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Arquitetos: Brullet-De Luna Arquitectes, PINEARQ
- Área: 27286 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Porcelanosa Grupo, Alu-Stock, Cortizo, Gradhermetic, Hormipresa


Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.
No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.

A Espanha, com seu vasto território e notável diversidade de paisagens, tem sido uma referência no desenvolvimento de infraestruturas externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. O turismo tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, com foco na criação de espaços que maximizem o usufruto do entorno natural e a integração das paisagens locais nas áreas urbanizadas. Isso deu origem a intervenções que vão desde a criação de passeios marítimos, mirantes e parques naturais, até projetos de parques urbanos em diferentes cidades. Além disso, o crescimento urbano impulsionou a criação de infraestruturas verdes, como jardins botânicos, trilhas ecológicas e reservas que buscam proteger o entorno, ao mesmo tempo em que se abrem ao público de maneira sustentável.

Foram anunciados os projetos finalistas da edição de 2022 do Prêmio Mapei, que busca fomentar a produção de uma arquitetura sustentável, destacando projetos que conseguem aliar alta qualidade arquitetônica ao menor impacto ambiental possível. Sob a premissa de responder aos desafios sociais e ambientais do século XXI, o Prêmio Mapei é concedido a projetos de arquitetura de novas construções e de reabilitação.

“Ninguém terá deixado de observar que com frequência o solo se dobra de tal maneira que uma parte sobe em ângulo reto com o plano do solo, e depois a parte seguinte se coloca paralela a este plano, para dar lugar a uma nova perpendicular, comportamento que se repete em espiral ou em linha quebrada até alturas sumamente variáveis”, diz Julio Cortázar em suas Instruções para subir uma escada.
De todos os elementos arquitetônicos existentes, as escadas sempre estiveram entre os mais interessantes e curiosos. Teóricos/as, arquitetos/as e escritores/as falaram sobre elas ao longo do tempo, compartilhando suas percepções e descrevendo seus diferentes aspectos. Este enigmático elemento, que muitas vezes é o protagonista de obras arquitetônicas emblemáticas, esconde muitas histórias e abriga tantas outras.

Com a proposta de criar um equipamento capaz de dinamizar o bairro e suas entidades, no sábado, 9 de abril, abriu suas portas o Centro Cívico e Cultural La Guardia, localizado na Plaza de la Paz de Sant Vicenç dels Horts, em Barcelona. A construção ficou a cargo da Área Metropolitana de Barcelona (AMB), enquanto a obra foi financiada pela Prefeitura de Sant Vicenç dels Horts e pela Diputación de Barcelona.

Camp del Ferro é um novo centro esportivo localizado em Barcelona. O projeto foi co-projetado por uma equipe formada por AIA Activitats Arquitectòniques, Barceló-Balanzó Arquitectes e Gustau Gili Galfetti. Neste curta-metragem de Simón García, são apresentadas as principais ideias que vão além do projeto conceitual.

Projetada pelo/a premiado/a arquiteto/a Rudy Ricciotti — autor/a do MuCEM em Marselha, do Estádio Jean-Bouin em Paris e da ala de Arte Islâmica no Museu do Louvre —, a Manufacture de la Mode reintroduz o minucioso trabalho artesanal da Chanel em um contexto arquitetônico e urbano. O/A fotógrafo/a de arquitetura Simon Garcia revela esse recém-inaugurado polo da moda em uma série de fotografias.



Barcelona é o berço do urbanismo contemporâneo, uma cidade enriquecida por suas infinitas camadas históricas sobrepostas. Desde os primórdios da Roma antiga, gerações após gerações transformaram esta cidade em palimpsesto, escrevendo e reescrevendo a sua historia ao longo do tempo.
A origem dos primeiros povos que aqui chagaram é até certo ponto, incerta. Entretanto, sabemos que os romanos deixaram marcas indeléveis na capital catalã assim como os visigodos o fizeram em seu tempo. Barcelona passou por um breve período islâmico que ainda pode ser visível na arquitetura de algumas das mais importantes ruas da cidade. Essas antigas histórias permanecem presentes ainda hoje, convivendo para construir uma atmosfera arquitetônica espirituosa. Junto ao coração da cidade, podemos visitar uma catedral de pedra construída no século XIV e logo em seguida visitar ao lado um edifício de arquitetura contemporânea de estrutura metálica e cobertura sinuosa. Talvez não haja cidade no mundo em que podemos experimentar tal tensão temporal como em Barcelona.



