Neste vídeo, referente ao projeto Atlas Vivo de Chile, o gerente de operações do projeto Transporte Fluvial Sustentável de Valdivia, Mauricio Hodge, mostra as instalações e o funcionamento do primeiro conjunto construído flutuante autossustentável do mundo.
Esta é uma ideia do valdiviano Alex Wopper, cujo objetivo é implementar um sistema de transporte público no rio Calle-Calle que visa descongestionar a cidade e diminuir o tempo de deslocamento de seus habitantes.
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Os mapas de metrô devem ser fáceis de ler, memorizar e utilizar. O arquiteto sérvio-francês JugCerović desenvolveu sete regras que, segundo ele, ajudariam a conceber os mapas de metrô de qualquer cidade do mundo, de modo que as pessoas possam entendê-los como um sistema único, independente do país de origem.
Trinta mil metros quadrados livres para novos usos urbanos, um viaduto a menos e apenas uma via de automóveis para cada sentido. É isso que se vê desde o início de março na Avenida Sabino Arana, em Bilbao (Espanha), depois que as autoridades demoliram parte da estrada, que era uma das principais vias de acesso à cidade, para (futuramente) gerar espaços mais agradáveis e adequados à escala dos habitantes.
Embora ainda não esteja definido o destino do terreno onde antes estava o viaduto, a Prefeitura de Bilbao anunciou que promoverá consultas públicas com os cidadãos para discutir ideias sobre os usos do novo espaço urbano. Até o momento já foram apresentadas propostas para a construção de um bulevar e um parque infantil.
Este é mais um exemplo dos esforços empreendidos por algumas cidades para oferecer mais espaços seguros e de qualidade para pedestres e veículos não motorizados. A substituição de rodovias e outras infraestruturas voltadas para o transporte individual motorizado (frutos de políticas rodoviaristas) por espaços públicos agradáveis, seguros e pensados para a escala das pessoas é o tema tratado pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITD ) e pela Embarq na publicação "A Vida e Morte das Estradas Urbanas".
Em vista da extinção de cerca de 40 mil vagas de estacionamento na cidade de São Paulo, o prefeito Fernando Haddad afirmou, nesta última quarta-feira, que as vagas de automóveis não farão falta para a cidade e tampouco atrapalharão o transito da maior cidade do país.
A medida prevê que as milhares de vagas de estacionamento dêem lugar a construção de ciclovias e ciclofaixas, uma iniciativa que, segundo o prefeito, tirará São Paulo do século XIX e lhe garantirá um lugar no século XXI.
O teleférico urbano mais longo do mundo, redes de escadas rolante instaladas ao ar livre, um funicular que funciona como um metrô e um bonde suspenso que está em funcionamento desde 1903 são alguns dos exemplos que têm solucionado os problemas de mobilidade das pessoas em setores de difícil acesso, diminuindo o tempo de viagem e tornando os percursos mais atrativos.
Dos cinco casos que lhes apresentamos, dois são sul-americanos. Conheça-os a seguir.
No final de maio, o sistema de aluguel de bicicletas públicas de Nova York, o Citi Bike, completará um ano de funcionamento, período suficiente para realizar as primeiras avaliações em relação ao seu uso.
E isto foi o que fizeram três pesquisadores das universidades de Columbia e Nova Yorkbuscando saber se os ciclistas que mais usam o sistema tem um convênio casual (diário ou semanal) ou anual, os horários em que se alugam mais bicicletas e quais são alguns dos locais mais trafegados da cidade.
Nos deparamos com um artigo de The Atlantic Cities com uma interessante análise do porquê as cidades estadunidenses são mais dependentes do automóvel do que as europeias.
O artigo explica que entre os anos 1920 e 1960, as políticas adotadas a respeito do automóvel nos Estados Unidos serviram de modelo para grande parte da Europa ocidental. Mas no final de 1960, muitas cidades europeias começaram a reorientar suas políticas para frear o uso do automóvel promovendo o uso do transporte público, da bicicleta e de se locomover a pé.
Durante as últimas duas décadas, em um contexto onde as cidades dos EUA são muito dependentes do automóvel, com grande expansão dos seus subúrbios e um sistema de transporte cada vez mais insustentável, inverteu-se as posições e os planejadores desse país começaram a observar as políticas de transporte europeias.
Os números mostram a necessidade de uma mudança. Em 2010, os estadunidenses fizeram 85% de suas viagens diárias em automóvel, em comparação com a Europa, onde o automóvel é utilizado entre 50 e 65% das viagens diárias. As longas distâncias somente explicam em parte a diferença, porque a realidade é que nos Estados Unidos 70% das viagens de uma milha (aprox. 1.5 km) são feitas com automóvel, enquanto na Europa as viagens dessa mesma distância são feitas 70% a pé, em bicicleta ou em transporte público.
.A seguir, 4 razões de porquê os EUA é mais dependente do automóvel que a Europa. (publicaremos outras em breve)
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Curitiba foi a primeira capital brasileira a adotar o BRT, em 1974. Image Courtesy of URBS
Os arquitetos e urbanistas devem estar atentos aos avanços que a tecnologia pode oferecer aos arranjos urbanos. Pensando nisso, o XX Congresso Brasileiro de Arquitetos (XX CBA) traz a mesa “Sistemas de Transporte e Gestão Urbana”, onde três especialistas vão apontar instrumentos capazes de melhorar a fluidez e controle dos fluxos urbanos.
A mesa acontece no dia 25 de abril, a partir das 16h45, na sala 7 do Centro de Eventos do Ceará. Para participar do Congresso, as inscrições com descontos especiais para estudantes, sócios do IAB e grupos organizados, vão até o dia 11 de abril.
Em 2011 Hamburgo foi nomeada a Capital Verde da Europa pela Comissão Europeia. Esta indicação, refeita todos os anos, reconhece as cidades que desenvolvem planos para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes e cuidar do meio ambiente. No caso, Hamburgo estabeleceu como meta reduzir suas emissões de CO2 em 40% até 2020 e em 80% até 2050.
Como parte da nomeação, a cidade lançou um conjunto de planos, chamado “Trem de Ideias”, que busca melhorar os problemas que afetam seus cidadãos. Dois dos projetos mais emblemáticos são o plano para eliminar o uso de automóveis nos próximos 20 anos e a construção de uma cobertura verde sobre a rodovia A7 que formaria um parque urbano.
Em 2016, os habitantes de Sheffield, cidade situada a 270 km ao norte de Londres, terão um novo meio de transporte: um trem - metrô de superfície. Como o próprio nome diz, ele será um veículo híbrido que poderá circular tanto nos trilhos do metrô de superfície no centro da cidade quanto nos trilhos dos trens ao redor dela.
Embora já ter os trilhos instalados facilita o lançamento do modal, ainda falta realizar modificações no desenho das rodas, proporcionando maior controle nas curvas fechadas e velocidades mais altas. Por enquanto, a Universidade de Huddersfield está trabalhando em um desenho que possa circular nos dois tipos de trilho, evitando que os passageiros tenham que fazer baldeações durante o percurso.
Caracas, a capital da Venezuela, realizou há alguns meses uma simulação do sistema de transporte público de bicicletas: o CicloVidaCCS, uma rede gratuita e complementar à mobilidade de ônibus e metrô.
As bicicletas públicas estão incluídas no Plano Estratégico Metropolitano de Caracas 2020, sua inclusão é uma primeira abordagem para mapear, identificar e obter dados relevantes através da pesquisa direta com os cidadãos, verificando a receptividade para o uso da bicicleta na cidade como um meio de transporte urbano.
Há alguns anos, o Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) anunciou uma invenção que prometia revolucionar o mundo do ciclismo. Em dezembro de 2013, o MIT cumpriu sua promessa e lançou “The Copenhagen Wheel”, um motor sem fio acoplado a uma roda que, ao ser instalado como roda traseira de uma bicicleta tradicional, converte–a em uma elétrica, tornando mais fácil e mais rápido o pedalar para quem se move pelas cidades.
Mesmo essa sendo uma criação pioneira, não é a única desse tipo, já que, no começo de 2013 a empresa FlyKly elaborou o “Smart Wheel”, um motor elétrico com o funcionamento muito parecido que também evitaria o roubo das bicicletas.
No dia 20 de Março, quarta-feira, uma audiência será recebida pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para discutir a questão do metrô 24h na cidade de São Paulo.
“Nós estivemos onde vocês estão”. Essa frase, dita por um dos entrevistados no documentário feito pelo Streetfilms, revela que Amsterdam também teve um período em que os automóveis eram sinônimos de progresso e podiam ser vistos por toda a cidade.
Nos anos 60, o número de acidentes de trânsito na capital holandesa aumentou consideravelmente; isso desencadeou, na década seguinte, uma proposta por parte dos habitantes que visava mudar essa realidade através da rejeição do automóvel e da construção de uma cultura ciclista.
O II Fórum Mobilize Brasil reúne especialistas para discutir os desafios de construir cidades com menos carros, mais transporte coletivo, passeios públicos e vias para bicicletas. Evento ocorre em 12 de abril, em São Paulo. Inscrições gratuitas.
Integração Encicla (sistemas de bicicletas públicas) e metrô de Medellín.. Image Cortesia de Encicla
Este texto procura destacar alguns elementos sobre os quais Medellín e sua área metropolitana vêm trabalhando nos últimos anos na busca de uma mobilidade mais sustentável. Também são indicadas algumas tarefas que ainda precisam ser melhor desenvolvidas.
Medellin está em processo de consolidação de um grande sistema de infraestrutura e gestão da mobilidade. Este é o resultado de um complexo trabalho inter-institicional, multimodal e urbano que tem priorizado a eficiência energética de veículos e de novas tecnologias de informação. No entanto, apesar de alguns progressos, novas iniciativas públicas e privadas precisam ser implementadas para complementar as já existentes.
Em meados de 2014 a cidade mais congestionada de Israel começará a construir o que promete ser o meio de transporte mais moderno e de fácil massificação já criado. O SkyTran é o primeiro monotrilho de levitação magnética que foi desenvolvido com tecnologia espacial no Space Ames Research Center da NASA e criado em conjunto com a empresa norte-americana SkyTran.
Os designers do projeto em TelAviv, Israel, asseguram que os passageiros poderão pedir um táxi através de uma página na internet ou um aplicativo de celular, que o preço de sua passagem será mais barato que o de um táxi convencional e que, com a implantação de painéis solares, ele se tornará o meio de transporte mais ecológico do mundo.