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Uma jornada arquitetônica pela floresta

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Existem conexões extraordinárias entre o mundo natural e a capacidade criativa dos seres humanos. Em seu livro Last Child in the Woods, o jornalista e escritor Richard Louv observa: “A natureza inspira a criatividade na criança ao exigir visualização e o uso pleno dos sentidos. Se tiver a oportunidade, a criança levará a confusão do mundo para a floresta, lavará essa confusão em um riacho e a virará para ver o que vive no lado oculto dela.” Ele conclui que, na natureza, “a criança encontra liberdade, fantasia e privacidade: um lugar distante do mundo adulto, uma paz à parte.” Da mesma forma, o arquiteto Frank Harmon escreveu de forma tocante sobre o ar livre, as florestas e a água como cenários perfeitos para cultivar a sede de aprendizado e descoberta: “Crianças criadas próximas a riachos nunca se entediam. Crianças de riacho não conhecem o aprendizado por repetição, tampouco estão condicionadas a trabalhar das nove às cinco. Suas primeiras descobertas são as frutas silvestres, os ninhos de pássaros e o contemplar das estrelas surgindo no céu. Mais tarde, elas descobrem os livros. Para as crianças de riacho, o aprendizado é descoberta, não instrução.”

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Sobre este autor
Cita: Suzanne Bott, Michael J. Crosbie. "Uma jornada arquitetônica pela floresta" [An Architectural Journey Through the Woods] 01 Jul 2022. ArchDaily em Português. (Trad. Stouhi, Dima) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1134302/uma-jornada-arquitetonica-pela-floresta> ISSN 0719-8906

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