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Arquitetos: KOMINORU Design
- Área: 129 m²
- Ano: 2020
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Fabricantes: MARUSHIKA Ceramics


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Questionando “como o ofício da arquitetura, o ambiente construído e a paisagem cultural em que vivemos afetam a nossa imaginação e compreensão de mundo”, o último documentário de Beka & Lemoine é uma espécie de passeio em companhia de um dos arquitetos japoneses mais famosos da atualidade: Ryue Nishizawa. De carona em seu antigo Alfa Romeo, eles vagueiam pelas ruas de Tóquio. Após receber o mais importante prêmio no festival de cinema DocAviv 2020, o documentário em preto e branco chamado Tokyo Ride estreará, em breve, nos dos principais festivais de cinema de arquitetura da Europa e da América do Norte.

Em praticamente todas as cidades do mundo, sempre encontraremos algum tipo de espaço residual: terrenos vazios, áreas abandonadas, lacunas deixadas entre uma obra e outra, espaços em branco, sem uso. Nestas circunstancias, uma série de lotes urbanos acabam se tornando inadequados ou inaptos à construção de tipologias convencionais. Entretanto, estas mesmas limitações podem se tornar um terreno fértil para a nossa imaginação. Ressignificar um espaço esquecido, uma esquina desocupada, becos sem saída ou terrenos de formatos estranhos pode nos abrir uma nova frente de trabalho, criando novas oportunidades para o desenvolvimento urbano como um todo. Seja ampliando os espaços existentes de moradia ou acrescentando novas atividades e programas em áreas densamente povoadas, ocupar terrenos residuais pode ser uma valiosa contribuição para a ativação do espaço urbano.



De forma muito parecida à cidade de Berlim, Tóquio é uma cidade absolutamente moderna. Muito se deve ao fato de ter sido intensamente bombardeada durante a segunda guerra mundial, destruindo grande parte da cidade e reduzindo a sua população à metade. Mas o Japão ressurgiu e se reergueu durante a segunda metade do século XX. Atualmente, sua arquitetura minimalista e experimental desperta o interesse de arquitetos e arquitetas todo mundo mundo, atraindo um número considerável de turistas todos os anos. Tóquio é o resultado de uma soma de diferentes valores, das novas tecnologias as mais antigas tradições construtivas.
A seguir apresentaremos uma lista de vinte e cinco obras icônicas construídas em Tóquio, um bom ponto de partida para quem estiver pensando em visitar pessoalmente a maior cidade do Japão, incluindo obras de arquitetos renomados como Nikken Sekkei, Herzog & De Meuron, Toyo Ito, Kengo Kuma, Sou Fujimoto, Kenzo Tange, OMA e Kazuyo Sejima.

Tóquio é uma cidade caótica, no sentido de não ter se desenvolvido a partir de um planejamento urbano coordenado para toda a cidade. No século 18, já tinha cerca de 1 milhão de habitantes, em uma configuração onde a maioria da população vivia em condições semelhantes às favelas brasileiras da atualidade. Os densos subúrbios de Tóquio lembram as periferias brasileiras, com construções baixas mas próximas umas das outras, em terrenos estreitos e com uma ampla diversidade de usos. Além disso, Tóquio apresenta uma multiplicidade de tipologias arquitetônicas, diferentes meios de transporte dividindo o mesmo espaço e, não diferente das cidades brasileiras, outdoors e fios elétricos aparentes destoando na paisagem urbana.

O Goldman Sachs divulgou um relatório sobre os efeitos das mudanças climáticas em cidades de todo o mundo. O estudo explorou as principais mudanças que transformarão o planeta e destacou várias metrópoles que correm o risco de sofrer inundações.

