
O escritório de arquitetura PLP Architecture revelou os planos para o Tokyo Cross Park, um projeto de redesenvolvimento de um distrito inteiro destinado a se tornar a maior área de desenvolvimento urbano da região metropolitana de Tóquio. O novo "coração verde da cidade", com 230 hectares, incluirá quatro torres — duas delas projetadas pelo PLP —, um pódio de 31 metros de altura com um espaço público verde elevado e uma praça pública de 2 hectares.
Localizado no distrito de Uchisaiwaicho 1-Chome, em Tóquio, o terreno fica no centro da cultura, economia e política do país, conectando-se ao Parque Público Hibiya (de 16 hectares) e com vista para o Palácio Imperial. A proposta do Tokyo Cross Park busca integrar partes fundamentais da cidade e da cultura, gerando uma série de novas experiências urbanas por meio de três conceitos de conexão: a primeira integração une a vida natural e a vida urbana; a segunda reúne os principais talentos de Tóquio; e a terceira conecta as dez principais empresas do Japão.

Em termos de projeto, a proposta explora cinco princípios: uma cidade centrada nas pessoas, que oferece aos visitantes amplos espaços públicos e conexões com a natureza por todo o complexo; a integração entre desenvolvimento urbano e tecnologia digital, que prevê um distrito apoiado por infraestrutura digital avançada; o “Omotenashi”, que representa a consagrada hospitalidade japonesa; um bem-estar em constante evolução, gerado pela incorporação de elementos naturais ao espaço como extensão dessas áreas verdes; e a busca por uma pegada de carbono negativa, alinhando-se à meta governamental de neutralidade de carbono até 2050.

O empreendimento Tokyo Cross Park será o maior projeto de regeneração urbana da área metropolitana de Tóquio, com uma área construída total de 1,1 milhão de metros quadrados. O projeto contará com escritórios, espaços comerciais, hotéis, residências, ambientes de cocriação e uma ampla área pública interna e externa, todos integrados de forma harmoniosa para proporcionar uma experiência urbana coesa. Uma "ponte-parque" fará a conexão com o Parque Hibiya, oferecendo aos pedestres um circuito ampliado de caminhos seguros e arborizados integrados às estações e distritos vizinhos.

O local é composto por três distritos: Norte, Central e Sul. O Distrito Norte contará com o novo edifício principal do Imperial Hotel, projetado pelo ATTA, e com a Torre Norte, projetada pelo PLP Architecture, que oferecerá escritórios de alto padrão voltados à hospitalidade, instalações comerciais, flats e moradias de aluguel. O Distrito Central, conectado ao Parque Hibiya pela "ponte-parque" ao ar livre, abrigará a Torre Central (projetada pelo PLP), equipada com escritórios, hotel, salão de festas, espaço multiuso e hubs de cocriação intersetoriais. Por fim, no Distrito Sul, a Torre Sul, projetada pelo escritório Nikken Sekkei, será composta por escritórios, hotel e instalações voltadas ao bem-estar.

O escritório de arquitetura foi escolhido como responsável pelo plano diretor (masterplan) e pela estratégia de placemaking por uma equipe multidisciplinar de dez importantes empresas japonesas de diversos setores urbanos e econômicos. A conclusão do projeto ocorrerá em etapas: a primeira fase será a Torre Sul, em 2028, e a conclusão total está prevista para 2037.
Este artigo foi escrito por Dima Stouhi. A tradução é gerada por IA.















