Arquitetos são geralmente conhecidos por não terem um bom equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, serem muito estressados e terem pouco tempo livre. Como você pode tirar uma folga e ao mesmo tempo melhorar suas habilidades como arquiteto?É possível que essa folga até lhe dê uma vantagem extra? Em comparação com outras áreas de atuação, a arquitetura destaca-se como uma área em que você precisa "saber um pouco sobre tudo". Assim, para sermos reconhecidos, também temos que fazer um pouco de tudo, e como dizem, um pouco é suficiente. Então, com isso em mente, aqui estão 11 atividades que, embora não obviamente relacionadas à arquitetura, podem fazer de você um arquiteto melhor.
O Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo realiza, no dia 03 de maio (quinta-feira), o debate “Assédio no mercado de trabalho”. O evento marca o lançamento do Grupo de Trabalho Saúde do Trabalhador (GTST) e o início da campanha “Arquitetas contra o Assédio”, lançada em conjunto com o GT Mulheres na Arquitetura (GTMA) do SASP.
No divertidíssimo TED talk do blogueiro mundialmente famoso Tim Urban, a procrastinação é explicada através de três personagens enigmáticos: Rational Decision Maker, Instant Gratification Monkey, and Panic Monster. Para a maioria das pessoas que procrastina ininterruptamente, o "macaco" é o personagem principal enquanto as decisões acabam sempre ficando para depois. O monstro do pânico dá as caras somente quando o prazo se aproxima perigosamente do fim - e é aí que todo o trabalho é feito, entre muita lamentação, antipatia e promessas infinitas de nunca procrastinar novamente. Mas é claro que estas promessas nunca serão cumpridas e bola pra frente!
Enquanto multiplicam-se na internet dicas e guias sobre como parar de procrastinar, para muitas pessoas, tudo isso simplesmente não serve para nada. E enquanto os prazos, como diz Urban, funcionam para que alguns realizem o trabalho mais cedo ou mais tarde, a "procrastinação a longo prazo" afeta principalmente aqueles responsáveis por definir seus próprios prazos - como empresários, estudantes de doutorado ou freelancers. Então, o que fazer para parar de procrastinar? Neste exato momento! O que você precisa conhecer é o conceito de "procrastinação estruturada" de John Perry - o mesmo conceito que Piers Steel forjou anteriormente com o nome de "procrastinação produtiva". Leia mais sobre alguns conselhos extraídos da literatura pró-procrastinação.
https://www.archdaily.com.br/pt/884659/como-a-procrastinacao-estruturada-pode-ajudar-a-tirar-proveito-de-seus-maus-habitosZoya Gul Hasan
Já pensou em trabalhar em uma configuração de espaço de trabalho colaborativo? Mais criativo e menos monótono? Livre do rigor dos ambientes corporativos? Se respondeu sim às perguntas anteriores, o conceito de Coworking pode funcionar bem para você.
Criado em 2005, pelo programador americano Brad Neuberg, o conceito institui um sistema em que o espaço é partilhado por um grupo de profissionais com uma gama de estruturas básicas necessárias a startups e autônomos que não podem arcar com os altos custos na abertura de um escritório independente pela instabilidade financeira, mas que não abrem mão do espaço de escritório.
Neste artigo escrevo sobre a forma de trabalhar no escritório de arquitetura SPBR sob meu ponto de vista, da experiência como estagiário desde meados de 2016. Não trato sobre o produto final, a arquitetura, mas sobre o modo de trabalho em que ela é produzida. Mais como uma foto, que procura enquadrar e retratar o que está, e menos como uma pintura que reflete a cada pincelada.
O SPBR vem gradualmente aumentando a escala de sua produção desde 2003. Nos 15 anos de atuação do escritório de arquitetura dirigido por Angelo Bucci, a produção que inicialmente consistia em casas e construções de poucos metros quadrados passou gradualmente a abarcar também projetos de milhares de metros quadrados. Os concursos para o IMPA (2015) e para o IMS (2013), o hospital em São Bernardo (2014), a Arena Cultural do Hospital do Câncer em Barretos (2014) e o edifício de apartamentos em Lugano (2008) são exemplos desse movimento. Mesmo assim o escritório ainda é "pequeno", apenas 6 arquitetos contando com próprio Ângelo mais estagiários, de dois a quatro, (eu por exemplo). Como o escritório esta conseguindo aumentar a complexidade e a metragem de seus projetos sem perder a qualidade e sem precisar expandir o número de arquitetos? Acredito que uma das razões da manutenção da qualidade final está no modo de trabalho específico do escritório, no dia a dia de trabalho.
Quando se trata da candidatura para um novo trabalho, em qualquer campo, muitas vezes a parte mais difícil é destacar-se em meio à multidão. Felizmente para arquitetos, no nosso campo, temos uma ferramenta que pode ajudar a fazer exatamente isso: o portfólio. Infelizmente, de acordo com Brandon Hubbard, muitos arquitetos estão errando quando se trata do tema. Neste artigo, originalmente publicado em seu blog no The Architect's Guide, Hubbard descreve seis dicas para criar e enviar um portfólio de duas páginas que aumentará suas chances de conseguir uma entrevista.
Ao candidatar-se para algum emprego de arquitetura eu aconselho o portfólio mais curto possível. Tenho aplicado com sucesso para as principais empresas do mundo com apenas um currículo e um portfólio de DUAS PÁGINAS. A maioria das pessoas surpreendem-se com isso, uma vez que os portfólios típicos que vejo estão na faixa de 20 a 40 páginas. Para ser claro, estou apenas tratando sobre a introdução inicial a uma vaga num escritório, e não sobre a entrevista para admissão. Para essa etapa recomendo um portfólio completo com o comprimento tradicional.
Para o primeiro contato, recomendo um "portfólio amostra", geralmente com duas a cinco páginas. Assim como o currículo, ele é apenas uma passada rápida no seu trabalho e experiência.
Iniciar uma discussão sobre portfólio é difícil, já que grande parte do produto final é baseado na criatividade. No entanto, cobrirei diversas orientações gerais para preparar e submeter um portfólio de amostra.