Breeding Space: uma arquitetura viva que gera subprodutos comestíveis

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Breeding Space é uma arquitetura viva, que cresce, se cultiva e até mesmo gera subprodutos comestíveis. Um espaço criado a partir de algoritmos generativos que utiliza o micélio de "cogumelo-ostra" - Pleurotus ostreatus - e a palha como matéria-prima. A construção foi realizada em uma garagem convertida em laboratório, a partir da colaboração entre uma empresa de fabricação digital e uma oficina artesanal. A instalação, que mede 3,7 metros de diâmetro e 2,5 metros de altura, revela a partir do seu interior todos os elementos auxiliares necessários para sua construção: um endoesqueleto de vergalhão de ferro soldado e uma fôrma perdida de painéis de madeira. O espaço se completa com um piso macio composto por tecidos tradicionais marroquinos acolchoados e pela projeção audiovisual Amplifying, assinada por Espírituescalera, que narra outros mundos possíveis.

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Breeding Space. Image Cortesía de María Mallo
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Breeding Space. Image Cortesía de María Mallo

O projeto incluía a geração de 16 bolhas de kombucha que fechavam os vãos a partir de um biomaterial translúcido (celulose bacteriana), mas apenas três chegaram a ser produzidas. Contaminações por esporos ambientais, que fizeram parte do problema, revelaram, no entanto, paisagens surpreendentes que foram registradas em uma série de 20 fotografias. Esses Breeding Territories, que poderiam parecer microscópicos ou extraterrestres, são na verdade piscinas de kombucha e micélio sobre juta que foram colonizados por diferentes tipos de mofo.

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Breeding Space. Image Cortesía de María Mallo
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Breeding Space. Image Cortesía de María Mallo

A produção, que ocorreu no verão de 2019, foi narrada dia a dia através de stories do Instagram na conta Maria Mallo, trazendo uma alternativa às narrativas arquitetônicas habituais ao explicar tanto os sucessos quanto os fracassos típicos dos processos de pesquisa experimental. Breeding Space e Breeding Territories estiveram expostos na Biennale de Rabat entre setembro e dezembro de 2019. Em janeiro de 2020, o Breeding Space foi doado ao Museu Mohamed VI de Rabat e atualmente aguarda em seus jardins por sua biodegradação. Além disso, foi produzida uma maquete do projeto que, desde julho de 2020, faz parte da coleção de arquitetura experimental do Frac Centre-Val de Loire, em Orleans, na França. A maquete foi elaborada em impressão 3D com PLA termocrômico, bolhas de kombucha moldadas manualmente, LEDs, tecido marroquino e base de madeira cortada a laser.

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Proceso Constructivo 05. Image Cortesía de María Mallo
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Proceso Constructivo 01. Image Cortesía de María Mallo
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Proceso Constructivo 19. Image Cortesía de María Mallo
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Proceso Constructivo 23. Image Cortesía de María Mallo
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Proceso Constructivo 21. Image Cortesía de María Mallo

Créditos

  • Breeding Space é um projeto de María Mallo para a Biennale de Rabat 2019 (24 set – 18 dez)
  • Assistente de Design Digital - Nacho F.C. Monereo
  • Assistentes de Produção - Nacho F-C Monereo e María G. Sanchez
  • Consultor de Micélio - José Ramón Jiménez Ramírez
  • Consultores de Kombucha - Arturo Artica e Marta Ochoa
  • Equipe de Produção - Manuel Muñoz (mestre soldador), Wladimir Pulupa, Miguel Ángel Ygoa, Víctor Sanz, Rafael Munhoz, Anastasia Lekkou, Esthela Palau, Ainhoa Velayos, María Gras, Juan Muzquiz, Diana Piñeiro, Alba Morcillo, Eva Gordo, Ines Miño, Ivan Zurdo e Damian Zurdo.
  • Peça Audiovisual Interna “Amplifying”- Espírituescalera
  • Fotografias – Victor Lavilla, Jaime Mangas, Wladimir Pulupa, Nacho A. Monteserín e María Mallo
  • Agradecimentos especiais às irmãs Monereo.

Este artigo foi escrito por . A tradução é gerada por IA.

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Sobre este autor
Cita: Maiztegui, Belén. "Breeding Space: uma arquitetura viva que gera subprodutos comestíveis" [Breeding Space: una arquitectura viva que genera subproductos comestibles] 11 Set 2020. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1127119/breeding-space-uma-arquitetura-viva-que-gera-subprodutos-comestiveis> ISSN 0719-8906

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