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Pavilhão Japonês: O mais recente de arquitetura e notícia

5 Pavilhões na Bienal de Veneza 2021 que abordam sustentabilidade e mudanças climáticas

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A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza está em andamento, revelando uma ampla gama de respostas à pergunta "Como viveremos juntos". Com 60 pavilhões nacionais, inúmeras contribuições de arquitetos convidados de todo o mundo e vários eventos paralelos, a edição deste ano reafirma o papel da Bienal como uma plataforma para investigação, exploração e pensamento disruptivo em arquitetura. A declaração original do curador Hashim Sarkis convocou os arquitetos "a imaginar espaços nos quais possamos viver juntos com generosidade". As circunstâncias recentes tornaram a questão ainda mais relevante, levando a uma reavaliação holística de como o mundo, como um coletivo, pode enfrentar mudanças e desafios de uma escala sem precedentes, desde o papel perturbador da tecnologia até a desigualdade, a migração em massa e as mudanças climáticas. As contribuições nacionais a seguir refletem sobre "como viveremos juntos" em meio às mudanças climáticas, explorando ideias para um futuro mais sustentável.

Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza aborda consumo de massa e reuso na arquitetura

Para a edição deste ano da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Pavilhão do Japão nos convida a refletir sobre o movimento de bens e mercadorias, sobre o consumo de massa, a sustentabilidade e o reaproveitamento de materiais na arquitetura. Intitulado Co-propriedade de Ação: Trajetórias de Elementos e com curadoria de Kadowaki Kozo, o Pavilhão Japonês para a Biennale deste ano será construído a partir da estrutura de uma tradicional casa japonesa de madeira, a qual será desmontada, enviada para Veneza e então reconstruída e ressignificada através do uso de novos materiais e soluções construtivas. Desta forma, o Pavilhão do Japão procura demonstrar que materiais e estruturas existentes podem ter uma segunda vida, colocando em cheque a crescente demanda por novos insumos e matérias primas, abraçado a reutilização em detrimento do consumo.

“Projetando Instituições Culturais: desafios contemporâneos” com arquitetos japoneses e brasileiros

Com o objetivo de apresentar a contemporaneidade do Japão, cuja arquitetura é internacionalmente reconhecida, a Japan House São Paulo, o Arq.Futuro e o Pavilhão Japonês promovem durante 2019 o ciclo de debates Projetando Instituições Culturais: desafios contemporâneos com a participação de renomados arquitetos brasileiros e japoneses. O primeiro encontro acontece no dia 02 de maio, no Pavilhão Japonês, com a participação de Vinicius Andrade e de Hiroshi Sambuichi, que visita o Brasil pela primeira vez.
Com curadoria de Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural da Japan House São Paulo, o ciclo – que prevê quatro encontros - abordará os desafios atuais de projetar uma instituição cultural, levando em consideração as novas possibilidades de uso deste espaço e as várias mídias, plataformas e dimensões de obras de arte contemporâneas. Em agosto já está agendado o encontro entre o brasileiro Thiago Bernardes e o japonês Tsuyoshi Tane, que terá exposição solo na Japan House São Paulo, no segundo semestre.
O ponto de partida para a criação deste ciclo é como a arquitetura responde a esses desafios cotidianos das instituições culturais, que passaram a ser locais onde as mais variadas atividades são realizadas, desde as tradicionais exposições e salvaguarda de obras, passando pelas realizações de palestras, encontros, oficinas práticas, projeções, performances, além de espaços dedicados à cafés e restaurantes. “Estas instituições exercem papel fundamental e crescente como centro de convivência. A versatilidade desses locais deve ser considerada desde o momento de criação do projeto arquitetônico”, comenta Natasha, curadora do ciclo.
O questionamento “Quais as premissas e desafios de projetar essas instituições nos dias de hoje? E qual o papel do arquiteto nesse trabalho multidisciplinar?” norteia este ciclo para debater tais questões e expor propostas, criando assim um paralelo e contribuindo para a reflexão sobre o assunto.
Sobre os participantes:

Em foco: Frei Otto

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© Ingenhoven und Partner Architekten, Düsseldorf

Frei Otto (31/5/1925 - 9/3/2015) foi um arquiteto e engenheiro alemão conhecido por suas inovações em estruturas leves e tensionadas. Logo após eu falecimento em 2015, foi laureado com o Prêmio Pritzker e antes disso, em 2006, foi homenageado com a RIBA Royal Gold Medal. Muitas de suas pesquisas em estruturas tensionadas são tão relevantes hoje quanto eram 60 anos atrás, e seu trabalho continua a influenciar arquitetos e engenheiros de diversas partes do mundo.

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