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Urban Plan: O mais recente de arquitetura e notícia

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O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos

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O espaço público costuma ser idealizado como um ambiente universal, mas a experiência de acesso a ele é desigual. Para muitas mulheres, deslocar-se pela cidade exige uma avaliação contínua de exposição, visibilidade, proximidade com outras pessoas, iluminação, acesso ao transporte, rotas de fuga e a probabilidade de sofrer assédio. Esses cálculos são moldados tanto pelas condições espaciais quanto pelas sociais. A segurança é uma questão de forma urbana, manutenção, mobilidade, governança e distribuição de investimento público. Embora o ambiente construído possa não ser a causa direta da violência de gênero, ele tem o poder de intensificar a vulnerabilidade e normalizar o acesso desigual, especialmente a espaços públicos.

Para profissionais de arquitetura e planejamento urbano, existe uma distinção fundamental entre projetar para o controle de segurança e projetar para a sensação de segurança. Estratégias de controle de segurança tendem a se concentrar em vigilância, policiamento e gestão de fluxos, ao passo que a segurança urbana cotidiana depende de as pessoas poderem ver e ser vistas, de as rotas serem legíveis, de os espaços públicos acolherem atividades ao longo do dia e de como a manutenção de longo prazo é viabilizada. O papel do design é alterar as condições nas quais a vida pública acontece.

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A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento

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As consequências espaciais da forma urbana se revelam quando os indicadores de saúde são mapeados nos bairros. Bairros que estimulam a caminhabilidade, a realização de tarefas diárias, a interação social e o acesso a serviços essenciais criam oportunidades para incorporar a atividade física à rotina diária. Por outro lado, locais estruturados em torno de longas distâncias e do transporte individual motorizado anulam essa possibilidade. A atividade física e a motivação para integrá-la ao cotidiano são moldadas pela distância até o supermercado, a segurança de uma faixa de pedestres, a frequência do transporte público, a largura da calçada e a quantidade de serviços disponíveis a curtas distâncias a pé.

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Masterplan da Benoy para o City Walk em Abuja apresenta distrito de uso misto com a torre mais alta da África

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Abuja foi declarada a capital da Nigéria em 12 de dezembro de 1991. Localizada na região central do Território da Capital Federal (FCT), a cidade substituiu Lagos, a litorânea mais populosa do país, em um processo de reforma estrutural que visava à integração nacional e a um desenvolvimento regional mais equilibrado. Assim como em outras transferências de capitais, a mudança ocorreu por razões estratégicas para transformar Abuja no novo centro administrativo do país, frequentemente chamado de "o centro da unidade". A cidade foi concebida como um núcleo planejado com base em um plano diretor desenvolvido pelo consórcio norte-americano International Planning Associates (IPA). Mais de três décadas depois, um novo plano diretor intitulado "City Walk" foi desenvolvido pela MAG International Links Limited com projeto do escritório Benoy, concebido como um distrito de uso misto que integra hotéis, escritórios, residências, comércio, além de instalações culturais, educacionais e de saúde, ao lado de uma torre de 450 metros de altura e uma arena coberta para 13 mil pessoas, distribuídos por 250 hectares.

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“Nossos projetos são como histórias de detetive”: uma conversa com Eva Prats e Ricardo Flores

Eva Prats e Ricardo Flores iniciaram sua prática arquitetônica em Barcelona, criando o escritório Flores & Prats Arquitectes em 1998, após terem trabalhado no escritório de Enric Miralles, entre 1993 e 1994. Após um período de nove anos trabalhando com Miralles, Eva ganhou um concurso internacional chamado EUROPAN III com um amigo. Esse prêmio resultou em uma comissão real que seria efetivamente construída e marcou o início de sua carreira independente. Pouco depois, eles venceram outra competição. Ricardo se uniu a Eva. Nesse momento, eles já eram um casal há três anos e decidiram iniciar uma colaboração profissional conjunta. Hoje, trabalham em um amplo apartamento onde antes o estúdio original de Eva alugava um quarto, quando compartilhavam o espaço com outros jovens arquitetos e designers. Embora o escritório agora ocupe todo o espaço disponível, empregando de dez a doze pessoas, eles mantêm traços e memórias dos antigos locatários vivos. Curiosamente, Eva e Ricardo também aplicam a mesma estratégia em seus projetos arquitetônicos.

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Herzog & de Meuron propõe novo plano urbano para Munique

O escritório suíço Herzog & De Meuron divulgou recentemente sua proposta urbana para Munique. O projeto gira em torno de um antigo centro ferroviário chamado Paketposthalle, uma impressionante estrutura de concreto construída nos anos 60, usada atualmente como escritório dos correios. A área de 87.000 metros quadrados foi recentemente adquirida pelo grupo Büschl, que contratou a firma Herzog & de Meuron para desenvolver um estudo urbano para a região.

Woods Bagot transformará antiga fábrica abandonada na China em centro cultural

A Woods Bagot acaba de apresentar seu projeto de reforma de uma antiga fábrica de açúcar de Hongqi Zhen, no distrito de Jinwan, em Zhuhai. Previsto para ser executado em três fases, o projeto deverá ser concluído daqui a dez anos. O masterplan do local abarca uma área de 80.000 metros quadrados o qual incluirá vários projetos de revitalização da área que a transformarão em um parque integrado de turismo, cultura e lazer.

Clássicos da Arquitetura: Projeto Urbano de Chandigarh / Le Corbusier

Em 15 de agosto de 1947, na véspera da independência da Índia do Reino Unido, veio uma diretiva que transformaria o subcontinente para as próximas seis décadas. A fim de salvaguardar a população muçulmana do país da maioria hindu, os líderes coloniais de partida deixaram de lado as porções noroeste e leste do território para seu uso. Muitos dos cerca de 100 milhões de muçulmanos espalhados por toda a Índia receberam pouco mais de 73 dias para se mudarem para esses territórios, as nações modernas do Paquistão e Bangladesh. À medida que as fronteiras dos novos países eram desenhadas por Sir Cyril Radcliffe (um inglês cuja ignorância da história e da cultura indianas era percebida pelo governo colonial como uma garantia de sua imparcialidade), o estado de Punjab foi dividido entre a Índia e o Paquistão, sendo que o último acabou ficando om a capital Lahore. [1] Foi na esteira dessa perda que o Punjab precisaria de uma nova capital do Estado: uma que não só servisse às exigências logísticas do estado, mas fizesse uma declaração inequívoca para o mundo inteiro de que uma nova Índia -modernizada, próspera e independente-tinha chegado.

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U.D. Urban Design AB e SelgasCano apresentam projeto vencedor para os novos escritórios de Planejamento de Estocolmo

U.D. Urban Design AB e SelgasCano venceram o concurso internacional, ao qual haviam sido convidados, para projetar o novo Complexo de Escritórios de Planejamento e Administração para a cidade de Estocolmo, (Suécia). O projeto, "Drivhus” ("Estufa" em dinamarquês) está situado ao sul do centro da cidade de Estocolmo, em Söderstaden, área destinada ao reordenamento urbano.

A nova fábrica urbana: o eco-parque industrial de Torrent Estadella, Barcelona

É possível dar um futuro à indústria no coração da cidade central de Barcelona?

Através do projeto "The New Urban Fabrik", desenvolvido por encomenda da Prefeitura de Barcelona, os arquitetos e urbanistas Eduard Balcells e Honorata Grzesikowska buscam assumir a extensa zona industrial de Torrent Estadella.

O objetivo é gerar novos tipos de manufatura urbana para a área, reconectando-a aos bairros vizinhos por avenidas verdes que recuperam o antigo sistema de "rieres" (rios secos que enchem quando chove), o desenvolvimento de uma nova chave urbanística que permita a aparição de novas tipologias de edifícios industriais de gabarito mais compacto e urbano, e, por outro lado, estratégias de gestão, governo e promoção industrial para facilitar a relação entre os clientes e cidadãos com as indústrias locais.

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