Este ano, a honraria máxima da arquitetura, o Prêmio Pritzker, foi concedida a Yvonne Farrell e Shelley McNamara, sócias do escritório irlandês Grafton Architects. Atuando tanto na prática profissional quanto no ensino, elas se destacam por uma abordagem prática e teórica vigorosa e minuciosa. Seus projetos, contemporâneos e profundamente conectados ao contexto local, estabelecem um diálogo estreito com a história, evidenciando a alta sensibilidade e o rigor técnico e artesanal das arquitetas. Em entrevista exclusiva ao ArchDaily, Martha Thorne, diretora executiva do Prêmio Pritzker de Arquitetura e decana da IE School of Architecture and Design, compartilha as razões que levaram o Grafton Architects a vencer a edição de 2020 do prêmio.
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Como se sabe, o Prêmio Pritzker tem como propósito homenagear arquitetos e arquitetas cujo trabalho demonstrado revele uma combinação de qualidades como talento, visão e compromisso, e que tenham produzido contribuições consistentes e significativas para a humanidade e para o ambiente construído por meio da arte da arquitetura. De que maneira as laureadas de 2020, Yvonne Farrell e Shelley McNamara, expressam essas qualidades?
