A Inteligência Artificial assumirá o trabalho dos arquitetos? Segundo Thomas Lane, na edição de maio de 2023 da revista Building, a IA pode automatizar 37% do trabalho de arquitetos e engenheiros. Isto, no entanto, provavelmente significará que poderemos automatizar tarefas mais mundanas e concentrar-nos mais em tarefas estratégicas e criativas.
Tal como o Revit e os softwares 3Ds não ultrapassaram o trabalho dos arquitetos, mas apenas mudaram a forma como se trabalha, o mesmo provavelmente se aplica às ferramentas de IA. Novas tarefas – relacionadas com a gestão da IA, por exemplo – também surgirão.
Uma das primeiras impressões em relação à história da arquitetura é a aparente alternância entre estilos e linguagens. Sempre que prevalece uma vertente mais sóbria, a que se segue costuma retomar motivos mais ornamentais, e assim por diante. É preciso atentar-se que esse “fluxo” é uma mera impressão: a história é sempre mais complexa que os registros indicam, e a prevalência deste ou daquele estilo são interpretações dos historiadores, situados no futuro do período sobre o qual se debruçam. O Barroco é um desses estilos.
A tecnologia da Seratech, desenvolvida por Sam Draper e Barney Shanks, tem como objetivo reduzir a quantidade de dióxido de carbono liberada na construção civil. Este processo inovador utiliza sílica, um subproduto da queima de combustíveis, como um substituto do cimento convencional no concreto, contribuindo para a redução das emissões de carbono. Ao incorporar sílica, é possível diminuir em 40% a quantidade de cimento Portland necessária, o que resulta na produção de concreto com impacto de carbono negativo. Por esse avanço pioneiro, a tecnologia recebeu o Prêmio Obel 2022, em reconhecimento ao seu foco na redução das emissões associadas à construção civil.
O Prêmio Obel é tem alcance internacional e valoriza a arquitetura que contribui para o bem-estar das pessoas e do meio ambiente. A Seratech conquistou a quarta edição deste novo prêmio internacional de excelência arquitetônica, sendo precedida pelo projeto 'Living Breakwaters' da SCAPE Landscape Architecture no ano anterior. A equipe da ArchDaily teve a oportunidade de entrevistar Sam Draper, CEO da Seratech, para discutir o papel da empresa na promoção de uma indústria de construção sustentável e conhecer seus planos para expandir ainda mais seu processo inovador.
Cortesía de Congreso Colombiano de Arquitectura y Urbanismo 2023
Anualmente, a Sociedade Colombiana de Arquitetos convoca representantes, especialistas e convidados/as especiais em torno de diversas temáticas urgentes ligadas à arquitetura do dia a dia. No Congresso Colombiano de Arquitetura e Urbanismo deste ano, a estrutura geral foi definida pelo conceito de "arquitetura social".
Trazer o verde e, muitas vezes, a produção de hortaliças, para as áreas urbanas gera inúmeros benefícios para quem vive nas cidades. Os tetos verdes são uma solução para transformar áreas pouco aproveitadas em verdadeiros oásis naturais, ajudando a diminuir ilhas de calor, absorver água da chuva, melhorando a qualidade do ar, controlando níveis de ruídos e atraindo biodiversidade.
O sistema de assentos Dylan e a família de assentos Raphael da Minotti possuem identidades distintas, mas se harmonizam elegantemente em uma variedade de espaços diferentes, sejam áreas residenciais ou de hospitalidade. Imagem cortesia de Minotti
O mobiliário estofado está no cerne de qualquer espaço de convivência, proporcionando conforto tanto físico quanto visual. Ele constitui a base para que um ambiente interno cresça e evolua, definindo o tom para um panorama mais amplo em 360 graus. Para criar uma base de fato dinâmica, geralmente são necessários diferentes sofás ou poltronas; no entanto, combiná-los para alcançar a harmonia desejada entre cor, textura, forma e função pode ser um desafio sem experimentá-los lado a lado no espaço.
Pedreiro, mestre de obras, armador, carpinteiro, encanador, pintor, eletricista, soldador. São diversos os profissionais necessários para erguer um edifício e dar vida ao projeto de arquitetos e engenheiros. De fundamental importância para garantir a qualidade de cada obra, estas funções são homenageadas hoje, dia 26 de outubro, o Dia do Trabalhador da Construção Civil. Para celebrar a data, destacamos a sabedoria que esta classe carrega e como ela tem compartilhado isso com todo o público - especializado ou não - através de vídeos tutoriais que apresentam uma melhor compreensão do universo das obras, os materiais e equipamentos utilizados, as diferentes técnicas que podem ser adotadas e como lidar com a construção.
https://www.archdaily.com.br/pt/1008908/dominando-a-arte-da-construcao-aprendendo-com-os-pedreirosArchDaily Team
Cortesía de Bienal Internacional de Arquitectura de Euskadi Mugak/
Em outubro de 2023, a Bienal Internacional de Arquitetura de Euskadi Mugak inaugurou sua 4ª exposição central na cidade de San Sebastián, na Espanha, fruto do diálogo coletivo entre figuras proeminentes do mundo da arquitetura e das artes. Consolidando-se como um dos principais eventos de arquitetura do arco Atlântico, este ponto de encontro com a cidadania abre-se às tendências e inquietações contemporâneas.
Até fevereiro de 2024, com entrada gratuita no Instituto de Arquitetura de Euskadi, estará aberta ao público a exposição reflexiva "Habitar a Mudança". A mostra baseia-se nos conceitos de "reconstruir, reabilitar e repensar", diante dos tempos de complexidade e crise vividos atualmente nos âmbitos econômico, sanitário, ecológico e social.
A partir de uma reflexão sobre a paisagem, a tipologia e a tecnologia, nasce o projeto do escritório de arquitetura Balsa Crosetto Piazzi, dando origem a um núcleo de banheiros compartilhados voltado aos/às trabalhadores/as da pecuária leiteira que vivem a alguns quilômetros da localidade de Ausonia, na província de Córdoba, Argentina.
O Anel do Porto de Copenhague – “Kronløbsringen” / Third Nature. Imagem cortesia de JJO By Tredje Natur
Através de projetos de renovação urbana, arquitetos/as, urbanistas e designers podem infundir nova vida a paisagens urbanas degradadas, modernizando a infraestrutura, introduzindo novas funções no tecido urbano e reimaginando o caráter dos espaços públicos abertos. Esses projetos despertam interesse por seu caráter duplo: se, por um lado, oferecem uma oportunidade de reimaginar o potencial da cidade, por outro, as áreas afetadas já estão consolidadas no tecido urbano, o que impõe desafios de integração e adaptação contextual.
A seleção desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily que aprimoram a funcionalidade, a estética e a sustentabilidade das áreas urbanas, ao mesmo tempo em que respeitam e acolhem o tecido existente da cidade. De um bairro residencial que prioriza a autossuficiência e a circularidade nos Países Baixos a uma rampa de rodovia transformada em espaços produtivos na Califórnia, Estados Unidos, passando por um novo caminho elevado projetado para aliviar o congestionamento urbano no porto de Copenhague, esta seleção apresenta projetos que destacam o caráter em constante mutação de nossas cidades. Contando com propostas tanto de escritórios de arquitetura emergentes quanto de consolidados, como Benthem Crouwel Architects, Space&Matter e Vincent Callebaut Architectures, os projetos demonstram a variedade de abordagens necessárias para adaptar os ambientes urbanos às necessidades de seus habitantes.
As cores das fachadas estão intimamente ligadas à identidade de um lugar, influenciando seu entorno e seus habitantes, além de facilitar a preservação e a adequação do uso da cor em áreas urbanas. Durante o lançamento de sua nova coleção de cores, a STENI colaborou com a principal especialista em cores e arquitetura da Escandinávia, Kine Angelo, professora associada do Departamento de Arquitetura e Tecnologia da NTNU, que trabalha com cores há mais de 12 anos.
As cidades são o alicerce da civilização. Há milênios elas atraem pessoas com a promessa de melhores padrões de vida — desde oportunidades econômicas e educacionais superiores até um acesso mais facilitado a infraestruturas públicas de qualidade, como habitação, saúde e transporte coletivo. Hoje, no entanto, muitas cidades ao redor do mundo enfrentam dificuldades para cumprir essa promessa. Diante de uma migração urbana que se acelera a um ritmo vertiginoso — a Organização das Nações Unidas projeta que mais de dois terços da população mundial viverá em cidades ou centros urbanos até 2050 —, os recursos e serviços urbanos existentes sofrem uma pressão crescente, o que compromete seu funcionamento e gera profundas desigualdades.
Não existe uma forma única de definir ou avaliar a habitabilidade urbana; cada cidade possui um conjunto singular de características, que vão de sua história, cultura, geografia e demografia até seu modelo de governança e os desafios urbanos que enfrenta. Desse modo, melhorar a habitabilidade exige esforços coordenados de múltiplos agentes — incluindo a população, governos e especialistas — para identificar gargalos críticos, vislumbrar oportunidades e propor soluções contextualizadas. A série de TV Tale of Two Cities, na qual o/a arquiteto/a e urbanista indiano/a Dikshu C. Kukreja se reúne com lideranças globais, traz reflexões valiosas sobre o que grandes metrópoles mundiais têm feito para criar ambientes mais habitáveis para sua população. A seguir, apresentamos cinco exemplos: de Bogotá, Kolkata, Hannover, Tirana e Washington, D.C.
Bienal das Amazônias. Foto: Cortesia de Juliana Godoy
As relações entre as águas e as diferentes vidas que habitam a Amazônia. Este é o ponto de partida para a primeira Bienal das Amazônias, que reúne 120 artistas de todos os países que abrigam o território da maior floresta tropical do mundo. Sob o título “Bubuia: Águas como Fonte de Imaginações e Desejos” a mostra tem a curadoria de Keyna Eleison e Vânia Leal, com colaboração de Sandra Benites e Flávia Mutran na conceituação do projeto, e está em cartaz em Belém. A exposição ganhou forma num edifício que foi remodelado para recebê-la e traz em sua expografia um diálogo constante com os materiais e culturas da região. Conversamos com a arquiteta Juliana Godoy, responsável pelo projeto expográfico, para saber como as subjetividades amazônicas foram traduzidas e conceitualizadas no âmbito espacial.
Ao longo de sua trajetória como arquiteta, Fernanda Canales tem demonstrado um interesse específico em estudar o fenômeno da habitação no México, o que se reflete em diversas pesquisas e publicações que buscam colocar essa problemática em pauta em nível global. Como ela explica para este projeto: "Com milhões de residências vazias no mundo e milhões de pessoas sem teto, a arquitetura tem o potencial de oferecer alternativas contra a segregação: sem dúvida, pode oferecer mais, para mais pessoas." Alinhada a essa perspectiva, Fernanda apresenta "A HOUSE FOR MORE", um workshop e uma instalação na VDL House voltados a questionar os espaços subutilizados nas residências e incluir diversos programas coletivos nos lugares que habitamos.
Um bairro nobre em Dar es Salaam, Tanzânia. Imagem: Scott Beyer
No hipertecnológico século XXI, a América do Norte urbana é, em grande parte, uma economia de serviços. A cidade de Nova York, por exemplo, atualmente é dominada por uma combinação de serviços financeiros de alto nível, tecnologia e outras profissões especializadas, enquanto as profissões de baixa escolaridade se concentram no turismo, na entrega de alimentos e em outros empregos no setor de serviços. Empregos de chão de fábrica, onde existem, ocorrem por um legado de zoneamento exclusivamente industrial. Os usos da terra agrária, como a “agricultura urbana”, são quase inexistentes, um hobby esotérico dos gourmets.
Há mais de meio século, a planta livre permanece na vanguarda da arquitetura de interiores, sendo a escolha frequente tanto em construções novas quanto em reformas de clientes que optam por integrar ambientes e suas funções para trazer mais harmonia e conectividade aos seus lares. Assim, mesmo com rotinas cada vez mais atribuladas, as famílias podiam cozinhar, conversar, estudar e relaxar juntas, tudo ao mesmo tempo.
No entanto, por obrigar os/as usuários/as a compartilharem o mesmo espaço com ruídos, odores e atmosferas conflitantes, muitas pessoas vêm se afastando da planta livre tradicional, abrindo espaço para novos conceitos que vêm ganhando força, como o broken plan (ou planta compartimentada). Por outro lado, um caminho evolutivo alternativo para a planta livre é a expansão vertical. Combinada a espaços de convivência com pé-direito duplo, triplo ou até mesmo mais altos, a planta livre ganha o respiro de que precisa, mantendo-se conectada ao restante da casa.
A água é um recurso fundamental que sustenta a vida, serve de base para a agricultura e impulsiona a indústria em todo o mundo. No entanto, a escassez hídrica vem se tornando uma questão cada vez mais urgente em escala global. Fatores como as mudanças climáticas, a rápida urbanização e a expansão industrial agravam esse cenário. Entre esses fatores agravantes, os vazamentos continuam sendo um aspecto frequentemente subestimado e negligenciado do desperdício de água.
Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.
Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.
No lugar certo, na hora certa: assim se poderia descrever a origem de Future > Factory > Furniture >, um evento especial na Dutch Design Week 2023, que retorna ao icônico Klokgebouw – junto a mais de cem outros locais na cidade de Eindhoven – de 21 a 29 de outubro. Foi no antigo edifício da fábrica da Philips que, no início deste ano, ocorreu outro encontro do setor. O Destination Design reuniu mais de 40 marcas internacionais e holandesas pelo segundo ano consecutivo, em um esforço para lançar luz sobre novos produtos e ideias inovadoras.
No universo em constante evolução da visualização arquitetônica, o Chaos Vantage desponta como uma ferramenta valiosa para profissionais de arquitetura, design e criação que buscam uma perspectiva nova e fotorrealista de seus projetos de V-Ray em tempo real. Diante disso, por que se deve considerar explorar o Chaos Vantage, além das ferramentas já existentes? Este artigo analisa suas vantagens, com foco especial no fotorrealismo e na renderização ultrarrápida em tempo real.
Cortesia de 180 Degrees Design Studio | The Fabric
À medida que o panorama da arquitetura e do desenvolvimento urbano se adapta às demandas climáticas contemporâneas, a noção tradicional de construção vem sendo profundamente modificada e redefinida. Em especial, princípios de reuso, reciclagem, reuso adaptativo e o potencial de transformar estruturas existentes em algo mais significativo e sustentável têm ganhado grande relevância. Ao observar esta seleção curada de projetos não construídos, é possível explorar uma perspectiva diferente sobre as edificações e o patrimônio, consideravelmente mais sensível ao ambiente construído.
Dos edifícios de escritórios austeros no Reino Unido à proposta de reativação de um arranha-céu em Ostrava, esses diferentes contextos revelam narrativas de resiliência, inovação e um profundo compromisso com o patrimônio construído existente. Ao propor novas perspectivas, essas propostas defendem conceitos de reuso adaptativo e ativação espacial.
Nos Jogos Asiáticos recentemente encerrados, o escritório UAD participou do projeto de diversas arenas esportivas. Entre elas, o Centro de Cultura Esportiva de Beisebol e Softbol dos Jogos Asiáticos de Hangzhou se destaca como a maior instalação recém-construída desta edição, além de ser, atualmente, o maior complexo de beisebol e softbol da China, com os mais altos padrões e instalações mais avançadas. Nesta edição do Spotlight, entrevistamos Qian Xidong, do UAD, que compartilha suas reflexões de design acumuladas ao longo de anos de prática profissional.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138165/mais-do-que-arquitetura-um-estilo-de-vida-entrevista-com-qian-xidong-do-uad韩爽 - HAN Shuang
Cada estilo arquitetônico está intrinsecamente relacionado a um contexto, período ou lugar específico. Um exemplo ilustrativo é o território dos Estados Unidos, fortemente influenciado pelo período da colonização britânica nas Américas (séculos XVII e XVIII). Nesse cenário, surgiram habitações que adotaram uma linguagem arquitetônica singular. Além disso, as grandes distâncias entre as principais cidades em diversas regiões do país impactaram significativamente a configuração da arquitetura residencial, resultando na incorporação de celeiros e outras estruturas que desempenhavam funções variadas para além da moradia. Esse estilo caracteriza-se por sua planta retangular, volumes de dois pavimentos, telhados de duas águas e revestimento de madeira na fachada — elementos que constituem parte integrante da expressão vernácula das casas daquela época.
Os telhados de duas águas, especificamente, constituem o recurso mais associado à estética tradicional das habitações construídas entre os séculos XVII e XIX, bem como de suas sucessoras. Um exemplo contemporâneo é a Beachside House, projeto documentado na Swisspearl Architecture Magazine. Implantada na costa de Long Island Sound — canal que separa o estado de Connecticut de Long Island, em Nova York —, a residência é composta por quatro volumes com telhados de duas águas revestidos por painéis de fibrocimento em tons claros, configurando uma abstração da arquitetura vernácula da Nova Inglaterra.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138232/casa-a-beira-mar-um-estudo-de-caso-de-arquitetura-de-inspiracao-vernacular-utilizando-materiais-modernosEnrique Tovar
A imaginação e a formulação de políticas são inseparáveis. Um futuro desejável primeiro deve ser imaginado para depois ser possível conceber políticas que possam concretizá-lo. Na arquitetura, em particular, estamos constantemente imaginando o futuro, uma atividade intrínseca ao verbo projetar, e essa familiaridade com o ato nos faz responsáveis por ditar rumos e regras que poderão contribuir ou não com curso do planeta.
Neste momento de mudanças climáticas, decorrente do acúmulo de práticas irresponsáveis ao longo de séculos, a ideia do futuro passou a ser invadida por um medo, um alerta que determinaria a sobrevivência da nossa existência. A arquitetura, juntamente com outras disciplinas, passou a canalizar esforços para reexaminar, reconceitualizar e reformular suas práticas rumo ao futuro que precisamos alcançar. Para além das estatísticas e projeções, a abordagem da arquitetura em relação à ação climática traz à tona inúmeros conceitos, entre eles, a necessidade de uma revisão histórica para a criação desse futuro.