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Museus hiperconectados: Como os museus vêm se moldando à tecnologia?

Nas últimas duas décadas as tecnologias digitais vêm mudando a maneira como utilizamos e nos relacionamos com os espaços, sobretudo os públicos, potencialmente mediados por redes e dispositivos que permitem colocar-nos em novas posições. Em maio deste ano, durante a semana mundial de eventos do Museum Day, promovida pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) foi adotada a temática Hyperconnected museums: New approaches, new publics como mote para o ciclo de debates da edição 2018, que se propôs a discutir o relacionamento dos museus enquanto instituição à sociedade a partir da conectividade digital, tanto no que diz respeito à organização do espaço físico quanto à interação com o público.

No desdobramento do ciclo de debates que ocorreu em museus de todo o mundo, o que se percebeu foi que as instituições estão cada vez mais focadas em criar uma rede junto a seu público, o que é possível através da tecnologia. O fato é que imaginar uma exposição, bem como o museu enquanto objeto no ambiente urbano, é também imaginar as possibilidades de interação do público, tornando-se inevitável efetuar comparações à maneira como os expectadores relacionavam-se com as obras antigamente e como isso tem se modificado na chamada “Era da selfie”.

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Sobre este autor
Cita: Matheus Pereira. "Museus hiperconectados: Como os museus vêm se moldando à tecnologia?" 27 Jul 2018. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/898720/museus-hiperconectados-como-os-museus-vem-se-moldando-a-tecnologia> ISSN 0719-8906

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