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Instalação “A Ordem do Tempo”, do Minimaforms, revela relações construídas na ordenação do espaço

O Minimaforms apresenta The Order of Time na galeria da Architectural Association School of Architecture. Trata-se de uma instalação imersiva que busca conectar as preocupações da física, da arte e da arquitetura, revelando a ordenação dos espaços e as relações construídas por meio da experiência direta.

Três instalações escultóricas são o destaque da exposição. Organizações esféricas implantadas através de uma lógica matemática e projetadas para ampliar o espaço dentro de caixas de luz reflexivas, oferecendo ao espectador um novo momento de imersão a cada passo. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Theodore Spyropoulos, artista, arquiteto/a no Minimaforms e diretor/a do Design Research Lab da Architectural Association, sobre temas que abordam a natureza interdisciplinar da arquitetura, o processo criativo da instalação e como ela influencia a criação de espaços, edifícios e cidades.

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Anunciados os vencedores do 13º Saint-Gobain International Gypsum Trophy

Realizado a cada dois anos desde 1998, o Saint-Gobain International Gypsum Trophy premia os mais recentes avanços na excelência de execução em sistemas de drywall e gesso. Este ano, a 13ª edição do Gypsum Trophy aconteceu em Atenas, no dia 28 de abril de 2023. Das Américas à Ásia, da Europa à África, 73 projetos de 27 países concorreram em seis categorias para conquistar um dos 15 prêmios da competição.

As empresas executoras participantes aliam seu conhecimento técnico e criatividade aos sistemas de gesso e drywall da Saint-Gobain para viabilizar projetos de alto desempenho. Se por um lado algumas propostas intervêm em estruturas históricas existentes, por outro, há as que propõem edifícios totalmente novos. Da mesma forma, enquanto certos projetos mobilizaram mais de mil profissionais, outros foram concluídos por equipes de apenas algumas pessoas.

Confira a seguir os vencedores deste ano, bem como os detalhes da premiação.

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Revestimentos cerâmicos em evolução: Identidade arquitetônica mexicana no design de interiores do futuro

A identidade é um conceito complexo e em constante evolução, resultado de uma construção social composta por elementos históricos, fatores culturais, circunstâncias e fenômenos que se manifestam em um determinado lugar. No caso da arquitetura mexicana, a identidade se reflete na produção arquitetônica concebida sob a ótica de artistas e arquitetos/as, como Diego Rivera e Agustín Hernández, que plasmaram em obras como o Museu Anahuacalli e a Casa en el Aire as proporções colossais, a simetria e as formas simples do passado pré-hispânico mexicano. Por sua vez, atributos distintivos, como a singularidade folclórica das tradições, refletem-se na sensibilidade do uso da cor em obras de Luis Barragán e Javier Senosiain, criando um rico amálgama de expressões artísticas que encarnam a identidade arquitetônica mexicana em sua diversidade e constante evolução.

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Afastando-se da antiga arquitetura: o que Le Corbusier realmente quis dizer

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Este ano marca o centenário da primeira edição de Vers Une Architecture, o livro que marcou época de Le Corbusier. Embora uma nova tradução para o inglês tenha surgido em 2007 sob calorosos elogios, a maioria dos(as) arquitetos(as) em atividade leu a primeira edição em inglês, publicada em 1928 sob o título Towards a New Architecture. Comparar as três edições é instrutivo, em especial por um aspecto crucial: a inserção da palavra "novo" no título. O livro não tratava propriamente de uma nova arquitetura, uma vez que muito pouco de seu conteúdo exibia edifícios no Estilo Internacional. Em vez disso, era sob muitos aspectos uma diatribe astuta destinada a convencer os europeus de que não tinham outra escolha senão renunciar a qualquer tipo de arquitetura construída antes da Grande Guerra e recomeçar do zero. A obra foi extraordinariamente bem-sucedida em alcançar esse objetivo.

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Como é a habitação contemporânea (e como podemos torná-la melhor)

A moradia não é apenas o lugar onde vivemos. É um reflexo da nossa sociedade, da nossa cultura e das nossas aspirações. É um espaço que influencia nossa qualidade de vida, nossa saúde e nosso bem-estar. E em um mundo que muda a ritmos sem precedentes, no qual as tecnologias avançam a passos largos, a população cresce e os recursos escasseiam, é fundamental refletir sobre como habitamos e como podemos tornar nossas moradias melhores.

O ArchDaily abriu o debate sobre o tema da habitação contemporânea durante todo o mês de abril. Fizemos um convite a nossos leitores e leitoras para que se somassem à discussão sobre seu estado atual e seu futuro. Após analisar uma imensa quantidade de comentários e opiniões, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, foi uma surpresa encontrar pontos em comum sobre como, antes de mais nada, a habitação contemporânea diz muito tanto sobre adaptabilidade, inovação e diversidade, quanto sobre especulação imobiliária, falta de políticas públicas adequadas e desigualdade econômica. Conheça em detalhes os principais pontos de vista a seguir.

Além do brilho: a arte da iluminação em 20 espaços comerciais sul-coreanos

Um número crescente de estudos sugere que uma iluminação bem pensada afeta e impulsiona o comportamento do consumidor. Acrescente a isso a "instagramabilidade" e requisitos promocionais, e o papel da iluminação torna-se fundamental para alcançar um visual diferenciado e comercialmente atraente. Isso levou a implementação de painéis e luminárias com novas tecnologias que oferecem uma gama de cores e capacidade de dimerização, modificando o clima e a paleta de cores geral de um espaço. Os resultados são algumas configurações divertidas, às vezes quase caricaturais, que sugerem os melhores cenários e locais convidativos.

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Repensando Recursos no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite para arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reunirem em Copenhague, de 2 a 6 de julho, para explorar e debater como a arquitetura influencia todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Há mais de dois anos, o Eixo Científico e seu Comitê Científico internacional vêm analisando as diversas maneiras pelas quais a arquitetura responde aos ODS. Esse trabalho resultou na formulação de seis painéis científicos: design para Adaptação Climática, design para Repensar Recursos, design para Comunidades Resilientes, design para a Saúde, design para a Inclusão e design para Parcerias por Mudança. Uma convocatória internacional de artigos foi lançada em 2022, e 296 das mais de 750 submissões foram selecionadas para apresentação no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 em Copenhague. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos relacionados aos seis temas em preparação para a abertura do Congresso.

Nesta primeira matéria, conversamos com a coordenadora do Comitê Científico, Mette Ramsgaard Thomsen, professora e chefe do CITA (Centro de TI e Arquitetura) na Escola de Arquitetura, Design e Conservação da Real Academia Dinamarquesa de Belas Artes. Ela também co-preside o painel design para Repensar Recursos ao lado de Carlo Ratti, professor e diretor do Senseable City Lab do MIT e sócio-fundador do escritório CRA-Carlo Ratti Associati.

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A cidade como casa: a importância da hospitalidade urbana para a população em situação de rua

A moradia adequada, e tudo que a envolve de maneira mais ampla, é um dos princípios essenciais da humanidade, estabelecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. No entanto, segundo estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU), 150 milhões de pessoas vivem em situação de rua no mundo, e 1,6 bilhão vive sob condições inadequadas de habitação. A crise habitacional é uma problemática multifacetada e enfrentada de diferentes formas e escalas por muitas cidades, em diversos países e continentes, e um de seus aspectos mais difíceis e complexos é justamente a privação desse direito básico a certas pessoas, de diversas maneiras e por diferentes razões.

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Concreto de baixas emissões para reduzir a pegada de carbono na construção

Hoje em dia, é fundamental incorporar aos conceitos de projeto e funcionalidade estratégias que ajudem a limitar as emissões geradas pelos edifícios durante sua vida útil para combater as mudanças climáticas. Isso torna a redução do carbono incorporado na construção uma questão urgente, fazendo com que profissionais da área a levem cada vez mais em consideração para construir com uma menor pegada de carbono, em consonância com os princípios de circularidade, desenvolvimento sustentável e eficiência energética. 

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Projetando para o conforto responsável: a série Bette Intelligence

O contraste entre as caminhadas na praia e na floresta, tão importantes para ela, e a cidade vibrante com suas influências multiculturais é o que molda o estilo de Nathalie Deboel. A designer de interiores mora em Ukkel, nos arredores de Bruxelas, mas comanda seu escritório na cidade litorânea belga de Knokke – onde encontra a tranquilidade que se reflete em seus projetos. "Comforting Homes" é o título de sua monografia, publicada pela editora Stockmans Art Books, que apresenta alguns de seus projetos mais equilibrados. Para entender seu processo, Markus Hieke e a Bette entrevistaram a designer sobre como perpetuar as histórias dos edifícios e transformá-los – com foco na sustentabilidade dos espaços de banho – no lugar favorito de seus/suas habitantes.

Co-living "de marca": um espaço para comunidade ou conformidade?

Transformações sociais dramáticas, como pandemias e avanços tecnológicos, exigem mudanças dramáticas nos estilos de vida. Os arquitetos continuam explorando e propondo novos modelos de habitação, sempre atendendo às necessidades mais recentes da sociedade. O modelo de co-living é um exemplo que se tornou um sucesso estrondoso nas últimas décadas. Redefinindo a maneira como as pessoas vivem, o co-living busca fornecer uma forma de habitação social econômica. Embora amplamente voltada para as gerações mais jovens, a indústria de co-living está evoluindo para atender a vários grupos e nichos.

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Experiências revigorantes de banheiro inspiradas no ar livre que banham a alma na natureza

No universo da arquitetura contemporânea e das tendências de design, o tema da biofilia está se espalhando de forma implacável por plantas baixas, mood boards e interiores finalizados, como manteiga em um pão quente. Assim, falar de espaços ao ar livre com materiais naturais, ar puro, luz natural e vistas amplas pode parecer um disco riscado, mas às vezes tudo o que se quer é continuar apertando o "repetir". Afinal, assim como a manteiga no pão quente, o que é bom nunca é demais.

Estes espaços de banho se abrem, tanto figurada quanto literalmente, para o ambiente externo em uma variedade de climas ao redor do mundo, sem esquecer seu propósito principal: proporcionar um santuário de calmaria e conforto em um mundo estressante.

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O melhor dos dois mundos: Ray Tracing e rasterização

Visualização e tecnologia andam juntas há muito tempo. Trata-se, afinal, de um meio de representação da arquitetura que sempre dependeu do avanço tecnológico para acompanhar as demandas de um público crescente em diversos setores. Contudo, o fato de serem inseparáveis não significa que a tecnologia deva ditar o modo como a visualização é empregada. À medida que a tecnologia avança, ela se torna menos intrusiva, permitindo que o conhecimento técnico fique em segundo plano para dar protagonismo ao processo criativo e à exploração projetual.

A nova versão do Lumion chega a um cenário de visualização que se transformou drasticamente na última década. A busca pelo fotorrealismo, que dominou grande parte do desenvolvimento tecnológico da visualização, foi amplamente alcançada pela grande maioria de quem a utiliza. Hoje, uma visualização eficaz já não é uma exceção à regra, mas sim uma expectativa crescente. Como explica Remko Jacobs, fundador e Diretor de Tecnologia do Lumion: “o fotorrealismo está consolidado, especialmente na representação externa de edifícios. É muito mais fácil criar algo que tenha uma boa aparência”.

A casa como pele: trazendo Hundertwasser para o século XXI

“Eu sou tolerante. Mas revolto-me. Acuso. É a minha obrigação. Estou sozinho. Por trás de mim não há qualquer ditadura, qualquer partido, qualquer grupo, nem qualquer máfia. Nem um esquema intelectual coletivo, nem uma ideologia. A revolução verde não é uma revolução política. É sustentada pela base e não é nem minoritária nem elitista. É uma evolução criadora em harmonia com o curso orgânico da natureza e do universo.”

O parágrafo acima foi proferido em meados do século XX por Friedensreich Hundertwasser, artista e arquiteto austríaco nascido em 1928 que marcou a história da arquitetura com seu estilo único de incorporar formas irregulares e vibrantes nas obras. Seus projetos eram um verdadeiro manifesto contra a arquitetura racional e repetitiva nos quais há direito de intervenções nas janelas para os inquilinos, pisos irregulares, telhados verdes e vegetação espontânea. Como arquiteto, ele sempre colocou a diversidade antes da monotonia, acreditando no direito de cada indivíduo de modificar a sua casa e expressar sua criatividade. Porém, acima de tudo, Hundertwasser acreditava na importância da identificação do homem com a natureza e o mundo ao seu redor, abordando conceitos relacionados à vida em comunidade e ao respeito pelo meio ambiente.

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5 tipologias de casas multigeracionais

O aumento do custo de vida representa um obstáculo significativo para os jovens que buscam um lugar para morar, ao mesmo tempo em que as gerações mais velhas enfrentam dificuldades para se estabelecer em ambientes confortáveis após a aposentadoria. Diante desses desafios comuns, uma solução recorrente vem ganhando força: o retorno à moradia familiar multigeracional. 

Embora conceitos e empreendimentos de moradia compartilhada tenham sido adotados nos últimos anos, o envolvimento familiar vem se mostrando uma alternativa financeira, jurídica e emocionalmente viável. 

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Breve história das Maldivas: cultura, arquitetura contemporânea e turismo

As Maldivas são um país insular soberano localizado no Oceano Índico, organizado em 26 atóis. Sua capital e cidade mais populosa é Malé, com 103.693 habitantes. É formado por 1.190 ilhas, das quais 203 são habitadas, e está localizado a 450 km da Índia. Tem um clima tropical e úmido e é o país menos povoado da Ásia. O arquipélago tem 298 km quadrados distribuídos por uma área de cerca de 90.000 km, o que o torna um dos países mais dispersos do mundo.

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A história da torre medieval restaurada em Cluj-Napoca, na Romênia

O horizonte de Cluj-Napoca, cidade localizada na região da Transilvânia na Romênia, é definido por um mosaico de prédios históricos e modernos, dando à cidade uma aparência única e diversa. Entre os principais marcos visíveis, destaca-se a Torre dos Bombeiros, ou "Turnul Pompierilor" em romeno, por sua mistura de estilos, desde trabalhos medievais feitos em pedra até detalhes barrocos e intervenções contemporâneas. Mesmo sendo um monumento relativamente pequeno, com uma área no térreo de pouco menos de 50 metros quadrados, a torre contém camadas de história que narram a evolução de seu bairro e da cidade, desde seus primórdios durante a Idade Média até os dias atuais. Abandonada nos últimos anos, uma nova intervenção de Vlad Sebastian Rusu e Octav Silviu Olănescu tem como objetivo restaurar a posição da torre como um marco da história local e um espaço atraente para moradores e visitantes. Este artigo explora a história por trás da Torre dos Bombeiros, tanto narrativa quanto visualmente, através da lente de Cosmin Dragomir.

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O espaço do interstício: conhecendo a obra do Vão

O campo da arquitetura, em teoria, se separa da arte. Ou se discute uma espécie de hierarquia entre os dois. Por sorte, o escritório Vão é um exemplo de que a separação não precisa existir, e que a hierarquia é infrutífera para qualquer um dos lados. Fundado em 2013 por Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero em São Paulo, o escritório desenvolve projetos arquitetônicos alimentados pelo pensamento artístico, e trabalhos artísticos em escala arquitetônica.

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Zanzibar: os múltiplos significados da luz

A luz é um elemento arquitetônico integral e emotivo. O acesso à luz é tanto aproveitado como limitado na arquitetura. Enquanto habitações tropicais caras celebram vistas ensolaradas com vidraças expansivas, uma ampla gama de galerias de arte rejeita a luz em sua forma natural, eliminando-a em conformidade com os requisitos sensíveis de suas exposições. A luz em um sentido arquitetônico e urbano também é altamente simbólica, evidente nas muitas metrópoles do nosso mundo, mas onde esse simbolismo assume uma dimensão interessante é no arquipélago de Zanzibar.

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Reimaginando o futuro de Los Angeles: uma entrevista com Alan Pullman, do Studio One Eleven

A arquitetura tem o poder de transformar as cidades. Seja através do uso inovador de materiais, da colaboração com outros escritórios para a concepção de planos diretores de bairros, ou da requalificação do transporte público para toda uma população, o design pode influenciar e impactar significativamente a forma como interagimos com os lugares onde vivemos. Em uma entrevista exclusiva ao ArchDaily, Alan Pullman, do Studio One Eleven, fala sobre a visão de seu escritório para o futuro de Los Angeles e sua abordagem voltada à arquitetura e ao planejamento urbano.

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Concursos de projeto: uma ferramenta para moldar a casa contemporânea

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Viver em um mundo cercado pelo constante surgimento de novos desafios exige adaptabilidade, resiliência e aprendizado contínuo. Em resposta, os concursos de projeto encorajam arquitetos a pensarem fora da caixa para criar soluções inovadoras. Seja para projetos experimentais ou práticos, esses concursos oferecem uma plataforma colaborativa para promover inovação e criatividade na solução de desafios contemporâneos. Esse é o caso da Buildner, que desenvolve um espaço para concursos de arquitetura abertos para descobrir novas possibilidades arquitetônicas.

Os concursos de arquitetura da Buildner são uma ferramenta para impulsionar o progresso ao fomentar ideias revolucionárias que promovam a discussão de tópicos críticos como habitação acessível, sustentabilidade e arquitetura em pequena escala. São fundamentais para enfrentar desafios globais. Esses concursos visam inspirar a próxima geração de designers a desafiar o status quo.

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5 Mudanças para transformar o transporte e cumprir as metas climáticas

O transporte nos conecta. É como chegamos à escola e ao trabalho, como visitamos nossas famílias e como acessamos locais para comprar alimentos e receber tratamentos de saúde. Também é como enviamos e recebemos mercadorias e serviços. À medida que as economias e populações crescem, aumenta também a necessidade de meios de transporte eficientes, acessíveis e sustentáveis.

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Maceió: abrir ruas em um parque pode melhorar o trânsito?

Esse não é o primeiro texto a falar sobre isso, muito menos será o último. Diversos artigos apontam a inconsistência de vender políticas urbanas que favoreçam o automóvel como soluções de mobilidade. Eu mesmo escrevi em 2021 sobre a necessidade de pararmos de construir viadutos e dizer que eles vão resolver os problemas de mobilidade. Porém, recentemente, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Maceió, autarquia vinculada à prefeitura, abriu uma consulta pública para questionar a população sobre a abertura de ruas no maior parque linear da cidade, o Corredor Vera Arruda. O objetivo da proposta é melhorar a “mobilidade” e “fluidez” da região, que “sofre” com congestionamentos nos horários de pico.

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Olhar para o passado: a dívida histórica com as mulheres na arquitetura mexicana

Escrever sobre a participação de mulheres arquitetas ou no campo da construção civil é complexo. Hoje, conhecemos mulheres arquitetas contemporâneas que são multi-premiadas e reconhecidas, no entanto, olhar para o passado faz dessa perspectiva um espaço escuro e solitário.

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