
- Ano: 2006

O Habitar Portugal 12-14, pretende ser um olhar sobre a produção arquitetônica portuguesa do último triênio (obras concluídas entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2014). O comissariado desta edição, Luis Tavares Pereira, Bruno Baldaia e Magda Seifert, propôs um tema de fundo, um princípio de análise a partir do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia.
O tema proposto - está a arquitectura sob resgate? - estabelece desde logo um lugar onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Foi a partir destes pressupostos que o Habitar Portugal selecionou um conjunto de obras que representem este contexto, este espaço específico de tempo.

Antes do porto de Leixões, o rio Douro era o porto do Porto e essa função portuária estava embebida até ao osso dos edifícios, muros, ruas ou praças do velho burgo. Veja-se o “Douro Faina Fluvial” do eterno Manoel de Oliveira, e procure-se sentir essa presença, desde as pedras da calçada, aos cais, ao Muro dos Bacalhoeiros, à Alfândega, à Praça da Ribeira feita parque de estacionamento e zona de carga de camiões e carros e de bois; procurem-se numa e noutra marginal os armazéns, as fábricas, os nomes: do Cais das Pedras ao Cais da Estiva ou do Ouro.

O Habitar Portugal 12-14, pretende ser um olhar sobre a produção arquitectónica portuguesa do último triénio (obras concluídas entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2014). O comissariado desta edição, Luis Tavares Pereira, Bruno Baldaia e Magda Seifert, propôs um tema de fundo, um princípio de análise a partir do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia. O tema proposto - está a arquitectura sob resgate? - estabelece desde logo um lugar onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Foi a partir destes pressupostos que o Habitar Portugal seleccionou um conjunto de obras que representem este contexto, este espaço específico de tempo.


A Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) figura pelo quarto ano consecutivo no ranking das 100 melhores escolas de arquitetura e design europeias elaborado pela revista Italiana Domus, publicação de referência internacional nas áreas da arquitetura e do design.
Parte integrante da edição de dezembro 2015 da revista, o “Domus School Guide 2016 – Europe´s top 100 schools of architecture and design 2016”(ainda não disponível na página da Domus), distingue a FAUP e o seu Mestrado Integrado em Arquitetura no “Top 50” das Escolas de Arquitetura europeias.

O workshop Porto Academy acontecerá entre os dias 20 e 27 de julho deste ano na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), uma das escolas mais prestigiadas escolas do mundo, projetada pelo Pritzker de 1992, Álvaro Siza. O curso de verão inclui palestras, oficinas e viagens de estudo.




05/11 - O que é Criatividade?
"Diz-se que estamos vivendo em uma "Era da Criatividade". O pesquisador Richard Florida identificou o crescimento de uma classe criativa cuja função econômica é criar novas ideias, novas tecnologias e/ou conteúdo criativo.'
Todos, diz ele, têm a capacidade de serem criativos."
Enquanto cientistas buscam respostas em nossos neurônios, arquitetos e urbanistas frequentemente argumentam que a principal influência sobre a criatividade é nosso ambiente. Poderia o projeto dos ambientes cultivar a criatividade? Sabemos como potencializar a criatividade? Ou este é mais um daqueles conceitos abstratos que podem significar qualquer coisa e nada ao mesmo tempo?
Desenvolvido por Luís Lopes do estúdio Synkronos, Synchronicity é um projeto fotográfico e cinematográfico que mostra a cidade do Porto retratada a partir das coberturas de alguns dos edifícios mais importantes da cidade: Casa da Música, Fundação EDP, Bom Sucesso Trade Center, entre outros.
Realizado ao longo de um processo complexo de 3 anos de duração, que permitiu compor as 9 mil fotografias que constituem o vídeo, este timelapse foi filmado em resolução 4K e mostra a passagem do tempo na vida e arquitetura a cidade.

A prefeitura de Jerusalém aprovou a construção da "Pyramid Tower" projetada por Daniel Libeskind. Uma colaboração com o arquiteto israelense Yigal Levi, a torre afunilada terá 105 metros de altura e se localizará no centro da cidade, em um terreno adjacente ao mercado Mahane Yehuda. Sua forma, que, segundo os arquitetos, remete a uma "linguagem arquitetônica existente em Jerusalém", foi concebida para evitar o bloqueio da luz natural na praça pública no nível térreo. Um padrão geométrico de pedra e vidro adornará a fachada, ao passo que suas arcadas conectarão o térreo da torre ao espaço público do entorno.