
Selecionado Residência KUSKA / Taller MACAA (Misión de Arquitectura, Construcción y Arte en los Andes)
Selecionado Casa Saekdong / a.co.lab
Escolha do Editor Lina Bo Bardi e o Fazer Popular: Artesanato e Acessibilidade no Design
Tojiro Knife Gallery Tokyo "Hanare" / L/O (KATATA YOSHISHITO DESIGN)

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Arquitetos: L/O (KATATA YOSHISHITO DESIGN)
- Área: 30 m²
- Ano: 2026
Pavilhão La Grieta / Onda Pavilion + WEYES Estudio

Parque Tecnológico de Luanda / Typsa
Casa Atelier Brasília / NAHE ARCHITECTS

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Arquitetos: NAHE ARCHOTECTS
- Área: 160 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Finsa, Porcelanosa
O Som da Madeira / Antoine Aunave, Flora Peyrot, Mathilde Steenhaut, Luc Loviton
O Sagrado Cotidiano: Studio Ghibli e o Ritual de Voltar para Casa

Todas as noites, ao voltarmos para casa, realizamos, sem cerimônia, um pequeno ritual. Nós chegamos a uma porta, a abrimos e cruzamos o limite em direção a um espaço que nos pertence de uma maneira que nenhum outro lugar consegue imitar. Trata-se de um ato tão cotidiano que raramente percebemos sua estrutura; e, no entanto, a filosofia e a antropologia dedicaram livros inteiros à descrição dessas estruturas psicológicas. Curiosamente, obras visuais como os mundos animados do Studio Ghibli parecem refletir essa dinâmica, criando cenários com arquiteturas e arranjos espaciais que oferecem uma via de escape ao evocar nossas memórias de forma legível e, ao mesmo tempo, encantada.
The Button - Fábrica e Sede da VAVI / Mjölk architekti
Edifício de Uso Misto Bangbae Geunsaeng / aoa architects

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Arquitetos: aoa architects
- Área: 494 m²
- Ano: 2026
Ginásio de Esportes Phan Chau Trinh / scale50
Casa Cella / iHouse estudio

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Arquitetos: iHouse estudio
- Área: 145 m²
- Ano: 2022
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Fabricantes: Aluminions del Uruguay, Bia, Maguinor Maderas, Manto, SILESTONE
Cayucos Ridge Barn / Clayton Korte

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Arquitetos: Clayton Korte
- Área: 4315 ft²
- Ano: 2025
Powerwall / Studio RAP

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Arquitetos: Studio RAP
- Área: 40 m²
- Ano: 2026
Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras

A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente discutida como se fosse um padrão universal—e, em princípio, deveria ser. Os edifícios são cada vez mais avaliados pelo desempenho energético, pelo carbono incorporado, por sistemas de certificação, pela eficiência de materiais, pela biodiversidade e pelo impacto ao longo de todo o ciclo de vida. No entanto, as regras que determinam o que realmente deve ser feito continuam sendo altamente locais. Um projeto desenvolvido em Londres, Nova York ou Copenhague pode ser moldado por códigos de energia rigorosos, avaliações de impacto ambiental, exigências de transparência de dados, diretrizes de planejamento urbano e metas de descarbonização cada vez mais ambiciosas. Por outro lado, o mesmo escritório, ao atuar em outras regiões, pode se deparar com um panorama regulatório bastante diferente.
Isso levanta uma questão complexa para a arquitetura internacional: quando a sustentabilidade não é imposta por lei com o mesmo rigor, que padrões arquitetos e arquitetas devem levar consigo?
Centro de Visitantes Climate Experience World / DBCO
Bothaus Coffee - Centro de Desenvolvimento Sudo / HCCH Studio

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Arquitetos: HCCH Studio
- Área: 300 m²
- Ano: 2026
Casa Gandarillas / Jose Pedro Vicente Arquitectos

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Arquitetos: Jose Pedro Vicente Arquitectos
- Área: 179 m²
- Ano: 2026


















