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Fabricantes: Carpintaria (escadaria), Cinca, Isohabitat Lda

Ouvir os arquitetos portugueses que trabalham em alguns dos maiores gabinetes, escolas e revistas de arquitetura do mundo e conhecer os respetivos percursos, métodos e projetos é o objetivo do ciclo de conferências “Outside Job - Reporting design process overseas / A diáspora da arquitectura portuguesa”, que decorrerá no próximo dia 29 de outubro, na Casa das Artes do Porto. Organizada pela Casa da Arquitectura: Centro Português de Arquitectura e comissariada pelo arquiteto Diogo Brito, a iniciativa deverá ainda dar origem a uma publicação que partilhará as diferentes metodologias de trabalho apresentadas pelos participantes, assumindo-se como uma ferramenta auxiliar do trabalho dos arquitetos.

GiRA é uma instalação temporária que pretende criar não só um novo espaço de paragem na cidade mas também um marco urbano a partir de uma esfera de cores criada a partir dos tradicionais martelinhos de S.João — reforça-se assim o sentido simbólico e a importância deste momento anual na cidade do Porto (Festas de S.João).

Foram exatamente 30.645 os visitantes que, durante o fim-de-semana, passaram pelos 51 locais que estiveram de portas abertas no âmbito da segunda edição do Open House Porto. Depois dos 11 mil visitantes registados na edição do ano passado, ninguém tinha ousado prever uma tão grande afluência de público, a qual definitivamente situa este evento entre as principais marcas culturais do país, reforçando a importância da colaboração entre as três cidades da Frente Atlântica do Porto e o peso da arquitetura na cultura da região.

A scopio Editions e o fotógrafo Luis Ferreira Alves convidam para o lançamento do livro “Fotografias em Obras de Eduardo Souto de Moura”, no dia 18 de junho na Galeria Rui Alberto. O lançamento contará com a presença do fotógrafo, arquiteto e editor. No contexto do lançamento realiza-se também a exposição “Imagens re-encontradas” com inauguração no mesmo dia.
Publicado pela scopio Editions esta obra dá início a uma coleção mais centrada na fotografia de arquitetura, promovendo uma análise crítica global entre estes dois mundos, procurando estabelecer diversas intersecções entre estes, bem como explorar a singularidade e significado das relações que são estabelecidas entre o fotógrafo e o arquitecto, os seus processos artísticos, as suas memórias colectivas, histórias e outros aspectos relacionados com o trabalho e percursos de vida de ambos.

A Fundação de Serralves, o CCA de Montréal e a Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, receberão a partir deste ano uma parte considerável do arquivo de Álvaro Siza, um dos arquitetos portugueses mais prestigiados internacionalmente e autor do projeto do Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
Neste contexto, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta uma exposição que enfatiza a importância dos materiais de arquivo no estudo da arquitetura, reunindo desenhos, maquetas, cartas e atas de reuniões relativos à concepção e construção de algumas obras icônicas do arquiteto.



O Habitar Portugal 12-14, pretende ser um olhar sobre a produção arquitetônica portuguesa do último triênio (obras concluídas entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2014). O comissariado desta edição, Luis Tavares Pereira, Bruno Baldaia e Magda Seifert, propôs um tema de fundo, um princípio de análise a partir do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia.
O tema proposto - está a arquitectura sob resgate? - estabelece desde logo um lugar onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Foi a partir destes pressupostos que o Habitar Portugal selecionou um conjunto de obras que representem este contexto, este espaço específico de tempo.