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Interiores mexicanos: banheiros que integram acessórios e torneiras na cor preto fosco

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Ao longo dos anos, o design de interiores vem evoluindo de acordo com as necessidades emergentes mas, acima de tudo, em sintonia com as experiências que busca evocar no/a usuário/a. Nos últimos dois anos, fomos testemunhas de uma mudança radical e de um interesse especial por esse tema, já que a pandemia nos obrigou a prestar atenção redobrada à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais integrados que buscam atender ao bem-estar do/a usuário/a, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

Áreas verdes estratégicas: como aproveitar ao máximo seus efeitos de resfriamento

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As áreas verdes são consideradas uma das formas mais adequadas e acessíveis para mitigar os efeitos do aumento das temperaturas nos ambientes urbanos. À medida que o clima global aquece, as cidades em todo o mundo enfrentam ondas de calor mais frequentes e extremas, colocando seus cidadãos em risco. Muitas cidades estão adotando estratégias para reduzir o impacto das ilhas de calor urbanas, que são geradas quando a cobertura natural do solo é substituída por superfícies que absorvem e retêm calor, como pavimentos e edifícios. Isso aumenta a temperatura em vários graus. As cidades têm seu microclima, influenciado por esse fenômeno aliado a uma série de fatores muitas vezes esquecidos. Para que uma estratégia climática seja eficiente, todos os fatores precisam ser levados em consideração.

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Julia Guarino, a primeira “senhorita arquiteta” do Uruguai

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Nascida em 17 de julho de 1897, Julia Guarino Fiechter tornou-se a primeira mulher a obter o título de arquiteta no território uruguaio, por volta de 1923. Embora fosse natural de Éboli, na província de Salerno, Itália, cresceu e desenvolveu toda a sua vida profissional no Uruguai após se formar na Faculdade de Arquitetura da Universidade da República, atuando também como desenhista e professora.

Onde começa e onde termina uma cidade?

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A pergunta-título deste artigo parte da dedução de que, se as cidades — nos moldes modernos — são entes espaciais possuidores de um ponto originário e demarcatório de desenvolvimento, logo, as mesmas também detêm um ponto (ou linha) equivalente de finitude. A questão poderia ser sanada de imediato ao se valer da cartografia. Sob a ótica administrativa e organizacional, mapas permitem, de certo modo, definir a extensão de todo e qualquer aglomerado urbano. Contudo, os limites arbitrados por bases de representação escalar não dão conta de derrogar a reflexão, pois o senso de apreensão da cidade é muito mais complexo. Como elabora Ferrão (2003), numa fala que abarca, para além da geografia e arquitetura, a dimensão sociopolítica da matéria: a cidade é um “objeto de contornos cada vez mais invisíveis.”

Mobiliários para crianças: camas, cadeiras e mesas em miniatura para ambientes saudáveis e seguros

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Mobiliários para crianças:  camas, cadeiras e mesas em miniatura para ambientes saudáveis e seguros - Imagem de Destaque
Stool S/M DBV-505-FD-01-01 / De Breuyn. Image Courtesy of De Breuyn

Relembrando sua infância, Peter Zumthor disse uma vez: “Memórias como essa contêm a experiência arquitetônica mais profunda que eu conheço. São os reservatórios das atmosferas e imagens arquitetônicas que exploro em meu trabalho como arquiteto. ”Essas palavras aludem a um conceito fundamental por trás do design para crianças: tudo o que encontramos nos primeiros anos de nossas vidas, incluindo a arquitetura, pode ter um grande impacto em nossa perspectiva futura do mundo. Quando os espaços são projetados de acordo com as necessidades específicas das crianças, elas estimulam seu bem-estar físico e mental, além de aumentar as habilidades de autonomia, auto-estima e socialização. Arquitetos têm a responsabilidade de garantir que as crianças vivam, brinquem e aprendam em ambientes que contribuam para o seu desenvolvimento saudável de longo prazo.

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Dia Mundial da Fotografia: Conversas com 15 fotógrafos de arquitetura

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O ArchDaily apresenta os projetos de arquitetura mais inovadores através do olhar criativo de fotógrafos especializados. Seus registros nos aproximam das obras, refletem a visão dos arquitetos e, sobretudo, transmitem e despertam as mais variadas emoções.

A partir de conversas com esses talentosos fotógrafos, podemos entender, pelo menos um pouco, o que eles sentem ao se depararem com um projeto arquitetônico com uma câmera na mão.

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Dia Mundial da Fotografia: uma seleção de fotógrafos e fotógrafas de arquitetura no México

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Arturo Arrieta

Tendências no design de interiores: o retorno dos nichos rebaixados

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Tendências no design de interiores: o retorno dos nichos rebaixados - Imagem de Destaque
The Wing Coworking Space. Imagem © Tory Williams via The Wing

Mesmo com todas as estranhas tendências de design de interiores residenciais voltando, você provavelmente não esperava pelos nichos rebaixados. Este conhecido recurso de design da década de 1970 é ao mesmo tempo retrô e moderno, que proporciona um lugar confortável para relaxar e uma fuga completa das distrações da televisão e do cinema. Em vez de um design que suporta e favorece uma conexão digital, ter uma grande área para sentar e, literalmente, conversar, pode ser o espaço que todos precisamos.

Uma breve história da arquitetura a partir da fotografia

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No dia 19 de agosto comemora-se o dia mundial da fotografia, ferramenta fundamental para o registro imagético da nossa sociedade. Se, por um lado, a fotografia é protagonista nos diálogos que envolvem arquitetura e cidade, retratando momentos históricos e valorizando os edifícios, por outro, ela também consegue nos guiar pelo contexto e bastidores do momento, eternizando o processo.

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Em tempos de necessidade: arquitetos se mobilizam diante de crises humanitárias

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Tempos difíceis unem as pessoas. Nos últimos anos, vimos como o trabalho coletivo pode ser uma força motriz para ajudar as pessoas afetadas por desastres naturais ou causados pela ação humana. Após uma catástrofe ou deslocamento forçado, um ambiente físico seguro costuma ser essencial. Diante disso, a coordenação de esforços torna-se um fator crucial para prestar assistência em momentos de necessidade.

Arquitetos e arquitetas, como especialistas em abrigos, desempenham um papel fundamental na criação de ambientes seguros e adequados, sejam habitações individuais, edifícios públicos, escolas ou acampamentos temporários de emergência. No entanto, como afirma o arquiteto Diébédo Francis Kéré: "Quando você não tem nada e quer convencer a sua comunidade a acreditar em uma ideia, pode acontecer de todos começarem a trabalhar com você, mas é preciso continuar lutando para convencê-los".

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Vitamin D Arquitetura

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Nuvens de peste

Em 27 de agosto de 1883, o vulcão Krakatoa, nas ilhas da Indonésia, entrou em erupção. Cinzas e rochas foram lançadas a quilômetros de altitude. Barômetros oscilaram três vezes e meia ao registrar a onda de pressão atmosférica circundando o globo. O estrondo foi ouvido do outro lado do Oceano Índico e na Austrália. Durante anos, pequenas partículas de cinza flutuaram na atmosfera, difundindo a luz do sol e dispersando cores pelo mundo.

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A cidade global e a (des)evolução do espaço público

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Em outubro de 2011, inspiradas pelas revoluções da Primavera Árabe, milhares de pessoas na Austrália e em muitas outras cidades do mundo começaram a ocupar espaços públicos. Em Sydney, onde vivo, essa ocupação ocorreu na Martin Place, muito apropriadamente em frente ao Reserve Bank of Australia. Esse protesto amplamente divulgado foi uma tentativa de promover uma mensagem pró-democracia, de liberdade civil e justiça social, além de protestar contra a ganância corporativa e a desigualdade econômica.

Tudo isso levantava uma questão central: tratava-se de uma ocupação do nosso espaço público ou de uma retomada desse espaço frente ao domínio governamental e corporativo?

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Inclinado ou plano? Diferentes tipos de telhados para casas

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Para além de sua funcionalidade primária, as coberturas são um dos elementos mais fundamentais na estética de um edifício, podendo assumir diferentes formas, compostas por variadas estruturas e vedadas por diversos materiais. Mas, para além da estética, as coberturas precisam atender às condições climáticas de onde estão localizadas, considerando as mudanças periódicas em relação à chuva, sol e ventos. 

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Projeto piloto em BIM para um edifício de energia quase zero

O escritório de arquitetura Iglesias Leenders Bylois Architects (ILB Architects) começou a incorporar o uso de Modelagem de Informação da Construção (BIM). O maior defensor da metodologia é o arquiteto Meindert Leenders, que acredita que todo escritório de arquitetura deveria trabalhar com BIM:

“Não precisa ser um projeto grande. Pegue um caso real, defina algumas metas alcançáveis e tente desenvolvê-las em BIM." O ILB escolheu o 'Bergerheide' como projeto-piloto: uma proposta que consiste em três vilas urbanas em formato de parque, projetadas em colaboração com a construtora Dethier. As regras de colaboração foram claramente estabelecidas pelo diretor do projeto, Vlaanderen Bouwt vzw, proporcionando à equipe de arquitetura uma estrutura sólida para experimentar com o BIM.

Fantasias da Branquitude

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Na inauguração do Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia, em julho de 1929, o médico e antropólogo Edgar Roquette-Pinto dirigiu-se a um público preocupado com a questão de como um país tão vasto como o Brasil poderia aumentar e melhorar sua população da melhor forma. Para alcançar isso, Roquette-Pinto exaltou a "eugenia" como a nova ciência que, junto à medicina e à higiene, garantiria a eficiência e a perfeição da raça. Com as seguintes palavras, o cientista brasileiro sublinhou uma agenda positivista que trazia a arquitetura para o cerne do movimento eugênico — a chamada ciência do "melhoramento" racial: "É fundamental ressaltar que a influência [sobre a nossa raça] não provém do meio natural, mas sim do meio artificial, criado pelo homem." Com essas observações de abertura do Congresso, Roquette-Pinto chamou a atenção para o papel crucial que o ambiente construído desempenha no "melhoramento" do que ele chamava de "patrimônio biológico" da diversa população brasileira. Em seu convite à engenharia social, Roquette-Pinto apontou para o conluio genético-ambiental que se esperava trazer consigo a própria possibilidade de progresso.

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Mulheres por trás das lentes: 15 fotógrafas brasileiras

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A fotografia de arquitetura tem sido historicamente um gênero dominado por homens, assim como a própria arquitetura e a indústria da construção em geral. Mas esse cenário está mudando rapidamente. Alguns dos maiores nomes da fotografia de arquitetura muntial agora são mulheres e no campo nacional, não é diferente. Ao enfrentar barreiras de gênero, sendo uma das principais dificuldades a exposição ao espaço público em horas não usuais, carregando equipamentos valiosos — como a fotógrafa Ana Mello já afirmou em entrevista — essas profissionais estão rompendo paradigmas e eternizando as obras com seus olhares aguçados e sensíveis.

O que é uma métrica ESG e como ela mudará o futuro do design?

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Profissionais de arquitetura assumem uma responsabilidade significativa ao conceber projetos que devem ser bem-sucedidos não apenas para seus clientes, mas para qualquer pessoa que habite ou seja impactada por seus espaços. Temas como sustentabilidade, inclusão social, oportunidades econômicas e equidade urbana global têm estado constantemente em pauta nos últimos anos, resultando em uma nova abordagem holística de projeto para um futuro melhor, que muitos vêm chamando de métricas Ambientais, Sociais e de Governança, mais conhecidas como ESG.

Cuidado além da biopolítica

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O que significaria projetar edifícios que transcendam a contabilidade econômica da biopolítica liberal, oferecendo, em vez disso, uma lógica inteiramente diferente para a promoção da saúde? Nos anos em que Michel Foucault conceituou o termo biopolítica, ele fazia parte de uma constelação de pesquisadores/as e arquitetos/as que desenvolveram práxis de cuidado que definiam o valor da vida e de sua manutenção por meio de um cálculo baseado no desejo. As instituições do Estado de bem-estar social da arquiteta Nicole Sonolet, em particular — hospitais psiquiátricos, conjuntos de habitação social e novas tipologias de aldeias construídas principalmente na França do pós-guerra e na Argélia pós-colonial, entre as décadas de 1950 e 1980 —, foram projetadas não apenas para apoiar, mas para centralizar as necessidades de pessoas frequentemente excluídas dos processos de projeto. Os centros de saúde mental de Sonolet para residentes do 13º arrondissement de Paris, em especial, foram projetos fundamentais para a descoberta de uma prática projetual vinculada à prestação do cuidado em si.

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“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks

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A arquiteta estabelecida em Londres Alison Brooks nasceu e cresceu no Canadá, onde estudou arquitetura na Universidade de Waterloo, em Waterloo, Ontário. Após se formar em 1988, partiu para Londres, onde, depois de trabalhar com o designer Ron Arad por sete anos, fundou o escritório Alison Brooks Architects em 1996. Suas obras mais representativas incluem o Accordia Brass Building em Cambridge (vencedor do Stirling Prize), o Cohen Quad do Exeter College em Oxford, o pavilhão The Smile para o London Design Festival de 2016 e diversas residências unifamiliares expressivas em Londres: VXO House, Fold House, Lens House, Mesh House e Windward House.

Entre os projetos atuais do escritório estão o The Passages em Surrey, no Canadá; o Homerton College em Cambridge, além de outros projetos residenciais e culturais no Reino Unido e na América do Norte. Este mês, a proposta do escritório foi selecionada para a lista de finalistas do LSE Firoz Lalji Global Hub e do Institute for Africa, em Londres. Junto ao escritório nigeriano Studio Contra, a equipe liderada pelo ABA foi uma das seis finalistas escolhidas entre 190 propostas internacionais.

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Fórum ArchDaily x Shenzhen Creative Home Design Week: “Um Passo à Frente, Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar”

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A edição de 2022 da Shenzhen Fashion Home Design Week (doravante denominada "Semana de Design") chegou ao fim com sucesso. Em meio aos desafios impostos pela pandemia, o ArchDaily, em parceria com a MEFine, apresentou o fórum temático "Um Passo à Frente: Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar". Integrado ao "Design Loud" — espaço de debates focado em design e criatividade idealizado pelo Design Dome —, o evento foi concluído com êxito, deixando reflexões marcantes.

Joanie Lemercier apresenta a instalação "Paisagens de Luz" no Laboratório Arte Alameda, Cidade do México

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O Laboratorio Arte Alameda (LAA) –espaço da Rede de Museus do Instituto Nacional de Bellas Artes y Literatura (Inbal)– em colaboração com a Fundación Telefónica, apresenta Joanie Lemercier. Paisajes de luz, primeira exposição individual de Joanie Lemercier, artista de origem francesa, no México. A proposta oferece "um percurso por diferentes paisagens que transportam desde a contemplação de linhas abstratas depuradas e o fascínio provocado por majestosas montanhas virtuais geradas por computador, até a preocupante realidade de uma natureza superexplorada."

Espaços intersticiais e vida pública: pequenas intervenções que tecem nosso ambiente construído

Ao longo dos anos, as configurações urbanas foram mudando e assumindo novas formas. Os espaços de trabalho tornaram-se mais flexíveis, os escritórios em casa são comuns e os crescentes custos na construção levaram a mudanças na forma como as edificações são concebidas e construídas, nos direcionando para áreas externas públicas e comunitárias destinadas à atividades de lazer e encontros sociais. Nossos estilos de vida em constante transformação estão, portanto, moldando uma nova paisagem urbana que influencia na maneira como concebemos e usamos esses espaços. Entretanto, algumas tipologias menores e muitas vezes não reconhecidas persistiram e permanecem tão necessárias como sempre foram.

Estes não são lugares de função definida, mas abrigam instâncias valiosas em nosso dia-a-dia. São os espaços intersticiais (ou intermediários) que atuam como amortecedores e conectam nossos espaços privados aos edifícios ou ambientes públicos e funcionais. São os corredores, áreas de espera, elevadores, escadas, entradas e outras zonas de transição que entrelaçam nosso ambiente construído.

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Como as tendências atuais da sociedade influenciam a arquitetura de interiores contemporânea?

Como as tendências atuais da sociedade influenciam a arquitetura de interiores contemporânea? - Imagem de Destaque
E Poolhouse / Habif Architects. Imagem © Vangelis Paterakis

As últimas duas décadas mostraram ao mundo novas maneiras de viver como resultado de diferentes mudanças sociais, econômicas e ecológicas. Naturalmente, essas mudanças chegaram à arquitetura e à prática urbana, provocando novos conceitos dentro das tipologias tradicionais. Ao projetar um espaço, independentemente de sua função, sempre se priorizaram as necessidades dos usuários, garantindo-se a praticidade e funcionalidade, mas, recentemente, palavras-chave como flexibilidade, privacidade, inclusão e consciência ecológica tornaram-se forças motrizes por trás dos processos de design. Neste Interior Focus, veremos como as cidades atuais e as tendências de vida em todo o mundo reformularam o design de interiores e introduziram modificações nas tipologias típicas.

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Interculturalidade e patrimônio habitado: Fotografias de arquitetura e território no Chile

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Neste dia 19 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Fotografia. Para homenagear a data, apresentamos os registros vencedores do recente concurso fotográfico "Interculturalidade e Patrimônio Habitado".

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