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Arquitetos: border arquitectos
- Área: 60000 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: cemex cementos


A fronteira entre os Estados Unidos e o México é uma região de grande relevância histórica, cultural e econômica, onde emergiram cidades de fundamental importância para a América do Norte. Tijuana—localizada no nordeste do México— é uma dessas cidades. Desde seus primórdios, no século XVIII, tem experimentado um crescimento urbano exponencial, estreitamente ligado à vizinha San Diego. Compreender Tijuana em sua totalidade só é possível a partir dessa conexão. Por essa razão, junto a San Diego, ela foi eleita a Capital Mundial do Design de 2024, celebrando a interação e a troca cultural entre as duas cidades.
Historicamente, a cidade tem sido um caldeirão de nuances refletidas em sua paisagem urbana. Exemplos como o Centro Cultural de Tijuana, projetado por Pedro Ramírez Vázquez e Manuel Rosen, mostram a busca da cidade por um estilo moderno. Por sua vez, o Edifício OTAY Cross Border Xpress explora a relação entre os países em um complexo cujo programa arquitetônico se estende para ambos os lados da fronteira. Nesse sentido, projetos contemporâneos contribuem para o desenvolvimento de uma nova fase na vida da cidade, criando espaços públicos.

A Capital Mundial do Design, um projeto dedicado a promover a profissão de design em todo o mundo, elege a cada dois anos uma nova cidade para receber o título temporário. A iniciativa reconhece cidades que fazem uso construtivo do design para promover mudanças sociais, culturais e ambientais e melhorar a qualidade de vida em geral. Esta semana, San Diego e Tijuana foram nomeadas as Capitais Mundiais do Design de 2024 por suas estratégias de design centradas no ser humano e sua colaboração binacional.

Na maioria dos países do mundo as edificações antigas são valorizadas. Há algo na história, na originalidade e no charme de uma casa antiga que faz com que seu valor às vezes seja superior ao de novos projetos. Mas no Japão, o oposto é quase sempre a preferência. As casas recém-construídas são as mais procuradas em um mercado imobiliário onde as moradias raramente são vendidas e a obsessão por demolir e reconstruir é tanto uma questão cultural quanto uma questão de segurança, colocando as casas de 30 anos em um mercado sem valor.

Seres humanos sempre foram fascinados por reflexões. Embora eles não sejam mais do que a luz que retorna após atingir uma superfície, sempre haverá algo místico e fascinante nelas - seja um lago espelhando uma bela paisagem ou um pequeno espelho de mão, refletindo nosso rosto. Isso explica por que algumas culturas antigas consideravam os espelhos objetos sagrados com poderes mágicos, enquanto outras as associaram a portais que levavam a um mundo desconhecido. Desde então, os espelhos evoluíram para adotar muitas funções valiosas indispensáveis na vida cotidiana, sendo encontradas em carros, equipamentos médicos e, é claro, em inúmeras aplicações arquitetônicas, especialmente em interiores. Experimentar com a reflexão e a percepção do espaço tornou-se uma maneira fácil de arquitetos, designers e proprietários de imóveis transformarem qualquer sala. E, ao procurar maximizar esse impacto, o poder de espelhos excepcionalmente grandes é incomparável. Afinal, quanto maior o espelho, maior o impacto.


Nova York é definida por sua arquitetura e, por sua vez, por diversos modos de vida. Como a "metrópole" do país, também enfrentou alguns dos problemas habitacionais mais desafiadores de qualquer cidade americana. De casas unifamiliares a arranha-céus, a habitação evoluiu em diferentes ritmos e escalas em todos os bairros. Desta forma, cada distrito e condado abriga uma ampla gama de estilos residenciais e soluções habitacionais.






No dia 6 de julho, às 19h, ocorre o lançamento do livro “Brasil de dentro – Heartland Brazil” da fotógrafa Elaine Eiger. O evento é acompanhado de um debate com a autora, Elaine Eiger e os convidados Adélia Borges, José Marconi Bezerra de Souza e Fernando Serapião.

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A casa é a representação da complexidade e das mudanças dos modos de vida ao logo do tempo. O curso traça, por meio de obras selecionadas, um panorama das principais características das construções residenciais no Japão, desde a casa tradicional até exemplares contemporâneos.