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A importância da micromobilidade durante e após a pandemia

As cidades estão na linha de frente no enfrentamento da Covid-19. Esta pandemia manifesta-se como uma crise global, e as decisões tomadas neste delicado momento pelos governantes, formuladores de políticas, tomadores de decisão e a população têm sérias consequências futuras. Inúmeros contextos já estão sofrendo alterações que modificam — mesmo que momentaneamente — o comportamento da humanidade. Medidas de distanciamento social, lockdown, cuidados sanitários e a contenção da mobilidade urbana apresentam-se como elementos consideráveis na transformação dos novos cenários urbanos.

A mobilidade urbana está afetada pelas múltiplas ordens e medidas que variam dentre regimes mais rígidos e/ou mais flexíveis em diferentes contextos. Um exemplo recente dos problemas que a pandemia está ampliando pode ser observado pelo déficit divulgado de US $16 bilhões do Metrô de Nova York para os próximos 4 anos. Uma cidade onde o transporte público é uma opção habitual, o prejuízo é significativo. Apesar do metrô estar com problemas que afetam o nível de serviço, a força de trabalho e a melhora na infraestrutura, o distrito de Manhattan e boa parte do Brooklyn, assim como o Queens, dispõem de densidade populacional e diversidade. Indicadores, que quando combinados de uma maneira acertada, são fatores essenciais para convivência, qualidade do espaço urbano e implementação de estratégias de mobilidade urbana sustentável.

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Sobre este autor
Cita: Rodrigo Vielmo Moura. "A importância da micromobilidade durante e após a pandemia" 01 Ago 2020. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/944554/a-importancia-da-micromobilidade-durante-e-apos-a-pandemia> ISSN 0719-8906

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