
Após visitar inúmeros locais que foram cenários de lamentáveis episódios de crimes contra a humanidade e conflitos violentos, é possível fazer uma simples observação: o lugar da memória coletiva não se restringe apenas a um edifício memorial que recorda o passado por meio de nomes e histórias. Especialmente na América Latina, trata-se também de um lugar evocado por meio do encontro e das reivindicações das pessoas.
Em Buenos Aires, o lugar da memória provavelmente está na Plaza de Mayo — onde atualmente se somam cada vez mais grades que restringem seu acesso —, revivendo as ações das Mães que exigem justiça contra a ditadura.
