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Quem se preocupa com a restauração patrimonial em Mérida?

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Em  seu livro "O Direito à Cidade" (1968), Henri Lefebvre fala em pôr fim à criação de espaços geridos pela lógica do lucro, para colocar em prática um plano de "território autogerido" que não  abandone o "patrimônio histórico" nem permita a decomposição do espaço, mas sim trabalhar pela restituição dos centros urbanos como lugares de criação. 

A globalização gerou cidades sem limites, cujo foco se concentrou no lucro imediato, atentando diretamente contra a preservação do patrimônio cultural, entre outros aspectos.

Cuidar do patrimônio e aproximá-lo da população não apenas contribui para a construção de uma identidade local, mas também impulsiona a inovação construtiva e de materiais, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas que habitam o entorno por meio do respeito e da compreensão de culturas passadas, gerando tipologias de cidades diversas e únicas.

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Sobre este autor
Cita: Santibañez, Danae. "Quem se preocupa com a restauração patrimonial em Mérida?" [¿Quién se preocupa por la restauración patrimonial en Mérida?] 06 Ago 2018. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1116730/quem-se-preocupa-com-a-restauracao-patrimonial-em-merida> ISSN 0719-8906

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