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Urban Growth: O mais recente de arquitetura e notícia

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Projetando o entre-lugar: das intervenções táticas à política urbana em Barcelona

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Na Europa, as cidades enfrentam o desafio de adaptar as condições urbanas existentes a um clima em transformação e a verões cada vez mais quentes, ao mesmo tempo em que melhoram o acesso à natureza, a espaços públicos de qualidade e aos recursos da rotina diária. O ReGreeneration, uma iniciativa do programa Horizon Europe que atua em nove cidades europeias, aborda esse desafio por meio da renaturalização urbana na escala do bairro. Combinando estratégias para bairros completos, espaços comunitários e soluções baseadas na natureza para cidades, o projeto de Barcelona examina como a adaptação climática se insere nos espaços residuais e periféricos da vida cotidiana. Como parte de uma série que acompanha o ReGreeneration pelas cidades participantes, este artigo se volta para Barcelona, onde o projeto atua no bairro de Trinitat Nova para explorar como espaços urbanos pequenos e muitas vezes negligenciados contribuem para modelos mais amplos de regeneração.

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Construído para Excluir: Violência Colonial e Ecologias Urbanas na África

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A violência colonial nas cidades africanas transbordou das dimensões políticas para a esfera espacial. Ela se infunde em malhas urbanas, sistemas de posse da terra, infraestrutura de drenagem e zonas residenciais que continuam a estruturar a desigualdade e o deslocamento na atualidade. Kinshasa, Cartum e Kampala carregam, cada uma, essa sobrevida em sua morfologia urbana, agindo simultaneamente como artefatos históricos e estruturas ativas; isso molda quem tem acesso a serviços, quem ocupa áreas inundáveis e catalisa uma profunda instabilidade climática que empurra esse aparato para dimensões inteiramente novas — incluindo as geológicas.

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Equipe liderada pelo ZHA apresenta visão e polo de planejamento digital para o Plano Diretor de Benghazi 2050, na Líbia

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Uma equipe composta por ZHA, A&O TEC, Prior + Partners, Homa, Buro Happold, Systematica e Fichtner apresentou recentemente sua proposta conceitual para o "Next Generation City Plan" (Plano Diretor da Próxima Geração) de Bengasi, na Líbia. O projeto visa integrar as características identitárias da histórica cidade portuária com as tecnologias de planejamento necessárias para orientar seu desenvolvimento até 2050, em um cenário de rápida urbanização. A proposta, desenvolvida para a A&O TEC, inclui uma Visão e Estratégia Espacial — que consiste em uma interpretação do caráter e da memória coletiva da cidade traduzida em uma estrutura adaptável para o desenvolvimento — e um Hub de Planejamento Digital, um modelo baseado em evidências que mapeia a cidade para identificar seu potencial e os fenômenos que moldam seu crescimento.

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Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes

Toda primeira segunda-feira de outubro, celebramos o Dia Mundial da Arquitetura e o Dia Mundial do Habitat, datas que servem como um lembrete para a comunidade global de sua responsabilidade coletiva pelo bem-estar do ambiente construído. Esta edição, assim como nos anos anteriores, lança luz sobre o campo da arquitetura e os desafios enfrentados por nossas cidades, introduzindo novos temas, contemplando o estado de nossas áreas urbanas e propondo estratégias construtivas.

Uma vez que as economias urbanas enfrentaram dificuldades significativas este ano, o Dia Mundial do Habitat promovido pela ONU concentra-se em no tema Economias Urbanas Resilientes: cidades como impulsionadoras do crescimento e da recuperação. Lançando o Outubro Urbano, este evento busca reunir diversos atores para deliberar políticas que ajudem as cidades a se recuperarem após os impactos econômicos duplos causados pela pandemia de Covid-19 e conflitos em todo o mundo. Alinhado a esse conceito, o Dia Mundial da Arquitetura, criado pela UIA em 1985, foca em Arquitetura para Comunidades Resilientes, enfatizando o papel e o dever da arquitetura em promover a existência próspera entre comunidades, ao mesmo tempo em que inicia um diálogo global sobre a interconexão das regiões urbanas e rurais dentro de cada país.

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O poder transformador da urbanização: como cidades indianas como Delhi planejam seu crescimento

A Índia testemunhou um aumento na urbanização e no crescimento populacional nas últimas décadas. Como resultado do crescimento natural da população e da migração, as megacidades da Índia experimentaram um aumento contínuo de seus habitantes. Sendo o país mais populoso do mundo, a Índia está em uma encruzilhada crítica, enfrentando oportunidades e desafios na formação de seu ambiente construído. O boom populacional, no entanto, não é um problema recente. Ele já dura mais de um século. Como as cidades indianas têm lidado com o crescimento populacional e as complexidades que ele traz?

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Como a legalização da maconha mudou as cidades nos Estados Unidos

O tema maconha é um tabu. Baseados em suas crenças culturais e religiosas, os países têm opiniões diferentes sobre a legalização de produtos oriundos da cannabis. Nos Estados Unidos especificamente, cada Estado decide como lidar com a questão e a cada ano, mais e mais deles (agora 18 e o Distrito de Columbia, num total de 50) têm legalizado a venda e o uso recreativo de uma quantidade limitada de cannabis — embora ela continue ilegal em nível federal.

A receita tributária da maconha gerou, apenas no ano passado, mais de 2 bilhões de dólares nos estados legalizados, e deve crescer para quase 12 bilhões de dólares até 2030, ultrapassando as receitas fiscais arrecadadas com a venda de álcool, de acordo com estrategistas da Barclays. Para os estados que tributam a venda de produtos canábicos, já houveram benefícios significativos que ajudaram a desenvolver ainda mais cidades e vilas menores. Isso torna as ruas mais seguras e garante verbas para novos projetos municipais, empresas locais, subsídios para locatários de baixa renda, além de melhorias nas escolas públicas e nas redes de água e esgoto, bem como em projetos significativos de infraestrutura.

SOM Foundation lança novo prêmio para pesquisas que busquem "humanizar altas densidades"

As populações estão se mudando para áreas urbanas em ritmo acelerado. De acordo com as Nações Unidas, a população urbana mundial aumentou de 751 milhões em 1950, para 4.2 bilhões em 2018. Até 2050 é esperado um acréscimo de 2.5 bilhões de pessoas em áreas urbanas. Em resposta a esse crescimento, arquitetos e urbanistas estão sendo desafiados a criar espaços sustentáveis e resilientes, que acomodem as necessidades, vitais e desejáveis, da sociedade.

SOM, o escritório de arquitetura, urbanismo, design de interiores e engenharia Skidmore, Owings & Merrill, convida educadores e estudantes dos Estados Unidos a se inscreverem no 2018 SOM Foundation Research Prize: "Humanizando Altas Densidades". O prêmio busca uma pesquisa acadêmica interdisciplinar com potencial de "avançar na prática de arquitetura, estrutura, desenho urbano e todas as disciplinas relacionadas". 

Algoritmo genético prevê o crescimento vertical de áreas urbanas

O crescimento e expansão das áreas metropolitanas foram evidentes ao longo da última década. Os edifícios estão ficando mais altos e as áreas urbanas, maiores. E se houvesse uma maneira de prever esse crescimento e expansão?

Um recente estudo realizado por pesquisadores espanhóis da Universidade da Coruña descobriu que o aumento do número de arranha-céus em uma cidade reflete o padrão “de certos sistemas biológicos auto-organizados”, conforme relatado pela ScienceDaily. O estudo usa "algoritmos evolutivos genéticos" para prever o crescimento urbano, mirando especificamente o distrito de Minato em Tóquio. O arquiteto Ivan Pazos, principal autor do novo estudo, explicou a ciência por trás do algoritmo: "Operamos dentro da computação evolutiva, um ramo da inteligência artificial e aprendizagem automática que usa as regras básicas da genética e a lógica da seleção natural de Darwin para fazer previsões."

Leia mais sobre o estudo e o que isso pode significar para as estimativas de verticalização dos centros urbanos.