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Uma das características pela qual a década de 10 do século XXI será lembrada é a da inclusão quase que irrestrita dos dispositivos móbiles (celulares, tablets e outros) na vida e no cotidiano das pessoas de qualquer classe social, salvo em raras partes do mundo. Como símbolo gerador de maior impacto nos tempos de hiper conectividade, podemos destacar os aparelhos da categoria “smartphone”, que por meio da internet remota, nos faz acessível a qualquer conteúdo ou plataforma online, inclusive esses mesmos aparelhos hiper conectados nos proporciona outro experiência já indelével de nossos tempos, as interações sociais virtuais por meio de redes sociais.
Nessas redes sociais podemos distinguir com muita facilidade a elaboração de conteúdos de informação como fotos ou pequenos textos, onde o foco em geral é a transmissão de uma experiência pessoal vivida a um determinado grupo de pessoas, sendo essa experiência cotidiana ou ímpar, relevante ou ordinária, mas que deve ser registrada e compartilhada, como manda as regras de etiqueta sócio virtuais.
Podemos até não ser usuários ou entusiastas dos dispositivos móbiles, mas por fazermos parte ou pelo menos estarmos à deriva da geração denominada Millennials, ou ainda a nova geração Z, que já nasceu digitando com seus polegares opositores em telas sensíveis ao toque, não podemos deixar de analisar as capacidades e potencialidades que esses dispositivos podem oferecer, seja de encurtar distancias ou de organizar eventos em grande escala com um objetivo comum, como os movimentos da chamada Primavera Árabe de 2010.Também por estarmos inseridos nessa sociedade conectada não podemos deixar de pensar nas disparidades, perdas e conflitos que essa tecnologia ou até esse modo de vida possa trazer.
