HSG Learning Center / Foto de Roland Halbe. Imagem cortesia de Holcim
A necessidade de reduzir a pegada de carbono da indústria da construção e sua dependência de recursos naturais virgens é o desafio mais urgente enfrentado pelo setor. Portanto, é de extrema importância fomentar inovações que possam aprimorar os materiais de construção existentes e torná-los ecológicos, de modo a enfrentar com sucesso sua significativa pegada de carbono e fechar o ciclo dos materiais.
O concreto, por exemplo, é utilizado desde a época dos antigos romanos, tendo se mostrado um material de construção durável, resistente, acessível e versátil. Hoje, é o recurso manufaturado mais utilizado no mundo. Contudo, seus métodos de produção geram preocupações ambientais: em primeiro lugar, devido ao alto consumo de recursos naturais como areia e cascalho; e, em segundo lugar —e ainda mais importante— por conta das emissões de CO₂ associadas à produção de seu ingrediente principal: o cimento.
A fruição de um espaço depende de fatores múltiplos: área, iluminação, vista, temperatura, novidade. Em outras palavras, a emoção que se manifesta em uma pessoa dentro de um espaço é resultado de vários dos elementos próprios da arquitetura (intencionais ou não). Da parte do arquiteto, além do cliente ou da proposta, existe uma intenção formal, ou seja, estética, que seja digna do lado artístico da disciplina. O equilíbrio entre essas premissas são a base do pensamento arquitetônico em geral, mas o compromisso com ele é o que norteia a produção do spaceworkers, fundado por Carla Duarte, diretora financeira, Henrique Marques e Rui Dinis, diretores de criação do escritório.
Morar num país tropical significa apreciar momentos ao ar livre. Seja pelo contato com a brisa, a proximidade com a natureza ou para aproveitar o sol. Culturalmente, crescemos acostumados a brincar nos quintais, sentar com família e amigos em varandas, se divertir em churrascos ou apenas contemplar a paisagem ao redor. Para receber ou ampliar esses programas, muitas residências brasileiras adotam o deck de madeira como solução, um espaço versátil que pode receber distintos usos.
A madeira tem sido uma fonte popular de material de construção há milhares de anos. Por meio de processos de serragem, fresagem e outras transformações, várias formas foram criadas e aplicadas em produtos, móveis e arquiteturas. No entanto, esses processos às vezes podem alterar as linhas básicas da estrutura da madeira. Os troncos podem se dividir, os padrões de grãos podem mudar e algumas madeiras, como carvalho e cedro, podem ser facilmente reduzidas, enquanto outras podem se tornar intratáveis. Isso levou à exploração de peças inteiras nas estruturas antigas, como as cabanas feitas com madeira roliça, nas quais as camadas de madeira em diferentes seções transversais formam os perfis da casa. Por meio do projeto, o uso de troncos ou galhos de árvores em sua totalidade pode acentuar as propriedades mecânicas inatas para sustentabilidade estrutural. Embora essas práticas sejam pouco usuais nas técnicas de construção contemporâneas, inovações tecnológicas expandem as perspectivas da construção em madeira na arquitetura.
Para serem realmente eficientes, os ônibus precisam de condições especiais, como corredores exclusivos e plataformas elevadas para embarque e desembarque. Imagem: Mario Roberto Duran Ortiz
A crítica mais famosa do espaço desmedido ocupado pelos automóveis foi representada por um cartaz da cidade de Müenster, que compara o espaço ocupado por 60 carros, um ônibus e 72 bicicletas (todos transportando 72 pessoas). A imagem deixa evidente que o espaço ocupado pelos automóveis para transportar o mesmo número de passageiros é espantosamente maior.
Agrivoltaic Pavilion prototype & designs in 'Sustainable Architecture & Aesthetics.' Transforming BIPVs with custom 3D-printed filters and panels for site-specific solar collection. Courtesy Sabin Design Lab at Cornell College of Architecture, Art, and Planning and the DEfECT Lab at Arizona State University. Image Courtesy of Jenny E. Sabin
Por que pesquisar e inovar em arquitetura? Em uma conversa com a arquiteta Jenny E. Sabin, mergulhamos na ligação crítica entre pesquisa e prática em arquitetura. Buscando o desenvolvimento de um novo modelo, sua equipe incorpora uma abordagem interdisciplinar que introduz conexões entre essas áreas, fomentando a colaboração tanto com cientistas quanto com engenheiros.
Observando o comportamento da natureza, o método proposto integra descobertas biológicas e matemáticas ao processo de design. Após passar por um processo de teste sistemático, essas percepções são aplicadas na fase de design generativo do projeto para criar soluções adaptativas e responsivas de materiais. Analisando suas estratégias de pesquisa e design, mostramos como ela traduz a pesquisa em prática arquitetônica.
A habitação é uma das principais premissas da arquitetura. Para muitos, o abrigo é um de seus denominadores principais. Dentro das cidades, é pauta premente e complexa. De todo modo, as iniciativas de habitação com interesse social tentam dar conta de abrigar uma parcela considerável da população, para garantir que usufruam dessa premissa-primeira da arquitetura: uma casa.
Quando Kisho Kurokawa projetou a icônica Nakagin Capsule Tower em 1972, a estrutura pretendia concretizar os ideais do metabolismo, experimentando ideias de crescimento e adaptação inspiradas em processos biológicos. Este estilo arquitetônico surgiu no Japão pós-guerra com o objetivo de criar edifícios e megaestruturas que se assemelhassem a organismos vivos, capazes de evoluir, expandir, contrair e se adaptar às mudanças do ambiente. Seguindo essa filosofia, a Nakagin Tower era composta por 140 unidades de cápsulas idênticas, cada uma fixada individualmente em dois eixos centrais. As cápsulas deveriam ser substituídas e atualizadas a cada 25 anos, permitindo flexibilidade e mudança. No entanto, essa inovação se revelou impraticável. Quase 50 anos após a sua construção, a torre foi parcialmente demolida. No total, 23 cápsulas foram preservadas para serem reutilizadas. Atualmente, essas cápsulas estão espalhadas pelo mundo e continuam representando os ideais metabólicos.
O conceito de uma cidade pode ser entendido como um sistema em constante transformação, no qual arquitetos e habitantes colaboram para sua concepção e remodelagem. Embora sua estrutura inicial possa ser delineada por designers ou arquitetos, a essência da trama urbana é, em última instância, moldada pela sociedade e pelas gerações que a ocupam. A questão da "autoria da cidade" frequentemente surge no contexto do planejamento urbano. Será que os arquitetos e urbanistas podem prever até que ponto uma cidade evoluirá por meio de seu projeto inicial? A resposta é não. A noção de autoria do usuário reconhece, então, que o planejamento urbano não deve ser abordado como um projeto de construção convencional, no qual os designers tentam prever todos os aspectos de forma, padrão, comportamento e cultura. Em vez disso, ela reconhece o papel desempenhado pelas pessoas na configuração da trama urbana por meio de suas preferências arquitetônicas, desenvolvimento da identidade do bairro e remodelagem contínua que contribui para a história e o espírito do lugar. Esses elementos devem ser considerados desde o início do processo de projeto, contemplando ideias relacionadas à expansão futura, infraestrutura adaptável e capacitação dos cidadãos para contribuir com a arquitetura da cidade, tornando, assim, o planejamento urbano mais democrático. Este artigo explora conceitos de cidades radicais, nas quais os designers adotam ideias de autoria dos usuários e a evolução constante da arquitetura efêmera.
Diante de um mundo cada vez mais inserido nas dinâmicas dos agitados ambientes urbanos e tecnologias digitais, uma maior conexão com a natureza parece ter se tornado mais importante para o bem-estar físico e emocional das pessoas, o que perpassa, de maneira direta e fundamental, os espaços em que elas convivem. Discussões e estudos acerca de temas como a neuroarquitetura e a biofilia são cada vez mais presentes e populares no campo da arquitetura e do design de interiores contemporâneos, levantando reflexões importantes sobre uma escolha mais assertiva e consciente de uma série de elementos projetuais que compõem os ambientes que mais convivemos.
Nesse cenário, o uso de materiais como a madeira, seja em ambientes residenciais, comerciais ou corporativos, têm demonstrado efeitos positivos em como sentimos e experienciamos os espaços ao nosso redor, ao suscitarem alguma conexão com o meio natural, reconfigurando a forma como percebemos nossos ambientes de vida e de trabalho e como somos afetados por eles. Ao incorporar elementos de madeira em nossos espaços, somos capazes de criar locais de maior tranquilidade que nos permitem desconectar do estresse e da agitação da vida urbana.
Fortaleza, CE. Foto: Arthur Fonseca, via Wikipedia. Licença CC BY 3.0 br
Para enfrentar a crise climática é urgente transformar o modo de vida nas cidades, grandes poluentes e consumidoras de energia. O uso de veículos motorizados, especialmente no transporte individual, é uma das mudanças necessárias nos centros urbanos. Cidades que ofereçam segurança para pedestres, ciclistas e uma rede eficiente de transporte público são cada vez mais fundamentais.
Incentivar o desenvolvimento de centros urbanos em que as pessoas possam se deslocar de forma ativa – a pé e de bicicleta – para suas atividades diárias é o caminho que o Instituto Caminhabilidade impulsiona. Por isso, criou o Prêmio Cidade Caminhável, que valoriza e inspira ações por cidades caminháveis no Brasil.
A janela para resolver a mudança climática está se estreitando; qualquer solução deve incluir o carbono incorporado. O Sexto Relatório de Avaliação publicado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) concluiu que o mundo poderia emitir apenas 500 gigatoneladas a mais de dióxido de carbono, contados a partir de janeiro de 2020, se quisermos ter 50% de chance de ficar abaixo de 1,5 grau. Somente em 2021, o mundo emitiu cerca de 36,3 gigatoneladas de carbono, a maior quantidade já registrada. Estamos no caminho para estourar nosso orçamento de carbono nos próximos anos e, segundo o relatório, “as escolhas e ações implementadas nesta década terão impactos agora e durante milhares de anos.”
Extensão da New Ground-Academy Arena of the Arts / READ Architecture. Imagem cortesia de re-a.d
Com o fim dos dias de verão, as atenções naturalmente se voltam para o universo acadêmico, um espaço repleto de curiosidade, energia e engenhosidade. Para profissionais de arquitetura, os espaços educacionais representam uma oportunidade de exploração, ao reunirem estudantes ávidos com docentes e especialistas em suas respectivas áreas. O ambiente das instalações de ensino torna-se, assim, uma tela em branco para o cultivo da criatividade, da curiosidade e do desenvolvimento. Desde a ludicidade de creches e pré-escolas até os corredores das faculdades que moldam os acadêmicos e acadêmicas de amanhã, a arquitetura dos espaços educacionais deve equilibrar estrutura e flexibilidade para responder às necessidades de estudantes, docentes e de suas comunidades.
A seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições de ensino. De programas inovadores dedicados ao desenvolvimento infantil e engajamento comunitário a escolas de ensino médio especializadas ou instituições inclusivas que exploram o uso de materiais locais disponíveis, como a terra batida, esta seleção destaca projetos voltados para a troca de conhecimento em suas variadas formas.
Quando um/a arquiteto/a se dedica de corpo e alma a um projeto, a última coisa com que deseja lidar é um/a cliente insatisfeito/a e, consequentemente, um possível litígio.
A mitigação de riscos continua sendo uma preocupação prioritária para arquitetos/as, independentemente de como o setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operações (AECO) evolua. Novas e crescentes exigências para que os escritórios redobrem seus esforços na identificação de riscos potenciais e garantam o arquivamento da documentação adequada para evitar atribuição de culpa têm um limite de eficácia.
As cidades ao redor do mundo enfrentam desafios cada vez maiores em relação ao planejamento urbano e à criação de espaços públicos sustentáveis e atraentes, como áreas verdes. Diante disso, tem-se buscado novas alternativas para criar paisagens verdes nos espaços públicos das cidades. Esses lugares desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e transformação das cidades, sendo há muito tempo o cenário das interações sociais, expressão cultural e troca de ideias.
A África tropical abriga vastas florestas que se estendem por 3,6 milhões de quilômetros quadrados nas regiões Ocidental, Oriental e Central do continente. Essas florestas desempenham um papel crucial, fornecendo madeira para os setores de móveis, combustíveis e indústrias de papel. No entanto, a madeira ainda não faz parte da arquitetura contemporânea dessas regiões. Embora o gosto arquitetônico seja um fator, a principal razão para essa ausência está relacionada à incapacidade das indústrias madeireiras em atender aos requisitos de disponibilidade, acessibilidade, apelo estético, durabilidade e desempenho climático e estrutural da madeira. A indústria madeireira na África tropical é composta principalmente por operações informais e de pequena escala, focando principalmente no corte de toras, em vez de refinar a madeira para uso em projetos arquitetônicos ou estruturais. Apesar disso, o grande número de empresas informais na região apresenta uma oportunidade para remodelar a indústria e aproveitar os recursos florestais locais na construção de edifícios em madeira.
O anúncio da criação de um novo campus universitário costuma ser motivo de celebração, pois sinaliza oportunidades econômicas e crescimento urbano. Os Estados Unidos abrigam mais de 700 cidades universitárias que prosperaram com a inauguração de instituições de ensino, como Boulder, onde fica a Universidade do Colorado, e Chapel Hill, sede da Universidade da Carolina do Norte. Diante desse desenvolvimento, no entanto, a gentrificação infelizmente tornou-se um tema polêmico nessas localidades em todo o país. Embora a transformação dessas cidades traga expansão econômica e efervescência cultural, ela frequentemente ocorre às custas do desalojamento de moradores antigos, do apagamento do caráter histórico e da alteração da própria essência local. As cidades universitárias norte-americanas oferecem uma perspectiva única sobre como os centros urbanos podem equilibrar progresso e preservação.
A cidade de Mendoza (Argentina) sediou o certame internacional conhecido como “Feria de América”, um evento de caráter industrial e continental que ocorreu entre janeiro e abril de 1954. Como cenário adequado para a mostra, foram destinados 30 hectares no perímetro do lago do Parque General San Martín, onde foram montados 93 pavilhões e quase 20 estruturas de apoio, incluindo a Torre Alegórica, um teatro ao ar livre e bares. Os países americanos representados (e com pavilhões próprios) foram Brasil, Chile, Equador e Paraguai. Também houve um grande pavilhão que abrigou diferentes países latino-americanos, como Colômbia, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras e México; estandes de empresas chilenas e de Mendoza, além de pavilhões provinciais para Mendoza, San Juan, Misiones, La Rioja, Eva Perón (atual La Pampa), Juan Domingo Perón (atual Chaco), Córdoba, Corrientes, Santa Fe, Tucumán e Buenos Aires, além de estandes e espaços para diversas câmaras comerciais (Quiroga, 2012). A Feira materializou o desejo do governo nacional de mostrar uma Argentina pujante, próspera, integrada aos países da região e na vanguarda do desenvolvimento industrial.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138647/modernidade-em-mendoza-o-pavilhao-24-da-feira-da-americaPablo F. Bianchi
Como parte da agenda cultural do LIGA, Espaço para Arquitetura na Cidade do México, no início deste mês foi inaugurada a mostra "Al otro lado", de Juan Campanini e Josefina Sposito, que estabeleceram seu escritório em 2017 na cidade de Buenos Aires (Arg) e, desde então, vêm focando sua prática tanto no desenvolvimento de projetos arquitetônicos quanto no ensino e na pesquisa. Trata-se de uma intervenção que consiste em uma nova fachada, a qual propõe uma releitura da paisagem da Cidade do México como um tecido fragmentado composto por múltiplas partes reconhecíveis.
Boas-vindas a West Hollywood e ao episódio 9 de Opening Up. Denis Devin Donner, do escritório Rudin Donner Design, sediado em Los Angeles, nos apresenta este projeto pelo qual é apaixonado. A transformação começou com uma mansão que carecia de uma entrada definida e culminou em um portão que emoldura uma bela vista.
Em uma época na qual os impactos nocivos da ação humana sobre o meio ambiente se tornam cada vez mais evidentes, o conceito de renaturalização surge como uma abordagem promissora para a conservação e a restauração ecológica. Nos últimos anos, acompanhando o crescente interesse pela arquitetura de paisagem, a premissa de cessar a intervenção antrópica no meio natural para restabelecer um equilíbrio dinâmico parece propor um caminho economicamente viável e quase idílico para remediar danos climáticos históricos. Contudo, será que abdicar do controle sobre a natureza resume de fato o que é a renaturalização? E de que forma esse conceito se articula com a arquitetura e o design? Buscaremos respostas para essas indagações a partir de seus fundamentos, aplicações práticas e exemplos referenciais.
A Índia possui muitos museus, galerias de arte, bibliotecas públicas, teatros e centros de preservação do patrimônio cultural. No entanto, muitos desses locais estão abandonados e negligenciados, assim como os objetos que deveriam expor e proteger. Historicamente, o desenvolvimento da infraestrutura cultural na Índia tem sido responsabilidade do governo, o que muitas vezes resultou em um estado de estagnação. No entanto, nas últimas duas décadas, temos observado uma mudança significativa na cena cultural do país. O crescente interesse de instituições privadas abriu caminho para diversos projetos culturais, geralmente em parceria com autoridades locais. Esses projetos têm como objetivo celebrar a riqueza da cultura indiana, tanto histórica quanto contemporânea, tornando-se destinos populares para a classe média em ascensão.
A madeira tem desempenhado um papel fundamental na história da arquitetura ao proporcionar às construções versatilidade e sustentabilidade. Atualmente, seu uso está se transformando, impulsionado tanto pelos avanços tecnológicos trazidos pelo uso da madeira laminada cruzada (CLT) quanto por uma crescente consciência ambiental.
A lista a seguir é um índice de artigos, notícias e projetos publicados no ArchDaily que abordam tudo o que você precisa saber sobre o uso da madeira na arquitetura, desde estratégias de design e as últimas tendências até sua aplicação em obras e materiais de construção.
A cidade de Viena tem uma política habitacional bastante elogiada. Ela realmente tem muitos méritos, mas não é necessariamente perfeita. Na verdade, a política habitacional de Viena caminhou em uma direção diferente das outras cidades europeias, o que desperta o interesse de quem estuda o tema. Nesse episódio do podcast Housing Voice, produzido pela universidade UCLA, Justin Kadi apresenta algumas características que tornam a capital austríaca um caso único. O episódio também disponibiliza uma série de artigos científicos para quem quiser se aprofundar no assunto.