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Elementos vernaculares aplicados em habitações contemporâneas

A arquitetura vernacular é um conceito complexo, que pode ter diferentes entendimentos a depender de onde estamos situados, e está presente em tipologias arquitetônicas variadas. Ela é profundamente conectada às suas raízes e seu local de origem, elementos que são definidores de muitas de suas características, a partir de aspectos específicos como cultura, clima, topografia, vegetação e da disponibilidade de materiais e recursos em cada região. Suas construções também costumam estar atreladas às técnicas construtivas tradicionais de cada lugar, que foram elaboradas e desenvolvidas pelas populações, num panorama histórico mais amplo, a partir dos recursos que dispunham à mão.

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Entre a arquitetura e a paisagem: A habitação coletiva contemporânea na América Latina

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Qual é o papel do paisagismo na habitação contemporânea? De que maneiras a arquitetura e a paisagem podem se integrar em um todo? Conceber a incorporação da paisagem desde o início do projeto arquitetônico tornou-se, para muitos arquitetos e arquitetas, um aspecto definidor e até mesmo um desafio para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, além de contribuir para a proteção e o cuidado com o meio ambiente.

Em repetidas ocasiões e no contexto latino-americano, a natureza se apresenta como protagonista ou princípio fundador do partido arquitetônico proposto, envolvendo razões ligadas ao estímulo da relação com o entorno, à incorporação de espécies nativas do local e ao fortalecimento da conexão entre interior e exterior, entre outras. Embora existam diversas maneiras de planejar, ordenar e organizar a disposição dos ambientes na habitação contemporânea, o diálogo entre a arquitetura e a paisagem pode colaborar com os usos, atividades e circulações determinados em função das necessidades a serem atendidas ou dos/as usuários/as a serem acolhidos/as. 

Criatividade utilitária: reinventando a tipologia do silo

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Pesados, imponentes e utilitários, os silos são estruturas duráveis, usadas para o armazenamento de produtos a granel. Eles são importantes elementos físicos da indústria agrícola, armazenando grãos, fermentados e outros alimentos. Os volumes altos e tipicamente cilíndricos continuam sendo objeto de fascínio arquitetônico — de símbolos do progresso tecnológico no modernismo do início do século XX, até os tempos contemporâneos, provocando abordagens criativas para a reutilização adaptativa.

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Uma breve história das cidades-satélites de Brasília

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A construção de Brasília é um feito relevante em termos históricos e arquitetônicos. Para o movimento moderno brasileiro, consagrou definitivamente os nomes de Lucio Costa e Oscar Niemeyer como seus maiores representantes, e erigiu a cidade modernista para ser colocada à prova como a nova ordem urbana. Contudo, a cidade não surgiu sozinha, e nem completamente utópica, moderna e modernizante. Veio acompanhada de cidades vizinhas, entre planejadas e orgânicas, construídas simultaneamente à nova capital.

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Direitos autorais de imagens arquitetônicas na era da IA

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A arquitetura é uma disciplina referencial. Desde os zigurates, máquinas para morar, até os projetos contemporâneos de arranha-céus biofílicos, é impossível saber se as ideias são genuinamente inovadoras ou se já foram conceituadas antes. A inteligência artificial tem acelerado a conversa sobre propriedade intelectual. Conforme milhões de pessoas geram trabalhos gráficos únicos digitando palavras-chave, controvérsias têm surgido, especialmente relacionadas à proteção do trabalho criativo e dos direitos autorais dos arquitetos em suas criações. Portanto, entender o escopo do que é protegido ajuda a determinar se licenças são suficientes, se o longo caminho para o registro de marcas comerciais é válido ou se uma peça gráfica não pode ser protegida e pertence ao domínio público.

O que é compensação de carbono?

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Muito se fala sobre os perigos que a humanidade como um todo irá enfrentar com os efeitos da crise climática. Enchentes mais intensas, secas prolongadas, verões mais quentes e invernos congelantes são algumas das consequências imediatas que já podemos sentir.

A causa para tais catástrofes locais é um problema global e histórico: a emissão crescente e sistemática de gases de efeito estufa (GEE) por atividades antrópicas desde a revolução industrial. Estes gases intensificam o efeito estufa de nossa atmosfera, um fenômeno natural que garante a existência de vida no planeta. O efeito estufa acentuado desequilibra ciclos naturais, colocando em risco agora não mais apenas nosso futuro, mas já o nosso presente.

Cozinhas integradas na arquitetura espanhola: 50 casas com espaços flexíveis

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Na Espanha, a implementação de cozinhas integradas em residências tem se tornado cada vez mais comum na arquitetura contemporânea. Embora existam várias configurações e desenhos que são aplicados de acordo com os costumes e culturas das sociedades, como vimos na Argentina ou no Uruguai, a essência de conceber o espaço da cozinha como um aglutinador de atividades e um lugar de encontro entre seus habitantes e visitantes é uma fator comum. Isso tem levado os arquitetos a buscarem layouts, tecnologias e materiais capazes de proporcionar funcionalidade, amplitude e flexibilidade às residências.

Arquitetura para o fim da civilização: projetando no pós-apocalipse

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Todos estamos familiarizados com o enredo de um filme que se passa em uma cidade ainda em pé em uma era pós-apocalíptica. As ruas estão vazias, exceto por alguns sobreviventes que perambulam sem rumo, procurando sinais de vida. Os edifícios começam a desmoronar e as estruturas a enferrujar após anos de negligência, trens, ônibus e outros meios de transporte ficam abandonados e as ervas daninhas crescem nas rachaduras das calçadas e ruas. A cena parece assustadora porque não podemos imaginar nosso ambiente físico em estado de deterioração. Parece impossível que nossos ambientes construídos, onde vivemos e trabalhamos, de repente se tornem ruínas. A cidade para de vibrar.

Espaços multifuncionais: integrando ambientes da casa com bancadas

Flexibilidade e espaços abertos são temas que surgem no projeto de casas contemporâneas. Em busca de ambientes facilmente adaptáveis, para atender às necessidades em constante mudança dos proprietários, espaços multifuncionais e soluções de armazenamento criativas são mais do que bem-vindas. Para apresentar novas inspirações, selecionamos dez projetos que apresentam bancadas que integram diferentes programas e podem cumprir mais de uma função na residência.

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Tecidos seguros para design de interiores: repelentes, acústicos e à prova de fogo

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Além de seu destaque no mundo da moda, os tecidos também podem ser uma parte essencial das possibilidades criativas de um design de interiores. Ao melhorar o apelo estético de um espaço, esses materiais versáteis - feitos de fibras ou fios que foram entrelaçados, tricotados ou unidos - também fornecem funcionalidades ao espaço. Como parte de uma estratégia arquitetônica holística, esses elementos naturais e sintéticos são essenciais para projetar estofados para móveis, cortinas, divisórias e revestir paredes. As mais recentes inovações de design vêm explorando propriedades que levam o uso de tecidos um passo adiante. Mergulhando no catálogo de tecidos do Architonic, analisamos diferentes produtos com propriedades acústicas, à prova de fogo e repelentes.

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Placemaking na era da inteligência artificial

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Para os arquitetos, um dos aspectos mais cativantes da IA e do Metaverso é o placemaking. Como criamos lugares atraentes que trazem as pessoas para este novo mundo e permitem que elas aproveitem sua experiência nele, fazendo com que retornem assim que a novidade passar? Quanto deste mundo digital precisa se conectar com nossos ambientes físicos do dia a dia para que pareça significativo e como essas cidades, vilas e bairros artificiais ganham vida?

De 2000 a 2007, ensinei teoria do lugar no ciberespaço com Yehuda E. Kalay, Ph.D. na Universidade da Califórnia, Berkeley. Uma parte central deste curso foi transmitir aos alunos o fato de que os ingredientes os quais constituem um lugar não estão apenas nas mãos de arquitetos e designers. 

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O que Jane Jacobs faria? Rumo a um novo modelo para espaços de culto

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

As cidades precisam se preparar para uma onda de declínio dos templos religiosos. Enquanto as instituições de fé, ao menos as cristãs, vêm se perguntando "O que Jesus faria?" (WWJD, na sigla em inglês), as administrações municipais precisam induzi-las a fazer outra pergunta: "O que Jane Jacobs faria?" (WWJJD). Esse questionamento pode abrir caminho para um novo modelo de templos verdadeiramente comunitários.

Os Desenvolvimentos Orientados ao Transporte poderiam salvar sua cidade?

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As cidades que dependem do uso de carros particulares enfrentam uma variedade de problemas — longas viagens de ida e volta ao trabalho, engarrafamentos intermináveis e aumento da poluição. Embora pareça que os carros são a opção mais confiável para nos levar de um lugar para outro, os urbanistas frequentemente promovem os benefícios do transporte público e o desenvolvimento de comunidades centradas em suas várias formas. Muitas cidades estão crescendo mais rápido do que o inicialmente planejado. Como resultado, as ruas se expandiram, os terrenos estão sendo transformados em enormes estacionamentos e as conexões entre as comunidades estão diminuindo.

Transformações estéticas na arquitetura de Luis Barragán

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Sabe-se que Barragán não era alguém interessado em teorizar sobre sua obra. Na verdade, ele preferia que outros tentassem interpretar seu fazer arquitetônico. No entanto, dentre os poucos textos que escreveu com o objetivo de expor suas ideias profissionais, há um que se mostra bastante interessante. 

O uso da luz como elemento divino em 5 igrejas modernas

O uso da luz em construções religiosas, enquanto elemento de associação ao divino, perpassa a história da humanidade. Historicamente, uma série de templos, das mais variadas religiões, se utilizaram deste artifício enquanto tentativa de aproximação visual e perceptível do ser humano à uma dimensão sagrada e intangível. A luz costuma ser dotada de uma conotação espiritual e força simbólica significativa, que é capaz de modificar a relação, percepção e experiência das pessoas com os ambientes. Deste modo, ela é um elemento que foi, e ainda é, utilizado pela arquitetura para criar cenários e efeitos em muitos espaços religiosos, especialmente nas igrejas.

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Bambu na arquitetura: mesmo material, usos diferentes

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Se projetássemos um material de construção ideal, ele se pareceria com o bambu. Ao menos é isso o que afirma Neil Thomas, diretor do atelier one, escritório de engenharia estrutural de Londres. Sua forma tubular, feixes vasculares, velocidade de crescimento e facilidade de manipulação são características que o tornam ideal para a construção. Hoje, ele ganha ainda mais interesse do mercado por ser uma fonte renovável e possuir baixo impacto ambiental em comparação com outros materiais. Além disso, ele é extremamente versátil e pode ser utilizado de diversas formas numa obra. Aqui, elencamos algumas delas.

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O que é arquitetura kitsch?

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Alguns autores afirmam que o termo kitsch tem origem alemã e surgiu no vocabulário artístico por volta de 1860 a partir do verbo kitschen/verkitschen (trapacear, vender alguma coisa em lugar de outra). Outros, como Guimaraens & Cavalcanti (1979), afirmam que há também uma origem do termo na língua inglesa, provinda da palavra sketch, que significa esboço. Na segunda metade do século XIX, quando os turistas americanos queriam comprar uma obra de arte a preço barato eles pediam um sketch.

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A história da longa relação de Portugal com a cerâmica e para onde ela caminha a partir de agora

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Quando um país se torna conhecido por sua exportação mais famosa, ambos podem passar a ser sinônimos de qualidade. Combinações como o vinho francês, o mármore italiano e a engenharia alemã são exemplos do selo de excelência proporcionado simplesmente pelo berço geográfico de um produto. Embora as exportações mais famosas e apaixonantes de Portugal pudessem ser igualmente a cortiça, o futebol ou os doces conventuais à base de ovos, há muito mais na cultura e na economia portuguesas do que jogadores vaidosos e pastéis de nata.

Se a relação da cultura portuguesa com a cerâmica é conhecida pelos pratos, tigelas e jarros de padrões característicos que milhões de turistas tentam manter intactos na viagem de volta para casa, poucos pagariam a taxa de bagagem extra por 50 m² de revestimentos cerâmicos. No entanto, o clima agradável do país, aliado a uma tradição artesanal e à resistência natural, durabilidade e pigmentação da argila portuguesa, faz com que as fachadas cerâmicas de alta qualidade sejam uma característica marcante da arquitetura portuguesa. Além disso, o material é exportado para o mundo todo, tanto para superfícies externas quanto internas.

O que é inércia térmica? Conheça seus benefícios e exemplos de aplicação

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Benéfica em climas que sofrem grandes amplitudes térmicas, onde há uma grande diferença entre as temperaturas diurnas e noturnas, a inércia térmica é um importante conceito para levar em consideração na hora de projetar para um melhor conforto térmico. Por se tratar de uma estratégia passiva para controle de temperatura, ela elimina a necessidade de gastos energéticos extras e torna a construção mais sustentável.

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Solano Benítez sobre a Cidade do Futuro em Mendoza: "Construir com a menor quantidade de matéria e energia"

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Enquanto os muros perimetrais são demolidos, um novo traçado se desenha na antiga pista do ex-aeroparque da cidade de Mendoza. O avanço do novo projeto de refuncionalização, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo governo da cidade, busca reutilizar o terreno ocioso de 72 hectares para a exploração e o desenvolvimento de uma cidade mais aberta, inclusiva e carbono neutra. Este masterplan foca em estratégias que abordam a sustentabilidade ambiental e climática, a gestão eficiente de energia, água e saneamento, a habitação, a mobilidade e os espaços públicos acessíveis, além da inclusão de grupos vulneráveis e do desenvolvimento social local. O plano contempla a inserção de infraestrutura, parques e áreas verdes, usos comerciais e gastronômicos, um polo tecnológico e de inovação, e o desenvolvimento de novos modelos de habitação unifamiliar e coletiva: "a habitação do futuro".  

A apresentação oficial do projeto, diante de autoridades do governo de Mendoza, integrantes do BID, estudantes e demais convidados, foi realizada no próprio terreno do ex-aeroparque. Nesse contexto, o renomado arquiteto paraguaio Solano Benítez foi convidado a participar da construção de uma pérgula de acesso para a "cidade do futuro", que seguisse as diretrizes técnicas do projeto urbano pautado na economia circular, buscando articular o artesanal e o pré-fabricado para "passar de uma construção tradicional, baseada em mecanismos de altíssima energia incorporada, para a reutilização de materiais com menor gasto energético", conforme apontam os arquitetos e urbanistas Felipe Vera e Matías Lince, do BID. Partiendo da exploração das possibilidades construtivas do tijolo — material por excelência da construção paraguaia —, a arquitetura desenvolvida por Benítez foca na promoção de soluções arquitetônicas de forma eficiente e local, priorizando o uso inteligente da matéria. 

Cidade do Futuro: O projeto para transformar o antigo Aeroparque de Mendoza

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“O mundo está repleto de aeroportos obsoletos e abandonados. Aeroportos de múltiplos hectares, vazios, em localizações centrais, que precisam ser refuncionalizados. Há cidades que adotaram essa medida de forma muito bem-sucedida: São Francisco, Berlim, Caracas. A grande pergunta é: o que Mendoza fará com o seu grande caso?”. Essas palavras do arquiteto e urbanista Felipe Vera introduzem uma das transformações urbanas mais importantes da Cidade de Mendoza nos últimos tempos. No Ex-Aeroparque, foi apresentado oficialmente, no dia 22 de março, o novo projeto de refuncionalização promovido pelo BID e pelo governo da cidade, que busca reutilizar o terreno vago de 72 hectares para a exploração e o desenvolvimento de três visões: uma cidade mais aberta, inclusiva e carbono neutro.

Energia solar na arquitetura latinoamericana: como implementar painéis solares em nossas casas?

Que estratégias de projeto ou novas tecnologias podem ser integradas ao projeto arquitetônico sem colocar em risco o meio ambiente? Nos últimos anos, as energias renováveis têm se tornado cada vez mais populares no mundo inteiro, e a energia solar fotovoltaica é uma das muitas que estão crescendo exponencialmente.

A trajetória dos 10 maiores emissores de carbono desde o Acordo de Paris

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Muita coisa aconteceu desde que os países se encontraram em Paris, em 2015, e estabeleceram um acordo para combater as mudanças climáticas. Até aqui, mais de 196 países ratificaram ou se juntaram de alguma maneira ao Acordo Climático de Paris, representando mais de 96% das emissões globais dos gases de efeito estufa. Em paralelo, 57 países – incluindo Estados Unidos, Japão, Canadá, Alemanha e México –, também elaboraram planos de longo prazo para descarbonizar suas economias.

A ciência do sentar: 6 regras para escolher um sofá confortável

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Apaixonar-se é fácil. Quando os olhos se encontram em um showroom lotado, a beleza dos pés esbeltos de um sofá, o tecido macio e as curvas convidativas são como um canto de sereia, cegando você para a verdade. Então, seis ou oito semanas depois, a verdade aparece. 

Não há nada melhor depois de um dia difícil do que se sentar em um sofá confortável. Na verdade, também não há nada melhor depois de um dia tranquilo. Mas, e se aquele sofá pelo qual você se apaixonou não for tão bom de se sentar quando você chegar em casa?

Para evitar as dores do relacionamento (no pescoço e nas costas) e garantir compatibilidade a longo prazo, aqui estão algumas regras para selecionar o sofá certo.

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