Nesta série fotográfica, Vincent Hecht direciona suas lentes para o recém-inaugurado Museu Sumida Hokusai, projetado por Kazuyo Sejima, Pritzker de 2010 e sócia do escritório SANAA. Localizado no bairro de Sumida, em Tókio, a estrutura angular de quatro pavimentos abriga uma coleção de mais de 1.800 obras de renomado pintor Katsushika Hokusai, que viveu em Sumida há mais de 200 anos.
As descrições detalhadas dos vencedores do Bee BreedersTokyo Pop Lab foram lançadas. O edital do concurso solicitava um novo programa para estudar e produzir meios de cultura pop em Tóquio. Desenhando de uma ampla gama de história da cultura pop internacional, os participantes foram incentivados a investigar a migração e a evolução da cultura pop em todo o mundo ao longo do tempo, e examinar a relação entre cultura e arquitetura.
Ao desafiar as tipologias estabelecidas da cultura pop, as propostas exibiram uma ampla gama de ideologias. As submissões bem sucedidas foram escolhidas por suas representações nuançadas de cultura pop, representação clara e agendas coerentes para o programa do novo laboratório.
Dê uma olhada nos vencedores no concurso Tokyo Pop Lab a seguir.
Copenhague. Imagem de domínio público via Wikimedia.
A Metropolis Magazine acaba de divulgar seu ranking 2016 das cidades mais habitáveis do mundo. Reconhecendo que o que torna uma cidade "habitável" pode, por vezes, ser subjetivo, a equipe da Metropolis enfatiza que ao criar a lista, "focaram em tópicos que estão no cerne da Metropolis - habitação, transporte, sustentabilidade e cultura". Entre os resultados deste ano, Toronto, primeiro lugar da lista de 2015, caiu para a nona posição e Copenhague, quarta colocada no ano passado, passou para o topo da lista, seguida por Berlim e Helsinki.
Novas imagens do HOUSE VISION Tóquio 2016 foram divulgadas desde que o evento foi inaugurado ao público há algumas semanas. O tema deste ano, "Co-Dividual: Dividir e Conectar / Separar e Juntar", explora como a arquitetura pode criar novas conexões entre os indivíduos e como as habitações japonesas podem adaptar variações culturais através de implementações tecnológicas.
A exposição deste ano irá apresentar projetos residenciais de renomados arquitetos japoneses, como Sou Fujimoto, Kengo Kuma, Shigeru Ban e Atelier Bow-Wow, cada um deles em parceria com alguma grande companhia que os auxiliará a implementar novas estratégias em projetos habitacionais.
Confira, a seguir, as imagens do evento e dos pavilhões.
Após o sucesso do primeiro HOUSE VISION Tóquio em 2013, a exposição está programada para voltar novamente neste verão sob o tema de "Co-Dividual: Dividir e Conectar / Separar e Juntar". Mais uma vez com curadoria deKenya Hara, designer e diretor criativo da marca Muji, o evento de um mês de duração tem o objetivo de "pensar como criar novas conexões entre indivíduos", bem como construir a partir dos tópicos explorados pela edição anterior, definindo como as habitações japonesas poderiam se adaptar à recentes mudanças demográficas, tecnológicas e culturais e a visão da casa como a intersecção entre indústrias.
A exposição deste ano irá apresentar projetos residenciais de renomados arquitetos japoneses, como Sou Fujimoto, Kengo Kuma, Shigeru Ban e Atelier Bow-Wow. As casas serão construídas em escala real, permitindo que os visitantes do evento experimentem e reflitam inteiramente sobre cada projeto.
Vista da ponte, olhando para cima para o Sky Box e para o átrio superior. Imagem Cortesia de OMA
O escritório OMA divulgou recentemente o projeto de seu primeiro arranha-céu em Tóquio. Uma torre com fachada frontal torcida, o edifício incorpora um parque elevado e um acesso para a nova estação da linha de metrô Hibiya, em um projeto que une hotel, escritórios e estabelecimentos comerciais.
"Os arquitetos hoje tendem a depreciar-se, consideram-se como não mais que cidadãos comuns, sem o poder de reformar o futuro." - Kenzo Tange
Construído em 1967, o Centro de Imprensa e Difusão Shizuoka é um dos edifícios mais emblemáticos do arquiteto japonês Kenzo Tange. A torre foi a primeira realização espacial das ideias metabolistas de Tange, de estruturas com crescimento estrutural de inspirações orgânicas, desenvolvidas no final dos anos 1950. A edificação é muito mais significativa do que seu tamanho relativamente pequeno sugeriria, encapsulando os conceitos da nova ordem Metabolista em arquitetura e planejamento urbano que prevaleceu no pós Segunda Guerra Japonês.
Mais sobre este ícone do metabolismo a seguir ....
A notícia mais recente em relação ao Estádio Nacional de Tóquio diz respeito a Kengo Kuma e sua resposta contra as alegações de Zaha Hadid sobre as "similaridades" dos dois projetos, insistindo que seu "conceito é completamente diferente". Segundo o Architects' Journal, o arquiteto japonês concorda que há algumas similaridades naturais devido à legislação e ao entorno, no entanto, o projeto e conceito atuis são radicalmente diferentes.
"Acredito que o projeto de Zaha Hadid era excelente, com uma forma única que demonstrava sua filosofia", comentou Kuma em uma conferência de imprensa. "Quando consideramos que o projeto está sendo criado no mesmo terreno, com as mesmas diretrizes e sob a mesma legislação, é natural e quase automático que surgirão algumas similaridades."
"E apesar dos detalhes técnicos serem similares, o conceito e o projeto são completamente diferentes", acrescentou.
O escritório Kengo Kuma & Associates foi selecionado para substituir Zaha Hadid Architects no projeto do novo Estádio Nacional de Tóquio, principal equipamento das Olimpíadas de Tóquio 2020. A proposta de Kuma foi divulgada juntamente com outro projeto, de Toyo Ito, após a proposta original de Zaha Hadid ter sido descartada este ano. Segundo o The Japan Times, o projeto de Kuma venceu por pouco o de Ito baseado em nove critérios de seleção do Conselho Desportivo do Japão, tendo recebido 610 pontos contra 602 de seu rival. Respondendo às questões de escala e custo que fizeram cair a proposta de Hadid, o novo projeto terá menos de 50 metros de altura e custará ¥153 bilhões, comparados aos 70 metros e ¥252 bilhões do esquema recusado.
Apenas duas semanas após o Conselho Japonês de Esportes ter lançado a segunda chamada de propostas para o Novo Estádio Nacional, Zaha Hadid Architects e o escritório parceiro Nikken Sekkei, se retiraram do concurso.
"É decepcionante que os dois anos de trabalho e investimento no projeto existente para um novo Estádio Nacional do Japão não possam mais ser desenvolvidos para atender às novas exigências deste novo concurso", comentou ZHA em um comunicado de imprensa.