Com uma população de mais de 17,5 milhões de habitantes e 23 milhões de bicicletas — sendo mais de três milhões delas elétricas —, a Holanda é uma referência quando o assunto é mobilidade e o desenvolvimento de localidades que priorizam os pedestres e ciclistas em seus projetos urbanos. Cerca de 27% de todas as viagens realizadas no país são feitas pedalando, anualmente são percorridos mais de 15,5 bilhões de quilômetros, apontam dados do governo da nação. Apesar do índice elevado, o objetivo é adotar iniciativas que estimulem ainda mais os municípios a transformarem seus espaços e darem mais lugar para o ciclismo como principal opção para o deslocamento entre trajetos curtos, de até 15 quilômetros.
https://www.archdaily.com.br/pt/998139/fietsgeluk-o-conceito-holandes-de-felicidade-do-ciclismoSomos Cidade
A24 e Atomic Monster confirmaram recentemente uma adaptação cinematográfica de The Backrooms, um curta-metragem de terror do Youtube (expandido para uma série) criado pelo diretor de 17 anos e artista de efeitos visuais Kane Parsons.
Com base na lenda urbana homônima, The Backrooms se passa em 1996 em um labirinto aparentemente infinito de espaços de escritório com paredes amarelas e carpetes, banhados com uma iluminação interna fluorescente, lembrando um edifício abandonado. Sua estética corporativa kitsch é reforçada pelo filtro VHS, estilo de gravação de fita o qual permite que Parsons oculte imperfeições (ou evite algum efeito estranho) que um simples cenário 3D criado no Blender e editado no Adobe After Effects poderia apresentar durante o estágio de pós-produção.
Temos menos de sete anos para reduzir pela metade as emissões de gases de efeito estufa se quisermos manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5°C, o limite considerado necessário pela ciência para evitar alguns dos impactos mais perigosos das mudanças climáticas. Em 2022, inundações, secas e ondas severas de calor tiraram milhares de vidas e afetaram milhões de pessoas em todo o mundo, oferecendo um vislumbre do que devemos esperar se falharmos na ação climática. Uma vez que as cidades são responsáveis por mais de 60% das emissões globais e abrigam mais da metade da população mundial, mudar a maneira como lidamos com o ambiente urbano precisa estar no centro de nossos esforços para conter a crise do clima.
https://www.archdaily.com.br/pt/997123/5-acoes-pelo-clima-que-cidades-devem-priorizar-a-partir-de-2023Rogier van den Berg e Leo Horn-Phathanothai
Alguns dirão que é o ar fresco, a paz e a silêncio, e outros a proximidade constante da natureza; no entanto, todos concordamos que há algo único no campo. Ao entrar em uma casa de campo, todas essas qualidades podem ser refletidas pela lente do design de interiores contemporâneos, criando um ambiente acolhedor, leve e calmo. Conhecidos por seu lugar em ambientes rurais ou agrícolas e projetados para a vida no campo, as casas tradicionais dos anos 1700 foram inicialmente influenciadas por suas condições geográficas, melhorando o relacionamento com o meio ambiente. Ao conservar abordagens tradicionais, como plantas simples, telhados de duas águas e varandas grandes, a estética do campo passou por transformações para se adaptar aos modos de vida contemporâneos. Ao reutilizar e usar a arquitetura rural tradicional como uma referência direta, analisamos como os projetos atuais seguem suas estratégias de design singulares: materiais nobres, espaços conectados ao entorno e espaços simples e funcionais com detalhes únicos.
Formado nos Estados Unidos (Princeton e Cornell), o jovem arquiteto mexicano Isidoro Michan-Guindi estabeleceu seu estúdio na Cidade do México há apenas 4 anos, em 2019. Embora Michan-Guindi seja relativamente desconhecido na cena arquitetônica mexicana, seu estúdio funciona como um complexo laboratório onde coexiste uma infinidade de projetos materializados por meio de protótipos de papelão, maquetes de concreto pigmentado, peças eletrorrobóticas e moldes de alumínio; todos esses elementos se transformam em propostas arquitetônicas inteligentes, que vão de objetos cotidianos, como maçanetas, a edifícios residenciais.
Historicamente lar de vikings, reis e rainhas, Copenhague é uma cidade vibrante que mistura a arquitetura contemporânea com rios, ruas estreitas de paralelepípedos, antigas casas de madeira e castelos antigos. Repletos de história, os seus edifícios possuem um legado histórico que passa pela memória de todos os personagens, épocas e acontecimentos pelos quais a cidade passou. Como manter toda essa história viva? Ao reformar edifícios tradicionais com projetos modernos, Copenhague respeitosamente tira proveito de sua arquitetura histórica enquanto se adapta às tendências atuais.
Tomando um momento para visualizar o ambiente já construído antes de encarar uma tela em branco, a reforma permite que os arquitetos reaproveitem as estruturas existentes para um novo uso, preservando seu caráter e história, e reduzindo o impacto ambiental de novas construções. Através dos casos mais marcantes de reforma de edifícios clássicos da cidade, este artigo analisa três diferentes estratégias de reutilização de edifícios históricos através de um design inovador e sustentável.
Le Corbusier certa vez descreveu a arquitetura como “o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes reunidos sob a luz”. A luz natural – e a sombra que a acompanha – desempenha um papel crucial na formação da nossa percepção da arquitetura, cumprindo uma longa lista de funções que definem como as pessoas que utilizam os espaços vivenciam, se apropriam e interagem com os edifícios. Desde iluminar e acentuar até valorizar as vistas e evocar aconchego, a presença da luz natural tem o poder de definir o tom e a linguagem estética de um ambiente. Ela apresenta, inclusive, um impacto significativo na saúde e no bem-estar humano, o que inclui melhorar o humor e a produtividade, regular o ritmo circadiano e reduzir a fadiga ocular e as dores de cabeça – ela torna as nossas vidas literalmente mais brilhantes.
Hoje conhecemos R. Buckminster Fuller principalmente por sua obra de objetos e ideias icônicos criados ao longo de uma vida de quase 90 anos. Nascido na última década do século XIX, Fuller viveu o suficiente para conviver com Steve Jobs. Ele é descrito de variadas formas: como um "pensador de sistemas", talvez o primeiro "futurista", um visionário, engenheiro, geômetra e arquiteto (ele recebeu a Medalha de Ouro do AIA em 1970). No entanto, "inventor" é provavelmente a descrição mais precisa. A biografia de 2022 escrita pelo historiador e escritor Alec Nevala-Lee, apropriadamente intitulada Inventor of the Future: The Visionary Life of Buckminster Fuller (Dey St. Books), narra uma história detalhada e sutil do homem conhecido pelas cúpulas geodésicas; estruturas espaciais; "Nave Espacial Terra" (Spaceship Earth); o mapa, a casa e o carro Dymaxion; e conceitos como tensegridade, sinergia e "efemeralização" ("fazer tudo com absolutamente nada", como ele definia).
https://www.archdaily.com.br/pt/1138494/a-invencao-mais-complexa-de-bucky-fuller-pode-ter-sido-ele-mesmoMichael J. Crosbie
Ao emular técnicas de fabricação manual, a impressão 3D utiliza modelos digitais para criar objetos tridimensionais personalizados por meio de um processo de fabricação aditiva. Essa ferramenta permite que a arquitetura explore formas, estruturas e materiais inovadores, abrindo novos caminhos para o pensamento criativo. A tecnologia de impressão 3D vem expandindo gradualmente seus limites, integrando-se a outras tecnologias existentes para desenvolver novos usos e tipologias. É o caso do trabalho de Philipp Aduatz, que combinou texturas impressas em 3D com iluminação LED, adicionando um novo elemento de complexidade e viabilizando a criação do primeiro estúdio de cinema impresso em 3D do mundo.
Pavilhões e instalações temporárias, como as utilizadas em eventos, exposições ou festivais, apresentam-se como um grande desafio em relação à economia circular na arquitetura devido à sua condição efêmera. Parece contraditório debater sobre o gerenciamento de recursos e tentar extrair o máximo valor dos materiais minimizando o desperdício e a poluição do meio ambiente ao projetar uma estrutura que deve ser usada por um período limitado de tempo. No entanto, existem várias estratégias para repensar a forma como estamos desenhando estas estruturas e promover a circularidade.
Dentro da estratégia de projeto de um edifício, o isolamento é uma ferramenta fundamental para aumentar sua eficiência energética. Por meio de uma combinação de materiais de baixa transmitância térmica, os sistemas de isolamento termoacústico estimulam um maior conforto interno, ao mesmo tempo que ajudam a reduzir a pegada de carbono do edifício. Além dos benefícios térmicos, o isolamento acústico permite combater um problema habitual da habitação urbana – a poluição sonora –, gerando interiores livres de ruídos incômodos.
Por meio de operações ecológicas e produtos sustentáveis, a Owens Corning desenvolveu uma série de soluções de isolamento acústico que contribuem para a sustentabilidade dos edifícios, respondendo aos desafios atuais enfrentados pela construção civil.
Em qualquer cidade, os centros culturais podem desempenhar um papel fundamental na preservação e celebração do patrimônio e da história de uma comunidade, oferecendo espaço para uma ampla gama de atividades e iniciativas que incentivam a interação social e o compartilhamento de ideias e memórias. Trata-se também de instituições que promovem a educação e o aprendizado, frequentemente oferecendo aulas, oficinas e palestras sobre diversos temas relacionados à cultura, à história e às artes. Ao desempenhar esses papéis cruciais em uma determinada comunidade, esses espaços também podem se tornar polos de atração para turistas interessados em conhecer identidades, culturas e tradições locais.
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições culturais. De um centro cultural multifuncional em Buenos Aires a uma reserva técnica cultural na Coreia do Sul ou uma biblioteca revestida de madeira no Vietnã, esta seleção apresenta projetos que buscam incentivar as comunidades a se reunirem para celebrar suas culturas e histórias compartilhadas. O artigo reúne projetos de escritórios como LOOP Architects, Eddea, Salon Alper Derinboğaz e Boozhgan Architecture Studio.
goa (Group of Architects / 大象设计) é um dos escritórios de arquitetura e design mais consolidados e influentes da China. Ao longo de 25 anos de prática profissional, a goa tem representado consistentemente o mais alto padrão de qualidade na indústria de projeto de arquitetura chinesa, consolidando-se como uma das referências na criação de novos parâmetros para o habitat humano e estilos de vida na Ásia. Com uma equipe altamente especializada de profissionais e um modelo de integração de pensamento transdisciplinar, a empresa mantém uma posição de liderança em áreas como habitação de alto padrão, resorts e hotéis de lazer, edifícios corporativos, revitalização urbana, além de projetos de turismo cultural e desenvolvimento rural. Até o final de 2022, mais de 200 projetos da goa foram laureados com mais de 400 prêmios de arquitetura concedidos por organizações e mídias de prestígio nacional e internacional, como o World Architecture Festival (WAF), MIPIM, Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), Leading European Architects Forum (LEAF), European Centre for Architecture Art Design and Urban Studies, revista Architectural Review (AR), Architizer A+, Associação Chinesa de Investigação e Design de Engenharia, Sociedade de Arquitetura de Xangai, entre outros. Com a missão de "moldar ambientes de vida vibrantes", a goa continuará a proporcionar experiências espaciais únicas para as cidades e comunidades do futuro por meio de serviços de projeto de excelência.
Uma cultura corporativa rigorosa, objetiva, diversa e aberta constitui o DNA da marca goa. A empresa oferece um ambiente de trabalho estimulante e pacotes de remuneração atrativos para profissionais do setor, apoiando ativamente o crescimento autônomo de talentos e promovendo constantemente uma atmosfera inovadora de colaboração interdisciplinar. Com sua vitalidade singular, a goa dedica-se a oferecer a cada profissional um espaço prático para realizar suas aspirações voltadas para o futuro.
A iluminação artificial oferece uma variedade de estratégias para projeto de interiores. Muito utilizadas em projetos comerciais e restaurantes enquanto artifício estético para atrair clientes e criar ambientes que estimulem os sentidos, a iluminação artificial também pode ser aplicada em projetos residenciais transformando os ambientes, criando lugares aconchegantes e bem iluminados.
Em 2020, em meio à primeira onda de bloqueios devido à pandemia, o município de Amsterdã anunciou sua estratégia para se recuperar dessa crise adotando o conceito de “Economia Donut” (traduzido também como economia da rosquinha). O modelo é desenvolvido pela economista britânica Kate Raworth e popularizado por meio de seu livro, Doughnut Economics: Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist, lançado em 2017. Ela argumenta que o verdadeiro propósito da economia não precisa igualar o crescimento. Em vez disso, o objetivo é encontrar um ponto ideal, uma forma de equilibrar a necessidade de fornecer a todos o que precisam para viver uma vida boa, uma “base social”, enquanto limitamos nosso impacto no meio ambiente, “o teto ambiental”. Com a ajuda de Raworth, Amsterdã reduziu essa abordagem às proporções de uma cidade. O modelo agora é usado para informar estratégias em toda a cidade em apoio a essa ideia abrangente: proporcionar uma boa qualidade de vida para todos sem colocar mais pressão no planeta. Outras cidades estão seguindo este exemplo.
Maiores emissões de ruído, cargas de vento mais elevadas e o desejo por maior eficiência energética – as exigências estruturais para fachadas em edifícios residenciais de múltiplos pavimentos e arranha-céus estão se tornando cada vez mais rigorosas, tanto para novas construções quanto para reformas. Esse cenário é resultado do adensamento urbano decorrente da escassez aguda de habitações e das condições climáticas cada vez mais extremas provocadas pelas mudanças climáticas.
A Rockfon sediará um debate sobre o que significa focar no ser humano no design de escritórios, abrangendo desde o conforto acústico até a promoção de comunidade e inclusão. Imagem cortesia de Rockfon
O que é mais importante: o trabalho ou o bem-estar? Deveríamos ter que escolher? Uma "forte ética de trabalho" — no sentido de colocar a atividade profissional acima de tudo — costumava ser uma medalha de honra, especialmente para a Geração X, que cresceu com pais do pós-guerra e teve de enfrentar uma recessão justamente quando ingressava no mercado de trabalho, nos anos 1990. Embora a situação econômica atual apresente dificuldades semelhantes para garantir o sustento de seus descendentes, a chamada Geração Z, é justamente esse grupo emergente de profissionais que está ensinando ao restante de nós que o trabalho a qualquer custo — particularmente às custas de nosso bem-estar físico e mental — não deve ser uma ambição de vida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138209/a-arte-do-design-centrado-no-ser-humano-para-espacos-de-escritorio-saudaveisEmma Moore
Em 2021, propusemos o debate “Por que ainda precisamos falar sobre arquitetas hoje?” e, em 2022, nos dedicamos ao tema “Equilíbrio de poder e mudança de narrativas”. Em nossa terceira cobertura anual do Mês Internacional da Mulher, o ArchDaily focará nas conquistas de arquitetas diante de desafios globais, buscando soluções inovadoras para as questões contemporâneas. Alinhando-se parcialmente ao tema escolhido pela ONU para o Dia Internacional da Mulher de 2023, centrado em Inovação e Tecnologia para a Igualdade de Gênero, o ArchDaily refletirá sobre o que significa inovar diante dos desafios globais.
Quando as pessoas descrevem o movimento modernista em sua totalidade, fazem ampla referência aos arranha-céus de aço e vidro que marcam presença no horizonte de muitas cidades, ou mais especificamente, ao Estilo Internacional que surgiu na Europa após a Primeira Guerra Mundial. O Estilo Internacional representou o progresso tecnológico e industrial e um renascimento das construções sociais que influenciariam para sempre a maneira como pensamos sobre o uso do espaço em todas as escalas. Muitas vezes projetados como edifícios politicamente carregados, procurando fazer uma declaração aos governos totalitários, muitos arquitetos que influenciaram o estilo mudaram-se para os Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial, abrindo caminho para alguns dos edifícios e arranha-céus mais icônicos construídos no século XX.
Este artigo de Joshua Domínguez Ruelas foi publicado originalmente na edição nº 17 da revista rita com o título "Ámbito público entre espacio online y offline". Após o *estallido social* chileno e as restrições da Covid-19, o parque San Borja ficou em desuso. Diante disso, uma comunidade reproduziu o parque no Minecraft, criando uma versão própria: BorjaCraft. Assim, coexistem dois parques em um mesmo ambiente, separados, mas fazendo parte de um só lugar. Ao entrar ou sair do espaço, ao ligar ou desligar o digital, a experiência pública ocorre entre o online e o offline. Se as características do espaço online e offline se entrelaçassem, de que maneira o âmbito público de um lugar seria ampliado? Isso põe em xeque a compreensão do público dependendo do espaço ou formato em que se habita.
A madeira é um material natural, renovável e pode apresentar baixas emissões de carbono se manejado adequadamente. No entanto, enquanto material de construção, quando submetida a uma força direcional ao longo de sua fibra, a madeira serrada é estruturalmente instável e considerada inadequada para cargas mais elevadas. Em comparação, a madeira laminada cruzada (CLT) — cuja fabricação envolve simplesmente a colagem de várias camadas de madeira com as fibras arranjadas numa trama perpendicular — atinge um nível muito mais alto de rigidez estrutural ao longo de ambos os eixos. Os componentes de CLT devem ter no mínimo três camadas, mas podem ser reforçados com a adição de outras. Simplificando, devido à complexa física envolvida na laminação perpendicular, a resistência da CLT é semelhante à do concreto armado, com desempenho comprovado sob forças sísmicas.
Então, o que há de novo? A madeira já existe há tempo suficiente, e a usamos como material de construção há séculos. Certamente esta não é a primeira vez que alguém percebe que ela fica mais forte quanto mais você a usa. Bem... como era de se esperar, a mudança de popularidade da madeira laminada cruzada na construção coincide com uma maior compreensão e foco nas causas ambientais, mas a relação nem sempre foi positiva.
Embora não exista um registro exato do momento em que Puerto Escondido começou a se tornar uma referência da arquitetura mexicana contemporânea, a região passou por diversas ondas. Talvez a primeira delas remonte a 2016, quando teve início a construção da Casa Wabi, um projeto de Tadao Ando na qual o escritório mexicano BAAQ' colaborou como associado no desenvolvimento do projeto executivo e na coordenação da construção. No entanto, em 2019, surgiu outra onda, que se intensificou posteriormente com o início da pandemia de COVID-19 e o trabalho remoto, despertando de forma radical o interesse em retornar às províncias e costas onde havia menor densidade populacional e menos aglomerações.
Fórum Internacional de Tóquio, Japão. Imagem de kazuhiro. Imagem via Shutterstock
Abrangendo diferentes escalas, públicos e temáticas, Rafael Viñoly esteve à frente de inúmeros projetos de arquitetura, desde museus e instituições de ensino até aeroportos e arranha-céus. Independentemente das variáveis econômicas, geográficas, tecnológicas, sociais ou culturais com as quais tenha se deparado, o vasto legado de obras que nos deixou é fruto de uma trajetória que propomos percorrer aqui — desde seus primeiros anos na profissão até seus projetos mais recentes e polêmicos.
Casa VM01 / Blue Heron. Imagem cortesia de Western Window Systems
A entrada de uma residência costuma causar a primeira impressão, e profissionais da arquitetura contemporânea têm utilizado panos de vidro em grande escala para criar impactos dramáticos, surpreendentes e singularmente acolhedores. Veja como seis profissionais projetaram entradas exclusivas para residências de diferentes tamanhos e localizações.