Ao mergulhar nas extensas galerias de fotos do Instagram, descobrimos um registro de estética moderna e design minimalista, com uma paleta de cores quentes que busca representar materiais nobres — elementos que se unem para compor os incríveis mundos digitais criados pelo artista autodidata Alexis Christodoulou. Leia a entrevista a seguir para conhecer as intenções e inspirações do artista, bem como a influência dos videogames em seu trabalho.
É inspirador conhecer novas práticas de arquitetura que inovam no uso de materiais naturais. O arquiteto chileno Domingo Arancibia é o fundador do NORMAL, escritório de arquitetura que se destaca pela realização de estudos territoriais interdisciplinares, os quais lhes permitem experimentar materiais locais e aplicá-los a sistemas construtivos.
O escritório, com sede no Chile — país com mais de 6.400 quilômetros de costa banhada pelo Oceano Pacífico —, investiga há mais de dois anos as propriedades do Cochayuyo, uma alga peculiar que ocorre no território nacional, e como ela pode ser utilizada em projetos de arquitetura.
O Festival Internacional de Arquitetura e Design de Logroño, Concéntrico, está em sua quinta edição experimentando não apenas novas propostas de design para o espaço público, mas também modelos de gestão.
Ruptura da ordem cronológica. É o que conhecemos como Anacronia, e é também o conceito exato para descrever o processo criativo do arquiteto chileno Juan Agustín Soza. Por meio de seus esboços, Soza expões um processo criativo atemporal — ou seja, que não pretende representar graficamente o futuro resultado final de uma obra, mas sim expressar ideias com códigos estéticos cujo objetivo é estabelecer diretrizes e parâmetros de projeto.
A seguir, leia mais sobre o desenho como ferramenta de projeto na entrevista que realizamos com Juan Agustín Soza.
1989 é um projeto de ilustração digital, fundado em 2015 pela arquiteta chilena Fabiola Morcillo. Suas obras foram expostas na Galería de Arquitectura Casa Gris, Galería Cima e, além disso, ela faz parte da mostra coletiva "Lights of Chile", em exibição até 13 de maio na 193 Gallery em Paris. Seu trabalho com mapping e com a criação efêmera de arquitetura lhe rendeu uma indicação para o próximo pavilhão do YAP Constructo 2020, cujo resultado será anunciado na inauguração do pavilhão de 2019.
Há algum tempo, eu realizava uma pesquisa digital sobre representação na arquitetura. Comecei navegando por sites de escritórios de arquitetura. Passei rápido por vários deles; no entanto, alguns me prenderam a atenção, fazendo-me analisar e explorar a sensibilidade de seus autores e autoras, que eu não necessariamente conhecia antes: desenhos, esboços e croquis à mão livre. No meio dessas bibliotecas de deriva mental, deparei-me com a de Alberto Campo Baeza, e me encantei.
Concéntrico é um Festival Internacional de Arquitetura e Design que, com uma abordagem democrática, aberta a toda a população e visitantes, propõe refletir sobre o ambiente urbano e a cidade.
Estudar arquitetura em meados dos anos 2000 significava uma forte exposição a importantes escritórios de arquitetura espanhóis, que viviam um excelente momento de desenvolvimento de projetos, especialmente obras culturais e públicas. Foi assim que conheci e estudei o trabalho de Emilio Tuñón, na época sócio do escritório Mansilla + Tuñón Arquitectos. Obras como o Auditório de León, o Museu de Cantábria e o Musac ensinaram a muitos de nós como se relacionar com o entorno, o estudo de fachadas e o uso da cor.
Em 2012, é criado o Tuñón Arquitectos, escritório dedicado ao confronto da prática projetual e construtiva com a teoria e a docência, que surge como uma evolução dinâmica e natural da firma Mansilla + Tuñón Arquitectos. O escritório aborda a arquitetura a partir de um ponto de vista humano: "é a construção de uma arquitetura feita com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas."
No último ano, foram construídos 6,9 bilhões de m² de espaços de escritórios (um aumento de 12% em relação ao ano anterior), de acordo com um estudo da Avison Young que analisa o mercado imobiliário corporativo na América do Norte, Europa e Ásia.
O já conhecido Festival Internacional de Arquitetura e Design de Logroño, Concéntrico, realizará sua sexta edição — reprogramada devido à pandemia da COVID-19 — entre 3 e 6 de setembro de 2020. A convocatória convida a refletir sobre 'o urbano' e a cidade contemporânea.
Concéntrico 06 é o Festival de Arquitetura e Design de Logroño, aberto a todos os cidadãos e visitantes, que propõe descobrir e redescobrir os espaços de interesse do Centro Histórico da cidade.
O ConArq é o primeiro Congresso Nacional de Arquitetura organizado por estudantes da Argentina. O evento surge do desejo de debater, ouvir e propor arquitetura entre as diferentes faculdades do país, com o objetivo de fortalecer a formação acadêmica e realizar contribuições significativas para o exercício da disciplina, fundamentalmente para construir um espaço de debate.
Devido à pandemia de coronavírus que afeta todo o mundo, a sexta edição do Festival Internacional de Arquitetura e Design "Concéntrico" foi adiada, definindo o período de 3 a 6 de setembro de 2020 como as novas datas. A iniciativa é acompanhada por uma proposta inovadora de cobertura online chamada "Maratona Concéntrico", a ser realizada nas datas correspondentes à programação inicial, entre 29 de abril e 3 de maio de 2020.
Utilizando cortes, perspectivas e axonometrias, o arquiteto Carlos Valarezo representou as principais obras da arquitetura equatoriana dos últimos anos, comunicando e destacando as principais características de cada obra e sua relação com o/a espectador(a).
Croqui para o Concurso Tabacalera Gijón. Imagem cortesia de Rogelio Ruiz Fernández
Colaborador ativo do ArchDaily, o arquiteto e doutor Rogelio Ruiz Fernández consolidou-se como um grande entusiasta do cinema, da arquitetura, das cidades e das paisagens. Ele expressa seu amor pelas artes visuais, pela arquitetura e pela cultura por meio de seus desenhos. Nesses momentos, registra viagens, seus locais favoritos e ideias projetuais que, mais tarde, se transformarão em obras de arquitetura.
A seguir, Ruiz Fernández explica seu processo criativo e a importância do croqui em seu trabalho.
A primeira vista, ao se aproximar da CDMX pelo ar, é impactante. Um mar de edificações indica que estamos chegando à quinta capital mais populosa do mundo. A escala da cidade dificulta reconhecer seus limites, tornando inevitável o uso de marcos urbanos e suburbanos para se orientar: Zócalo (Centro), Museu Tamayo no Bosque de Chapultepec (Oeste), Cidade Universitária e Museu Frida Kahlo (Coyoacán) e Cidade Satélite (saída Norte).
Situada em uma posição geográfica estratégica dentro das rotas tradicionais do design, a cidade se beneficia de conexões e interações próximas com a América do Norte e a Europa. Felizmente, essas tendências externas são refinadas pelo filtro local; a vasta história e tradição das culturas originárias do México permeiam as influências estrangeiras, transformando-as em criações únicas, com um forte interesse por materiais nativos e suas técnicas de produção.
No último Mês da Arquitetura de Mendoza, tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre a obra do arquiteto Adolfo Mondejar e seu estúdio. Nos chamou a atenção, de forma particular, sua proposta gráfica e o modo como utilizava o croqui como ferramenta de comunicação, abstraindo aspectos importantes de seus projetos e desenhos. Perspectivas axonométricas, o uso da cor para destacar elementos e linhas soltas compõem o panorama visual de viagens e projetos do arquiteto.
Em seu livro O Direito à Cidade (1968), Henri Lefebvre defende o fim da criação de espaços geridos pela lógica do lucro para propor um plano de "território autogerido" que não deixe de lado o "patrimônio histórico", nem permita a decomposição do espaço, mas que, em vez disso, trabalhe pela restituição dos centros urbanos como locais de criação.
A globalização produziu cidades sem limites cujo foco tem sido o benefício imediato, atacando diretamente a preservação do patrimônio cultural, entre outros aspectos.