eles visitam edifícios, produzem vídeos e também escrevem artigos aprofundados na coluna exclusiva do ArchDaily #donotsettle Extra.
Sim, aquela biblioteca. As imagens da Biblioteca de Tianjin Binhai estão em toda parte, viralizando de blogs de arquitetura e podcasts de notícias a redes sociais. Precisávamos ver de perto e mostrar como é de fato a experiência espacial desse lugar. Por isso, fomos a Tianjin junto com o MVRDV para conferir de perto essa biblioteca que virou fenômeno na internet.
Projetada pelo MVRDV, a Biblioteca de Tianjin Binhai é parte de um plano diretor mais amplo para o novo Centro Cultural de Binhai, sob responsabilidade do escritório alemão gmp. O edifício alcançou um sucesso estrondoso nas redes sociais em todo o mundo. Desde a inauguração, o fluxo de visitantes não para de crescer, atraindo pessoas de muito além de Tianjin. Com isso, a biblioteca acabou se ressignificando como um verdadeiro destino turístico.
Entre em um ambiente banhado por uma luz acolhedora e convidativa e você se sentirá instantaneamente à vontade. Entre no mesmo espaço sob o zumbido de fluorescentes ofuscantes, e você poderá começar a ranger os dentes.
Por quê?
Em 2014, um estudo do Journal of Consumer Psychology revelou que, quanto mais intensa a iluminação, mais afetadas e intensas eram as emoções das pessoas participantes — tanto as positivas quanto as negativas.
O estudo incluiu seis experimentos que analisaram a relação entre a emoção e a luminosidade do ambiente. Sensações de acolhimento aumentaram quando as pessoas participantes foram expostas a uma luz brilhante com nuances avermelhadas, ao passo que a sensação de angústia aumentou sob o predomínio de uma luz mais azulada.
Além disso, quanto mais brilhante a luz, mais intensas se tornavam as emoções das pessoas participantes. Tanto a intensidade quanto a cor da iluminação influenciavam diretamente o humor das pessoas.
No campo da arquitetura, o debate sobre o impacto do projeto arquitetônico no mundo é uma constante entre os profissionais da área. Como presidente do Fórum de Jovens Arquitetos/as do AIA, tenho plena consciência dos desafios que a próxima geração de líderes de escritórios enfrentará: modelos de prática ineficientes que resultam em sobrecarga de trabalho, baixa remuneração e insatisfação generalizada na equipe. Diante disso, muitos escritórios reconhecem que, para manter a relevância profissional e reter talentos, é fundamental reformular suas estratégias operacionais tradicionais.
Em outubro, o AIA realizou a primeira edição do Practice Innovation Lab (Laboratório de Inovação na Prática), com o objetivo de desenvolver novos modelos de negócios para elevar o nível dos serviços de arquitetura e otimizar a gestão dos escritórios. Dez equipes formadas por seis integrantes cada apresentaram dez modelos inovadores de prática profissional. Após um dia inteiro de discussões, os participantes elegeram o vencedor do prêmio People's Choice (Escolha do Público) como o melhor modelo de escritório. Entre as dez propostas apresentadas, destacaram-se cinco abordagens inovadoras selecionadas pelo Laboratório de Inovação na Prática:
https://www.archdaily.com.br/pt/1117542/cinco-modelos-de-negocios-inovadores-sob-medida-para-jovens-escritorios-de-arquiteturaEvelyn Lee
Grande parte dos/as profissionais que trabalham com renders fica totalmente desorientada na hora de conseguir clientes e gerar novos projetos de forma recorrente. Além desse desconhecimento, com certeza você já passou pelo seguinte: após uma breve negociação, acaba cedendo à pressão e faz o trabalho contra a vontade. Você sente como se estivesse se desvalorizando. Intui que seu trabalho vale muito mais do que está cobrando, mas não sabe o que fazer para evitar isso.
Se você nunca teve certeza de quanto cobrar por um render ou uma modelagem 3D arquitetônica, apresentarei o meu "método fugaz" para fixar seus honorários. Com ele, você aprenderá três estratégias para faturar com renders 3D ou, na verdade, com qualquer outro de seus serviços. Por isso, antes de tudo, quero que você saiba de uma coisa: a raiz do problema não é o seu preço, mas a falta de estratégia na captação de clientes potenciais. Assim que você resolver esse problema, poderá cobrar preços normais, condizentes com o mercado e que permitam trabalhar com dignidade.
Apreciado no meio profissional, embora frequentemente criticado pelo público geral, o brutalismo definiu a arquitetura do pós-guerra no Reino Unido, assim como em diversos países ao redor do mundo. Em seu artigo de 1955, The New Brutalism, Reyner Banham afirma que o estilo deve apresentar: “1, legibilidade formal da planta; 2, clara exposição da estrutura; e 3, valorização dos materiais por suas qualidades inerentes, tais como encontrados”.
O One Kemble Street, um bloco de escritórios cilíndrico de 16 pavimentos originalmente chamado "Space House" e projetado por George Marsh e Richard Seifert, exibe claramente todas essas características, constituindo um marco no coração de Londres que permanece tão impressionante hoje quanto em sua conclusão, em 1968. Ao registrar o edifício tombado como patrimônio de Grau II ao longo do dia, o/a fotógrafo/a Ste Murray consegue capturar lindamente a essência da edificação, celebrando seu cinquentenário ao mesmo tempo em que destaca o fascínio de sua forma de uma maneira que sugere paralelos com ideologias contrastantes.
O Conversatório FA é um projeto que surge da inquietação de gerar um espaço de reflexão sobre o pensamento contemporâneo, com a intenção de que esses próprios espaços propiciem a construção de um diálogo enriquecido por diferentes pontos de vista. O projeto busca a apropriação de diversos espaços e a geração de novos questionamentos e buscas dentro de um pensamento crítico e plural em espaços abertos da universidade, propiciando o diálogo democrático sobre temas selecionados de acordo com as inquietações dos/as estudantes.
A estrutura do Conversatório FA busca aproximar convidados/as externos/as da comunidade para gerar vínculos e novas perguntas sobre o futuro da profissão, tendo contado com figuras de destaque como Alberto Pérez Gómez, Néstor García Canclini e, mais recentemente, Carlos Amorales. Como parte da oitava edição, foi realizado um evento focado na perspectiva de gênero a partir da arquitetura, contando com a participação da arquiteta argentina Inés Moisset, coordenadora do projeto 'Un día, una arquitecta', e de Zaida Muxí, autora de diversas publicações com perspectiva de gênero e codiretora do Master Laboratorio de la Vivienda del Siglo XXI da Universidade Politécnica da Catalunha.
Nesta ocasião, o Blog da Fundación Arquia, junto com a arquiteta Sabrina Gaudino Di Meo, traz um artigo sobre a antipatia urbana de nossas cidades que, lamentavelmente, se tornou uma experiência cotidiana, uma condição natural que se refletiu no imaginário coletivo. Diante dessa situação, quem são os responsáveis? Onde estão o urbanismo e as políticas sociais para tornar nossas cidades mais gentis?
https://www.archdaily.com.br/pt/1117521/experimentar-a-antipatia-urbanaSabrina Gaudino Di Meo