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O âmbito público entre os espaços online e offline: BorjaCraft e o parque San Borja de Santiago

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Este artigo de Joshua Domínguez Ruelas foi publicado originalmente na edição nº 17 da revista rita com o título "Ámbito público entre espacio online y offline". Após o *estallido social* chileno e as restrições da Covid-19, o parque San Borja ficou em desuso. Diante disso, uma comunidade reproduziu o parque no Minecraft, criando uma versão própria: BorjaCraft. Assim, coexistem dois parques em um mesmo ambiente, separados, mas fazendo parte de um só lugar. Ao entrar ou sair do espaço, ao ligar ou desligar o digital, a experiência pública ocorre entre o online e o offline. Se as características do espaço online e offline se entrelaçassem, de que maneira o âmbito público de um lugar seria ampliado? Isso põe em xeque a compreensão do público dependendo do espaço ou formato em que se habita.

50 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada

A madeira é um material natural, renovável e pode apresentar baixas emissões de carbono se manejado adequadamente. No entanto, enquanto material de construção, quando submetida a uma força direcional ao longo de sua fibra, a madeira serrada é estruturalmente instável e considerada inadequada para cargas mais elevadas. Em comparação, a madeira laminada cruzada (CLT) — cuja fabricação envolve simplesmente a colagem de várias camadas de madeira com as fibras arranjadas numa trama perpendicular — atinge um nível muito mais alto de rigidez estrutural ao longo de ambos os eixos. Os componentes de CLT devem ter no mínimo três camadas, mas podem ser reforçados com a adição de outras. Simplificando, devido à complexa física envolvida na laminação perpendicular, a resistência da CLT é semelhante à do concreto armado, com desempenho comprovado sob forças sísmicas.

Então, o que há de novo? A madeira já existe há tempo suficiente, e a usamos como material de construção há séculos. Certamente esta não é a primeira vez que alguém percebe que ela fica mais forte quanto mais você a usa. Bem... como era de se esperar, a mudança de popularidade da madeira laminada cruzada na construção coincide com uma maior compreensão e foco nas causas ambientais, mas a relação nem sempre foi positiva.

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Guia de arquitetura contemporânea de Puerto Escondido, Oaxaca

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Embora não exista um registro exato do momento em que Puerto Escondido começou a se tornar uma referência da arquitetura mexicana contemporânea, a região passou por diversas ondas. Talvez a primeira delas remonte a 2016, quando teve início a construção da Casa Wabi, um projeto de Tadao Ando na qual o escritório mexicano BAAQ' colaborou como associado no desenvolvimento do projeto executivo e na coordenação da construção. No entanto, em 2019, surgiu outra onda, que se intensificou posteriormente com o início da pandemia de COVID-19 e o trabalho remoto, despertando de forma radical o interesse em retornar às províncias e costas onde havia menor densidade populacional e menos aglomerações.

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10 obras de arquitetura para homenagear Rafael Viñoly

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Abrangendo diferentes escalas, públicos e temáticas, Rafael Viñoly esteve à frente de inúmeros projetos de arquitetura, desde museus e instituições de ensino até aeroportos e arranha-céus. Independentemente das variáveis econômicas, geográficas, tecnológicas, sociais ou culturais com as quais tenha se deparado, o vasto legado de obras que nos deixou é fruto de uma trajetória que propomos percorrer aqui — desde seus primeiros anos na profissão até seus projetos mais recentes e polêmicos.

Seis projetos residenciais com grandes entradas de vidro

A entrada de uma residência costuma causar a primeira impressão, e profissionais da arquitetura contemporânea têm utilizado panos de vidro em grande escala para criar impactos dramáticos, surpreendentes e singularmente acolhedores. Veja como seis profissionais projetaram entradas exclusivas para residências de diferentes tamanhos e localizações. 

Azulejos portugueses: breve história e aplicações contemporâneas

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A cultura refletida em um material. Os azulejos portugueses narram temas históricos, do religioso ao profano. Conformam a paisagem e os cenários lusitanos ao revestir edifícios, interiores e espaços públicos. E, desta forma, sua expressão segue em constante mudança e adaptação para tecer a ancestralidade mourisca com a contemporaneidade. 

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As vitrines inovadoras que abrigam os tesouros do Grande Museu Egípcio

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Fruto de duas décadas de desenvolvimento, o Grande Museu Egípcio (GEM), no Cairo, é um dos edifícios culturais mais aguardados do mundo, projetado para se tornar uma maravilha arquitetônica e um destacado centro de estudos científicos, históricos e arqueológicos. O vasto megaprojeto bilionário ocupa uma área de cerca de 500.000 metros quadrados, adjacente às Pirâmides de Gizé, sítio declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO. Em suas galerias, aquele que em breve será o maior museu de arqueologia do mundo exibirá 3.500 anos da história do Antigo Egito, revelada por meio de um acervo de mais de 100 mil artefatos — muitos dos quais serão expostos pela primeira vez.

Na quebrada: 11 projetos construídos em favelas e bairros periféricos

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É raro que casas em favelas sejam reconhecidas por suas qualidades arquitetônicas. Na história do Prêmio ArchDaily Building of the Year, isso aconteceu apenas duas vezes: em 2016 com a Casa Vila Matilde, do Terra e Tuma Arquitetos, e na edição deste ano com a Casa no Pomar do Cafezal projetada pelo Coletivo LEVANTE. Localizada em Belo Horizonte, a casa foi construída para o músico e gestor cultural Kdu dos Anjos, que prefere chamar-la de "meu barraco".

Nos dois casos, área reduzida, materiais simples e orçamento modesto não foram impeditivos para um projeto arquitetônico virtuoso que tirou máximo proveito das qualidades do entorno e da orientação do terreno, provando que limitações podem servir de impulso para projetos de grande qualidade.

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Reimaginando o ar condicionado: métodos tradicionais de resfriamento para o futuro

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Soluções construtivas tradicionais tendem a funcionar bem para seus respectivos contextos, por terem resistido a centenas de anos de testes e melhoramentos, e utilizarem técnicas e materiais disponíveis localmente. Ainda que a globalização e a democratização no acesso a tecnologias tenha trazido mais conforto e novas oportunidades à humanidade, no setor da construção civil observou-se uma homogeneização das soluções e a dependência nas cadeias de suprimentos globais para materiais e componentes de construção. Isso também constituiu uma ruptura entre a passagem de conhecimentos entre gerações e um apagamento das tradições.

Em relação a soluções passivas de resfriamento de edificações, atualmente há um esforço para recuperar antigas técnicas utilizadas no curso da história em localidades que sempre tiveram que lidar com o clima quente. Isso é ainda mais latente devido ao alto custo energético que o resfriamento impõe, a um cenário de aquecimento global e, principalmente, pelo fato de que dentre as projeções de incrementos populacionais, boa parte das megalópoles se localizarão na África e Ásia, com climas quentes. Pensando em um cenário futuro, é possível se inspirar no passado e aplicar essas técnicas antigas de resfriamento para edificações contemporâneas?

A ascensão e queda da densidade urbana de Nova York

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Por duzentos anos, a cidade de Nova York tem sido a maior metrópole dos Estados Unidos e continua a superar suas concorrentes. A cidade é uma das mais antigas e prósperas do país. Sua região metropolitana produz bens e serviços que equivalem em termos monetários à metade do que o Brasil produz. A sua estrutura urbana, capacidade produtiva e elevada renda per capita evidenciam sua posição privilegiada no mundo, e uma das chaves para entender a sua ascensão está no início da sua história e ao longo do seu processo de desenvolvimento. Em 1624, as terras da ilha de Manhattan foram compradas do povo indígena Lenape pelo holandês Peter Minuit, da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, que fundou a chamada Nova Amsterdã. A ilha é uma extensa área plana de 59 km² situada em meio à foz do Rio Hudson e do Rio do Leste. A baía permitia atracar grandes navios e era também um local mais fácil de se defender.

Cidade de 15 minutos: a visão de Paris que tem inspirado um movimento global

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Até alguns anos atrás, a margem direita do Rio Sena, em Paris, era uma via de trânsito rápido por onde passavam mais de 40 mil veículos todos os dias. Apesar de ter sido nomeada Patrimônio Mundial da Unesco, a via costumava estar totalmente engarrafada nos horários de pico ou funcionar como um corredor para os carros em alta velocidade. Por isso, colaborava para as taxas de poluição atmosférica da cidade, que com frequência costumavam ultrapassar os limites da União Europeia, e para milhares de mortes na capital francesa todos os anos.

Edifícios públicos e culturais: um passeio pelas obras-primas arquitetônicas de Copenhague

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A verdadeira beleza da arquitetura reside em sua capacidade de servir e melhorar a experiência humana, mas esse princípio fundamental nem sempre é respeitado. Muitas vezes, vemos edifícios “públicos” que não se integram ao tecido urbano, são desconectados de seu entorno e não contribuem para a vitalidade e qualidade de vida de uma cidade. Alguns podem até ser muito bonitos, mas se não forem funcionais, confortáveis e acolhedores para as pessoas, seu valor como espaços públicos torna-se bastante questionável. Ícones arquitetônicos como a Ópera de Sydney e o Museu Guggenheim de Bilbao, por exemplo, são celebrados não apenas por suas silhuetas impressionantes ou interiores de tirar o fôlego, mas porque aprimoram a cultura e a vida na cidade, enriquecem a comunidade e oferecem diversas oportunidades de interação e envolvimento do público. É essa abordagem holística de projeto, centrada no ser humano, que permite que esses marcos se tornem partes integrantes da identidade de uma cidade.

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Expografia modernista para uma coleção popular: a espacialidade do Museu de Arte Popular do Recife

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O Museu de Arte Popular de Recife (MAP), inaugurado em 1955, foi um dos primeiros museus dedicados ao gênero no país. Foi organizado e idealizado pelo advogado e colecionador recifense Abelardo Rodrigues (1908 - 1971) e projetado pelo arquiteto carioca Acácio Gil Borsoi (1924 - 2009). Embora extinto, o projeto do museu foi uma adaptação de uma antiga escola infantil em um espaço com características modernas para a exposição de arte popular, localizado na entrada do Parque Zoobotânico de Dois Irmãos. Os únicos registros deste espaço foram realizados pelo fotógrafo francês Marcel Gautherot (1910 - 1996) no ano de inauguração do museu. Apesar das suas singularidades, estes três personagens estavam especialmente interessados no aspecto popular das narrativas modernas, e por esse motivo, é importante analisar as perspectivas que contribuíram no interesse dos usos dessa noção.

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Um interior impresso em 3D com plástico reciclado: reduzindo os resíduos e aprimorando o design

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"Nosso planeta está sufocando com plástico", afirma as Nações Unidas. Embora o material feito pelo homem tenha muitos usos valiosos, nosso vício em produtos plásticos de uso único levou a severas questões econômicas, de saúde e ambientais. Aproximadamente um milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e cinco trilhões de sacos plásticos são usados todos os anos em todo o mundo - usados apenas uma vez e depois jogados fora. Plásticos e microplásticos chegaram a todos os cantos de nosso ambiente natural, desde os picos das montanhas mais altas até as profundezas dos oceanos. Tanto que eles se tornaram parte do registro fóssil da Terra e criaram um habitat microbiano marinho totalmente novo conhecido como "Plastisfera".

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Guia de Arquitetura de Munique: Dos arranha-céus aos pequenos pavilhões, do brutalismo ao Art Nouveau

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Munique — capital da Baviera desde 1506 — é uma cidade com ricas camadas de história. Seus muitos anos como um crescente epicentro arquitetônico deixaram uma mistura interessante e única de edifícios. De igrejas e catedrais medievais a sinagogas contemporâneas. De arranha-céus a pequenos pavilhões. Do brutalismo ao Art Nouveau. A arquitetura de Munique é verdadeiramente vasta e maravilhosa.

Embora fosse um erro não reconhecer as maravilhas cervejeiras de Munique, a única menção a essa bebida aqui se dará por meio dos impressionantes edifícios que as abrigam (como a nova sede da Paulaner, projetada pelo escritório Hierl Architekten). De fato, outros aspectos da cidade são grandiosos, mas vamos nos concentrar na principal atração de Munique: sua arquitetura.

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Conheça a proposta vencedora do Concurso Pavilhão Eco 2023 de OCIO taller + Bianchi Majer + Nicolás Guzmán + Angélica M. Pena + Andrés Lira

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Como parte do programa de exposições do Museu Experimental El Eco, foi lançada a convocatória para o Pavilhão Eco 2023, onde profissionais que atuam na prática arquitetônica no México possam dialogar com o espaço do museu. Esta edição marca os 13 anos do Pavilhão Eco, concurso iniciado em parceria com o Buró-Buró com a missão de oferecer uma plataforma para a produção arquitetônica com ênfase na experimentação e na reflexão espacial.

Baixe o kit de recursos gratuitos para ilustrações arquitetônicas de "Vista em Planta"

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A história da visualização na arquitetura passou por diversas transformações ao longo dos séculos. Sua relação intrínseca com a própria arquitetura desencadeou manifestações e críticas que, além de servirem como ferramenta para representar o mundo habitado, influenciam diretamente a percepção deste e a produção dos objetos construídos. No ArchDaily, exploramos, por meio de diversos artigos, as histórias que compõem a representação pós-digital e, especificamente no México, este é um tema que tem sido profundamente explorado.

Arquitetas espanholas que estão redefinindo os espaços de trabalho

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Dos cubículos predefinidos aos escritórios compartilhados em plano aberto, os espaços de trabalho têm transformado suas estratégias de projeto para acompanhar as mudanças no estilo de vida da sociedade. Se, por um lado, os layouts tradicionais estimulavam o trabalho mais isolado (evitando distrações sociais), a adaptação às novas tecnologias e dinâmicas de pensamento impulsionou a produtividade, respeitando a comunicação, a consciência sobre o bem-estar e os benefícios de se sentir confortável no ambiente profissional.

A comunidade de arquitetura tem acompanhado essas tendências de mudança, propondo diversas tipologias de espaços de trabalho, adaptando-se a múltiplos estilos profissionais e organizando-os de modo a criar ambientes de produtividade ideal. Entre eles, escritórios de arquitetura liderados por mulheres espanholas, de diferentes origens e estilos, destacam-se por apresentar layouts que redefinem o conceito tradicional de espaço de trabalho. Abaixo, apresentamos uma seleção de projetos inovadores de reforma, que exemplificam o design de espaços de trabalho flexíveis e dinâmicos. 

Os 77 melhores livros de design de iluminação

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A luz é um elemento essencial para perceber a arquitetura e para habitar e trabalhar em edifícios. Por isso, profissionais de arquitetura, designers de iluminação, docentes e pesquisadores/as têm escrito livros inspiradores sobre o tema. Essas pessoas compartilharam suas valiosas teorias e transformaram suas experiências em diretrizes para aprimorar o projeto de iluminação natural e a arte da iluminação. 

Esta seleção oferece uma valiosa fonte com os melhores livros de design de iluminação para estudantes, profissionais e acadêmicos/as. A lista está agrupada por categorias: iluminação natural, iluminação, iluminação urbana, fachadas de mídia, iluminação paisagística, coleções de luz, cultura, monografias, história, iluminação cênica e arte da luz. Em cada seção, os volumes aparecem em ordem alfabética, com as publicações recentes no início, seguidas pelas clássicas. Descubra obras fascinantes que vão iluminar sua percepção e compreensão da luz e do espaço.

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A Cidade de 15 Minutos, Desconstruída

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

O que é a Cidade de 15 Minutos? É toda cidade construída pela humanidade neste planeta até um século atrás, rebatizada com um nome atraente. Se os centros históricos de uma cidade não foram destruídos no último século, são essas as áreas que mais atraem turistas — pessoas que viajam por continentes e oceanos para vivenciar o melhor que elas têm a oferecer.

Há quarenta anos, um grupo de pioneiros decidiu voltar a projetar Cidades de 15 Minutos. Na verdade, planejaram cidades de 5 minutos, pois não acreditavam que as pessoas caminhariam por 15 minutos — e, no início dos anos 1980, estavam certos, dado o forte condicionamento da época em usar o carro para qualquer deslocamento. Seaside, na Flórida, foi o marco inicial. A revista Time a chamou de “a pequena cidade que mudou o mundo”. Pela primeira vez na história moderna da dispersão urbana, era possível guardar as chaves do carro na gaveta ou pendurá-las na parede e esquecê-las por dias. Ao retornar das férias em Seaside, os visitantes se perguntavam: “Por que não podemos construir assim onde moramos?”. Não demorou para que o Novo Urbanismo nascesse.

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Explore alguns dos projetos não construídos e pouco conhecidos de Luis Barragán nos 121 anos de seu nascimento.

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No dia 9 de março, comemora-se o nascimento de um dos arquitetos mexicanos mais importantes do mundo, pioneiro do Movimento Moderno no México e cuja obra transcendeu as fronteiras geográficas para ser estudada por diversas gerações de arquitetos e arquitetas, que reescreveram seus ensinamentos para torná-los próprios. Todos os anos, essa data representa o pretexto perfeito para repensar o legado de Barragán para a arquitetura não apenas do México, mas de todo o mundo, e vários têm sido os projetos que, com esse propósito, despertaram o interesse das novas gerações. No entanto, até alguns anos atrás, o registro da obra do arquiteto era pouco acessível, uma vez que mais de 50% dos projetos que ele construiu permaneciam no anonimato devido à falta de um arquivo unificado de sua obra.

Casas brasileiras: diferentes usos e funções para o quintal

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Em países tropicais como o Brasil muito se valoriza as áreas externas nos projetos residenciais. Nas casas brasileiras os quintais são utilizados de diferentes maneiras e se configuram também de acordo com o projeto arquitetônico. Sendo grandes ou pequenos, ajardinados, com piscina, ou equipados com outras funcionalidades, quando possível as famílias brasileiras buscam aproveitar ao máximo suas áreas externas.

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22ª Bienal de Arquitetura do Chile: Explorando habitats humanos vulneráveis

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Após a interrupção da edição de 2019 devido à crise social no Chile, a Bienal de Arquitetura do Chile retornou a Santiago em janeiro de 2023 sob o tema “Hábitats Vulneráveis”, abordando questões como “o déficit habitacional agravado pelo recente aumento de favelas e ocupações informais e irregulares de terras” e “a vulnerabilidade e a deterioração do espaço público, além da fragilidade ambiental no contexto da crise climática”.

Conectando as redes de mulheres arquitetas na América Latina

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“Juntas somos mais fortes”, dizem os cartazes das massivas marchas latino-americanas no Dia Internacional da Mulher. Elas tecem redes em todas as suas esferas de atuação: suas famílias, comunidades e ambientes de trabalho. E o mundo da arquitetura não fica de fora. Entre as arquitetas, esses laços permitem que se mantenham conectadas — como demonstra o caso destas quase 30 redes de mulheres arquitetas na região que apresentamos a seguir.

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