O bem-estar não está mais restrito a resorts exclusivos, spas ou ambientes de hotelaria. Hoje, tornou-se parte essencial do viver contemporâneo, inspirando moradores/as a criarem espaços privados dedicados ao relaxamento e ao autocuidado. Coleções como a Home Spa Collection da LEMI exploram esse crescente interesse pelo bem-estar residencial por meio de uma seleção de macas de massagem e espreguiçadeiras de relaxamento.
O trabalho já não se restringe a um único lugar. Ele se move, muda e se adapta. Hoje, pode começar em um escritório, continuar em uma cabine acústica, passar por um espaço compartilhado e terminar em casa. Nessa transição, o laptop tornou-se um elemento constante. À medida que o trabalho se torna mais móvel, as necessidades do espaço também mudam.
Cidades em todo o mundo compartilham um objetivo comum: tornarem-se mais saudáveis e verdes, apoiadas por uma infraestrutura cívica que restaure ecossistemas e fortaleça a vida pública. A questão é como alcançar esse objetivo. Metas climáticas globais, códigos de obras locais e normas municipais orientam cada vez mais os/as profissionais de design e planejamento rumo a melhores escolhas. Contudo, muitas cidades ainda enfrentam dificuldades para traduzir essas diretrizes em conforto cotidiano ao nível da rua e em proteção ecológica de longo prazo. O que acontece se a cidade deixar de ser tratada como uma cidade tradicional e passar a ser vista como um parque nacional?
Os parques nacionais operam por meio de sistemas de proteção que tratam o território como uma rede de relações ecológicas, e não como uma coleção de áreas isoladas. Eles estabelecem uma base comum sobre o que deve ser preservado, mantido e tornado acessível ao longo do tempo. Quando essa lógica é aplicada ao ambiente urbano, o sucesso dessa abordagem pode inspirar orgulho e um senso de responsabilidade compartilhada entre projetistas, formuladores/as de políticas públicas e moradores/as, fomentando um compromisso coletivo com a saúde, o habitat e a infraestrutura cívica.
Hoje vivemos em uma sociedade que envelhece rápido. A mudança na pirâmide etária significa que os sistemas de centros de saúdes têm de ser reimaginados para dar suporte de maneira eficiente a uma crescente população idosa. O número de adultos idosos que necessitam assistência de saúde a longo prazo está previsto a aumentar de 15 milhões para 27 milhões em 2050 apenas nos EUA. Ao fazer parcerias com arquitetos, o sistema de saúde pode chegar a respostas valiosas para abordar estas necessidades crescentes.
Uma tipologia construtiva que expressa essa parceria com projetistas são os centros para a vida saudável (CHL, em sua sigla em inglês). Estes centros ajudam a reduzir as distâncias entre os lares para idosos e os setores de centros de saúdes, e vai além dos espaços clínicos ou de exercício. Tomando uma abordagem mais holística, eles buscam se tornar destinos acessíveis para programas que cultivam o bem-estar e promovem um sentido de lugar e de comunidade.
Em seu novo relatório (disponível para download), Perkins Eastman explorou esta tipologia em grande profundidade ao investigar centros para uma vida saudável existentes. Através de pesquisa espacial e de mercado, estudos de caso e pesquisas com usuários, suas descobertas identificam estratégias para a melhoria dos modelos de CHL. Leia a seguir para mais de suas descobertas.