
Ao perceber uma enorme ineficiência e falta de integração em seus fluxos de trabalho — com equipes atuando de forma isolada em projeto, modelagem e documentação —, o escritório David Miller Architects (DMA) decidiu, em 2008, mergulhar no universo do BIM (Modelagem de Informação da Construção). Apesar do sucesso alcançado, o aprendizado obtido por meio de tentativas e erros trouxe lições valiosas que devem ser levadas em conta ao repensarmos a prática do projeto de arquitetura.
“O BIM nos deu a oportunidade de repensar a maneira como construímos de uma forma muito mais organizada e metódica. Ele também nos ajudou a exercer um controle rigoroso sobre a qualidade, (e) a sermos mais organizados e minuciosos, o que é fundamental para um pequeno escritório que busca crescer. Ao mesmo tempo, isso realmente aumentou a confiança de alguns clientes em nós”, disse David Miller.
Em um evento realizado em Santiago do Chile, em junho de 2018, conversamos com arquitetos e arquitetas britânicos, incluindo o painel organizado pela iniciativa Planbim: “Por que implementar o BIM em 2020”. Esse encontro definiu sete pontos-chave que podem ajudar escritórios de arquitetura a adotar esse paradigma.
