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Pruitt-Igoe: O mais recente de arquitetura e notícia

O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

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Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

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A evolução da planta residencial nos EUA: o período pós-guerra

Após a Segunda Guerra Mundial, o mundo buscava um recomeço e a população dos Estados Unidos, o lugar certo para viver o sonho americano. Passando por um amplo processo de desenvolvimento e crescimento populacional, porém com um estoque habitacional insuficiente, soluções rápidas e eficientes tiveram que ser inventadas da noite para o dia para poder suprir a paulatina demanda por moradia. Neste sentido, o surgimento de novas técnicas de construção e a popularização de materiais de construção industriais e pré-fabricados pareciam abrir caminho para um novo futuro mais digno e equitativo para todos.

Como os erros do passado nos ajudarão a moldar as cidades do futuro?

Como seriam nossas cidades se deixássemos de experimentar e explorar novas soluções sempre em busca de uma melhor qualidade de vida para seus habitantes? Por mais que estejamos sempre trabalhando e desenvolvendo projetos e estratégias urbanas que nos permitam qualificar nossos espaços e, desta forma, construir cidades mais humanas, nem todas as iniciativas no campo da arquitetura e do urbanismo foram assim tão bem-sucedidas, as quais foram deixadas de lado para desaparecer na profundidade da nossa memória. Enquanto procuramos melhor compreender como será o futuro das nossas cidades, talvez seja importante analisar as lições que aprendemos com o tempo, para que os nossos erros históricos não voltem a se repetir mais adiante.

7 Experimentos arquitetônicos que falharam completamente

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A experimentação em arquitetura é o que impulsiona a disciplina para frente. Em um cenário ideal, na fase de planejamento de um projeto são realizadas cuidadosas investigações numa colaboração entre o arquiteto, o empreiteiro e o cliente para que a ideia inicial seja executada de forma tranquila e, finalmente, o produto final seja bem-sucedido. Mas não é incomum, mesmo para os arquitetos mais qualificados, cometer erros ao longo do processo, seja por conta de uma redução de orçamento, imprevistos, falta de supervisão, ou qualquer coisa neste sentido. De alguma forma, todos os projetos aqui caem na categoria de experiências que falharam, mas alguns também se tornaram potenciais modelos para revitalização de edifícios existentes, ao invés de resultar em demolição e reconstrução (o que seria menos sustentável). Continue a leitura para descobrir o que deu errado nestes notáveis desastres.

Em foco: Minoru Yamasaki

Hoje, 01 de dezembro, o arquiteto americano Minoru Yamasaki completaria 103 anos de idade. De descendência japonesa, Yamasaki nasceu em Seattle em 1912 e realizou seus estudos em arquitetura na University of Washington, recebendo seu diploma em 1934.

Ainda nos anos 1930 mudou-se para Nova Iorque para continuar seus estudos num programa de mestrado na New York University, momento em que também começou a trabalhar no escritório  Shreve, Lamb & Harmon, firma responsável pelo projeto do Empire State Building.

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Cinema e Arquitetura: Filme "The Pruitt-Igoe Myth: an Urban History"