Um pavilhão de madeira sustentável de reflorestamento formado por 24 painéis fotográficos e tipográficos, em plena Praça Mauá, irá receber, de 8 de setembro a 17 de outubro, a exposição Futuro Agora – Revisitando a Arquitetura em Terra, contribuindo com novas formas de pensar e entender os desafios da arquitetura contemporânea, com questões urgentes. A mostra proporciona uma experiência arquitetônica unindo o conhecimento do que se tem de mais novo na alta tecnologia a um dos primeiros materiais usados na construção, a terra (como a argila e o barro), e suas aplicações contemporâneas.
A pandemia do Covid-19 aprofundou a crise dos centros urbanos, especialmente daqueles que, como o Rio de Janeiro, têm sua vitalidade associada às atividades comerciais e de serviços.
A determinação de períodos de lockdown e o estabelecimento das práticas de trabalho remoto diminuíram de forma substancial a circulação de pessoas, que alimentavam uma série de atividades, especialmente os bares e restaurantes, o pequeno comércio e os estabelecimentos culturais.
https://www.archdaily.com.br/pt/966549/reviver-centro-uma-nova-perspectiva-para-o-centro-do-rio-de-janeiroPedro Duarte e Naiara Amorim
O fotógrafo de arquitetura Paul Clemence compartilhou conosco uma série de imagens mostrando a construção incompleta do Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro, projetado por Diller Scofidio + Renfro. O projeto começou a ser construído em 2014, mas foi totalmente suspenso em 2016. Intocado desde então, um anúncio recente do governador Cláudio Castro prometeu a retomada das obras, com previsão de inauguração ao público no início de 2023.
A Carta do Rio de Janeiro, que apresenta proposições para o desenvolvimento urbano de cidades ao redor do mundo nos próximos anos, foi apresentada durante o encerramento do 27º Congresso Mundial de Arquitetos, no dia 22 de julho. O documento defende um novo modelo de cidade no mundo pós-pandêmico, mais atento às mudanças climáticas, aos bons espaços, à saúde pública, à dignidade da moradia e à redução das desigualdades. O Comitê Executivo do UIA2021RIO anunciou que a Carta do Rio será entregue aos prefeitos de todas as capitais do Brasil, marcando a consolidação das propostas debatidas ao longo do evento, que foi sediado pela primeira vez no país.
Após o Rio de Janeiro em 2020, Copenhague é nomeada pela Unesco como Capital Mundial da Arquitetura para 2023 e sediará o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos no mesmo ano. Em sua segunda edição, a iniciativa busca destacar o papel da arquitetura e do planejamento urbano na construção de um futuro sustentável e no enfrentamento dos desafios globais. Designada trienalmente, a cidade eleita Capital Mundial da Arquitetura se torna um fórum internacional de debate em torno de questões relacionadas ao meio ambiente urbano.
Desde seu início, em 1896, as Olimpíadas dos dias modernos têm sido vistas como uma oportunidade para as cidades que a sediam projetarem para o mundo uma imagem específica de si mesmas, de subsidiar grandes projetos de infraestrutura ou de desenvolver planos de redesenvolvimento rapidamente. Além dos atraentes e frequentemente discutidos estádios, há uma história complexa de urbanismo olímpico, que engloba os empreendimentos em grande escala catalisados pelo evento. Explorando o legado urbano e arquitetônico dos jogos, as histórias de sucesso, os elefantes brancos e as agendas administrativas, a seguir discutimos o que as Olimpíadas deixam para trás nas cidades-sede.
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foto de Halley Pacheco de Oliveira, via Wikipedia. Licença CC BY-SA 3.0
Profissionais e estudantes de vários países estão prestes a participar de maneira inédita do maior evento de arquitetura e urbanismo do mundo. A programação principal do 27º Congresso Mundial de Arquitetos (UIA2021RIO), que estava prevista para acontecer em julho de 2020 no Rio de Janeiro e foi adiada devido à da pandemia do coronavírus, começa no dia 18 de julho (domingo), de forma 100% digital pela primeira vez na história. Até dia 22, os congressistas vão assistir a palestras com vinte dos nomes mais importantes da arquitetura mundial e a mesas-redondas com mais de cem arquitetos premiados internacionalmente, além de apresentações de trabalhos, atividades culturais e premiações. Desde março, quase 90 mil pessoas, de mais de 180 países, vêm acompanhando os painéis preparatórios – um recorde absoluto nos mais de 70 anos do evento realizado pela União Internacional de Arquitetos (UIA) a cada três anos.
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ) realiza estudo inédito para criar perfil do profissional de arquitetura e urbanismo que atua no estado do Rio de Janeiro. A pesquisa se propõe, sobretudo, levantar informações dos profissionais que atuam fora da capital e daqueles trabalham no funcionalismo público. A iniciativa visa ainda captar contribuições para o planejamento estratégico da autarquia para o triênio 2021-2023.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no último dia 5, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, lançou o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática. O documento norteará as metas ambientais da administração municipal para as próximas décadas. Entre as propostas está a adoção de somente ônibus elétricos nas linhas municipais.
A mobilidade elétrica no Brasil, sobretudo no que diz respeito ao transporte público, ainda é incipiente. Há soluções interessantes, como é o caso dos ônibus elétricos movidos a energia solar desenvolvidos no Ceará e em Florianópolis, porém a adoção das tecnologias ainda é bastante pontual.