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Apartamentos brasileiros: interiores que combinam concreto e madeira

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Se hoje já compreendemos que construir com concreto é prejudicial ao meio ambiente, uma das possibilidades de adotá-lo sem danos está na reforma de edifícios que podem expor sua estrutura e trazer o material à tona. Se sua aparência pode ser lida como austera ou extremamente fria para abrigar um lar, a madeira surge como alternativa para amenizar essa sensação e transformar uma possível estética industrial num ambiente residencial aconchegante. Desta forma, concreto e madeira conseguem brindar diferentes qualidades para um mesmo espaço a partir do contraste de suas texturas e cores que geram distintas sensações ao corpo. São várias as formas de pensar em como esses materiais podem dialogar e, aqui, apresentamos algumas delas a partir de seis apartamentos brasileiros.

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O detalhe da tradição: conhecendo a obra de Carlos Castanheira

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A história da arquitetura está repleta de manifestações e linguagens diversas, que respondem diretamente ao contexto em que se inserem. Dentro da História existem muitas histórias, o que significa dizer que existem muitas tradições. A ideia de uma tradição universal é desmontada numa olhadela rápida em qualquer livro de história da arquitetura.

É claro que os movimentos vigentes apresentam preceitos comuns, mas isso está longe de significar uniformidade formal. Contudo, ao se encarar a multiplicidade histórica e, por conseguinte, de tradições, é possível afirmar que determinadas regiões possuem determinadas arquiteturas. Portugal é definitivamente um país com uma tradição arquitetônica, e Carlos Castanheira é um de seus representantes.

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Tijolo por tijolo, resíduos podem moldar o futuro da construção

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Há certos símbolos que transcendem barreiras linguísticas e são prontamente reconhecidos e compreendidos por pessoas de diversas culturas. Exemplos incluem os ícones de banheiro masculino e feminino, a cruz que simboliza saúde e, mais recentemente, o símbolo universal do Wi-Fi. Entre esses ícones universais está o da reciclagem, concebido em 1971 por Gary Anderson, arquiteto e designer que, na época, era um estudante na Universidade do Sul da Califórnia. Como um ciclo contínuo, trata-se de um triângulo com três setas dispostas no sentido horário, cada qual representando a indústria, o consumidor e a reciclagem, respectivamente.

Reintegrar o que normalmente é considerado resíduo no ciclo produtivo é um princípio central da economia circular. Esse conceito é particularmente marcante na indústria da construção, que historicamente dependeu da destruição e extração de recursos para existir. E nada mais simbólico do que os tijolos, que também representam a construção de novas coisas, para aplicar os conceitos da circularidade. Mentes criativas têm abraçado este desafio, concebendo soluções que transformar materiais descartados em recursos de elevado valor,  gerando uma ampla gama de produtos, abrangendo matérias-primas residuais que vão desde algas marinhas e plásticos até cabelos humanos. Tais inovações não apenas abordam questões ambientais prementes, mas redefinem essencialmente a maneira pela qual construímos e habitamos nossos espaços. Neste artigo, destacamos 7 iniciativas que têm transformado resíduos em tijolos.

Em São Paulo, a praça é nossa?

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Uma das coisas que mais me chamam a atenção quando visito grandes cidades em outros países, sejam elas capitais europeias ou vizinhas aqui da América do Sul, é a ocupação dos espaços públicos pelas pessoas.

E não me refiro apenas a parques ou praças. Seja em Buenos Aires, Santiago, Paris ou Amsterdã, por exemplo, ao menos nos dias de sol, quase qualquer gramado é ocupado pelas pessoas, por crianças correndo e brincando, amigos fazendo piquenique, jovens lendo estirados ao sol.

Desvendando a história das ilhas artificiais: o verdadeiro custo do ambiente construído

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Ao contrário do que muitos acreditam, as ilhas artificiais têm uma longa história em muitas regiões do mundo, como as ilhas recuperadas no Antigo Egito, as centenas de crannogs de palafitas encontradas em lagos e cursos de água escoceses e irlandeses e as ilhas cerimoniais construídas durante o Império Asteca. Por definição, uma ilha artificial é uma ilha que foi construída por seres humanos, em vez de ser formada por processos naturais. Ilhas artificiais podem ser construídas por muitas razões diferentes, e essas razões estão aumentando à medida que o mundo enfrenta o iminente problema da escassez de espaço.

No passado, essas ilhas tinham fins cerimoniais ou agrícolas, e às vezes eram usadas como espaço urbano. Mais recentemente, as ilhas foram construídas para mitigar a superlotação, recuperar terras, proporcionar expansões urbanas e atender às necessidades de infraestrutura da indústria. Ilhas artificiais também possuem certas vantagens estratégicas e benefícios econômicos, e podem trazer benefícios geopolíticos. No entanto, esses tipos de projetos têm um custo significativo para nosso ecossistema, causando danos graves e extensos ao meio ambiente.

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Elegância sustentável: o uso do bambu em projetos de interiores

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Nos últimos anos, a busca por abordagens mais sustentáveis e ecologicamente responsáveis tem se tornado uma tendência crescente em diversas áreas, o que inclui os projetos de arquitetura de interiores. Dentre muitos elementos, o bambu tem ganhado destaque por sua versatilidade, sobretudo quando comparado a outros materiais, ao oferecer inúmeras possibilidades criativas de uso e manipulação para a elaboração de espaços elegantes e ecologicamente mais conscientes.

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Coberturas naturais: alternativas sustentáveis para construções modernas

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Hoje, quando imaginamos um espaço coberto, provavelmente um teto estruturado por uma laje de concreto é a imagem que nos vem na cabeça. Também hoje, quando pensamos em concreto, surge um leve desconforto na possibilidade de utilizá-lo em construções, visto os levantamentos que apontam como ele contribui para a crise climática e danos ao meio ambiente. Ampliar nosso repertório para técnicas vernaculares e tradicionais pode ser uma boa alternativa neste cenário. E, neste sentido, as coberturas naturais surgem como uma ótima solução. Utilizadas por muito mais tempo que o concreto para abrigar os humanos, elas ainda são pouco atribuídas a edificações contemporâneas, apesar de estarem alinhadas com muitas das qualidades que buscamos num projeto: materiais biodegradáveis, portanto, mais sustentáveis, apelo estético e conforto térmico. 

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Um guia para iniciar um projeto de construção em bambu

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A medida que o mundo reconhece cada vez mais a importância de adotar práticas de construção sustentáveis, a versatilidade, resistência e qualidades renováveis do bambu têm gerado um impulso significativo na transição para uma economia circular em relação aos materiais. Desde a ideia inicial até a conclusão, este artigo fornecerá informações valiosas para começar seu projeto de construção com bambu, a partir da perspectiva de Bamboo U.

Metodologia em Estratégias de Projetos (MEP) e sua aplicação em territórios urbanos degradados

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A Metodologia em Estratégias de Projetos (M.E.P) é um processo que vem sendo desenvolvido desde 2013 no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie (FAUMACK). Ela foi aplicada no grupo de pesquisa Estratégias de Projetos em Territórios Urbanos / Degradados e Portuários (LAB-STRATEGY) por meio de oficinas internacionais, conferências, atividades de extensão e materiais didáticos em diferentes áreas geográficas da América Latina e do Caribe.

Apartamentos na Espanha: 20 exemplos com menos de 100 m²

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Como projetar espaços habitáveis aproveitando ao máximo os metros quadrados disponíveis? Atualmente, o projeto de habitações nos grandes centros urbanos costuma estar associado à busca por formas de otimizar os espaços internos, integrar os ambientes para uma melhor iluminação e ventilação, e alcançar uma conexão com o exterior. Alinhados às necessidades de seus/suas habitantes, às exigências do projeto e, frequentemente, aos custos de construção, profissionais da arquitetura buscam trazer flexibilidade, amplitude e adaptabilidade aos espaços por meio de reformas, renovações, transformações, entre outras intervenções que ofereçam boas condições de habitabilidade e considerem as possíveis mudanças a serem enfrentadas pelas novas e futuras gerações.

Tideland Studio aplica tecnologias arquitetônicas para criar uma compreensão sensorial das mudanças ambientais

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Embora seja inegável que o meio ambiente ao nosso redor esteja mudando devido à atividade humana, seus efeitos podem ser difíceis de perceber diretamente, já que frequentemente são ilustrados por imagens distantes e pouco identificáveis ou por gráficos e estatísticas exaustivamente repetidos. O escritório dinamarquês Tideland Studio busca mudar esse cenário. Por meio de seu trabalho, o estúdio propõe uma nova forma de compreensão sensível sobre as transformações em curso ao nosso redor. Sua atuação é interdisciplinar, fundindo pesquisa, arte e arquitetura, ao mesmo tempo em que emprega as mais recentes tecnologias de levantamento e fabricação para dar materialidade aos fenômenos abstratos que moldam o planeta. Devido à sua abordagem prática de pesquisa e às novas perspectivas que abrem em relação a ambientes extremos afetados pelas mudanças climáticas, o ArchDaily selecionou o Tideland Studio como uma das Novas Práticas de 2023. A seleção anual destaca escritórios emergentes que utilizam a inovação e processos voltados para o futuro para repensar as maneiras como praticamos a arquitetura.

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Soluções de coil coating para o projeto de envoltórias de edifícios não convencionais

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As envoltórias dos edifícios criam um limite físico ou uma casca integrada à pele externa de uma estrutura, separando os ambientes interno e externo. Ao reunir componentes arquitetônicos como paredes, coberturas, janelas e portas, o edifício é fechado para fornecer proteção e isolamento, desempenhando um papel determinante na eficiência energética, no conforto, na estrutura e na durabilidade do projeto. Com múltiplos estilos e formas, elas são fundamentais para conferir caráter ao edifício, definindo sua aparência visual e sua integração com o entorno.

Mantendo as funções fundamentais de uma envoltória e, ao mesmo tempo, explorando possibilidades estéticas, as soluções personalizadas de revestimento metálico da Euramax criam envoltórias coloridas e não convencionais que permitem projetar com geometrias, padrões e configurações inovadoras.

Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte

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Arranha-céus são símbolos icônicos de modernização urbana e avanços tecnológicos em toda a América do Norte. Com efeito, essas estruturas são consideradas um sinal de prosperidade econômica, densidade urbana e da ambição humana. Em grandes cidades em todo o sub-continente, eles dão forma para o horizonte e identidade a essas metrópoles. Cidades como Nova York, Toronto e Miami mostram poder por meio desses projetos de ponta, que vão além de sua estatura física.

De maneira geral, arranha-céus são caracterizados por sua altura notável e pioneirismo na engenharia. Eles utilizam materiais como aço, vidro e concreto, e servem como espaços multifuncionais, que vão desde moradia até hotéis e escritórios. Arquitetos de todo o mundo ampliam os limites da criatividade arquitetônica, do design, da sustentabilidade e da funcionalidade ao construir esses edifícios. As estruturas permitem que os arquitetos maximizem o uso da terra de novas maneiras em áreas urbanas densamente povoadas.

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País sem teto: o futuro da habitação no México

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A partir da pandemia, os temas urbanos se tornaram mais latentes do que nunca na vida de muitas pessoas na América Latina. A Covid-19 gerou uma mudança bastante turbulenta no mercado imobiliário, tanto pela especulação gerada em muitos lugares pelo comércio de segundas casas, quanto pelo fenômeno dos "nômades digitais" em lugares como Medellín, Buenos Aires ou Cidade do México.

O bambu na habitação latino-americana: 10 casas que mostram o futuro do material na arquitetura

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A incorporação de materiais locais na arquitetura ganha cada vez mais protagonismo diante da necessidade de encontrar novas formas de construção mais sustentáveis e que contribuam para combater a crise climática atual. Ao compreender o comportamento dos diferentes materiais e suas principais propriedades construtivas, diversos/as profissionais da arquitetura apostam no uso do bambu, buscando desenvolver estratégias e implementar metodologias que viabilizem sua aplicação tanto nas estruturas de seus projetos quanto nos fechamentos e demais elementos que compõem os espaços.

O que é sustentabilidade hedonista na arquitetura?

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Se você acompanha o gigante do mundo arquitetônico BIG — com o perdão da redundância — provavelmente já deve ter visto Bjarke Ingles falar sobre sustentabilidade hedonista e como esse conceito permeia os projetos mais ousados do escritório dinamarquês.

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Neuroarquitetura e autismo: diretrizes para projetos saudáveis e acolhedores

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O entendimento contemporâneo da neuroarquitetura desencadeou um novo foco no design inclusivo, com ênfase na criação de ambientes que respeitem e respondam às necessidades específicas das pessoas. Nesse contexto, a abordagem do design arquitetônico para pessoas no espectro do autismo ganhou destaque.

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Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado

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A arte sempre foi um meio pelo qual as pessoas podem se conectar com os espaços, e os movimentos artísticos têm servido como uma plataforma para explorar novas relações com a arquitetura. Ao incorporar a arte em edifícios e espaços internos, eles foram transformados, resultando em uma fusão que cria ambientes bonitos, inspiradores e espiritualmente edificantes. Ao longo da história, vários movimentos artísticos, como o Renascimento no século XVII, o Barroco no século XVIII e o Art Nouveau, Art Déco e Bauhaus no início do século XX, tiveram um impacto significativo na arquitetura. Os arquitetos se inspiraram nos ideais, conceitos, abordagens estilísticas e técnicas desses movimentos, usando-os para criar estruturas habitáveis em grande escala. Como a casa é uma expressão fundamental de um movimento arquitetônico e a moldura mais simples para exibir o ethos artístico de uma determinada época, estudar seus espaços internos fornece uma imagem detalhada da influência da arte na organização espacial, design de móveis, padrões de produtos e interação do usuário.

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Materiais que definem a estética arquitetônica mexicana contemporânea

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Desde o período pré-colombiano das Américas -quando culturas como Olmec, Maia, Purepecha e Mexica (Astecas) prosperaram- até a era moderna, onde a arquitetura foi influenciada por movimentos sociais e até desastres naturais, a arquitetura mexicana mostra uma expressão arquitetônica valiosa, com sua própria voz e características distintas. O prêmio Nobel Octavio Paz argumentou que a arquitetura é uma testemunha incorruptível da história. Da mesma forma, os materiais usados para moldá-la atuaram como protagonistas dessa história, durando em muitos casos ao longo do tempo e evoluindo graças às gerações de arquitetos que contribuíram para ela, de diferentes perspectivas.

Para traçar uma linha do tempo, é possível tomar como uma arquitetura pré-hispânica de ponto de partida, que exibiu uma diversidade de nuances devido à vasta extensão territorial do México. Isso permitiu que diversas culturas encontrassem seu nicho e desenvolvessem seus estilos arquitetônicos característicos. Posteriormente, a era da colonização espanhola, que atraiu a influência da arquitetura islâmica, representou um ponto de virada notável no desenvolvimento arquitetônico. Essa fase perdurou até o advento da independência mexicana no século XIX. Por sua vez, isso marcou o início dos movimentos sociais e culturais, durante e após a revolução mexicana no início do século XX.

O papel das cores no espaço urbano: projetando para a segurança e acessibilidade

As cores são fundamentais para as dinâmicas e o cotidiano da vida urbana, mas seu impacto ultrapassa sua aparência e dimensão estética, sobretudo para as pessoas com algum tipo de comprometimento visual. Para essa parcela da população, as cores desempenham um papel ainda mais significativo, porém muitas vezes subestimado, na formação e aprimoramento da acessibilidade dos espaços públicos. A arquitetura tem um papel importante nessa inclusão, o que perpassa a escolha consciente de cores que tem o poder de melhorar a acessibilidade urbana e criar um ambiente mais inclusivo para as pessoas de todas as habilidades.

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The Second Studio Podcast: Preparando estudantes para suas carreiras e desafios globais

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais criativos para conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina discutem como as faculdades podem preparar melhor os/as estudantes para suas carreiras e para enfrentar questões de equidade, justiça social e mudanças climáticas. As perguntas foram extraídas do painel do Fórum de 2023 do EQiA (Equity in Architecture), realizado no Instituto de Tecnologia da Geórgia (Georgia Institute of Technology). O EQiA é uma organização estudantil do College of Design do Georgia Tech, dedicada à união e à equidade na arquitetura.

Desenho urbano em grelha: a arte esquecida de fazer cidades

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A locomoção em algumas cidades pelo mundo é mais simples de compreender, assim como achar um endereço sem o GPS não se torna uma tarefa tão difícil, mesmo para quem visita um lugar pela primeira vez. O desenho dos municípios ajuda a explicar essa sensação que determinadas localidades transmitem. Espaços urbanos projetados em grelha (ou grid, do original em inglês), como Barcelona (Espanha), Nova York, Chicago e Phoenix (EUA) e Toronto (Canadá), por exemplo, no qual as vias se cruzam formando ângulos retos — compondo um mapa parecido com uma grade — facilitam a orientação dos indivíduos e otimizam a utilização dos ambientes.

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Afinal, existe arquitetura gótica no Brasil?

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Arcos ogivais, abóbadas de cruzaria, vitrais coloridos, florão, rosácea, detalhes decorativos complexos. Estes são alguns dos elementos que ajudam a caracterizar a arquitetura gótica, movimento que surgiu e vigorou na Europa do século X ao XV. No Brasil, eles foram incorporados tardiamente, num contexto que revivia o movimento geral e foi chamado de neogótico. A expressão desse ressurgimento histórico é vista principalmente em grandes igrejas e alguns edifícios históricos. Por mais que o país tropical não apresente tantas obras como no continente europeu, é possível encontrar arquiteturas que expressam seus ideais de norte a sul.

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Cores em estruturas e fechamentos: aplicações em residências contemporâneas na América Latina

Embora o uso da cor possa ser utilizado para esconder ou disfarçar uma característica específica, também pode servir para destacá-las. Dentro do território latino-americano, podemos descobrir que em estruturas e fechamentos têm predominado tonalidades de vermelho, verde e azul no contexto de uma arquitetura residencial que pretende integrar uma linguagem adequada ao ambiente em que se insere.

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