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Arquitetos: PAARQ Arquitectos
- Área: 375 m²
- Ano: 2018
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Fabricantes: Dellorto, Sherwin-Williams, AutoDesk, Dynal, MK, +1


A arquitetura tradicional do passado às vezes pode parecer muito distante dos ambientes modernos e integrados que desfrutamos hoje. No entanto, embora algumas tipologias de salas da alta sociedade, aparentemente obsoletas — como salas de visitas, salas de estar formais e salas de fumo ainda existam sob outros nomes — como salas íntimas, refúgios e "man caves", para citar alguns —, outras complexidades arquitetônicas raramente são replicadas.
Escadas de serviço, copas de lavagem de louça e salas de secagem, por exemplo, já foram indispensáveis para o funcionamento de imóveis de certo porte e prestígio. Porém, assim como um suéter de lã lavado acidentalmente no ciclo errado, a tecnologia reduziu drasticamente o tamanho das áreas de serviço ao longo do último século. Casas pequenas, como o Apartamento Sob o Céu do Barão em São Paulo, por exemplo, hoje conseguem substituir lavanderias e despensas separadas por cozinhas com área de refeições integradas, que incorporam pequenos eletrodomésticos de lavar e secar ao layout aberto, liberando mais espaço para o convívio.




Ainda que a inteligência artificial esteja mostrando o potencial para realizar sucessivas iterações com bons resultados, projetar o layout dos espaços toma grandes porções do tempo de um projetista. A organização dos elementos presentes em um espaço determina os fluxos, os pontos de vista e determinará em grande parte como este será usado. Mas a ideia de engessar o uso do ambiente pode não funcionar para todos os casos. Por conta de restrições de espaço ou usos suplementares que um cômodo pode ter, alguns arquitetos têm desenvolvido layouts dinâmicos que comportam mais de uma possibilidade de uso. Seja através de elementos divisores ou de módulos especiais, estes projetos permitem que o espaço mude radicalmente através de um movimento.


Maioria em graduações de arquitetura em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, as mulheres superam os homens em número de profissionais em atividade, entretanto, sua representatividade vem, há décadas, sendo sistematicamente diminuída frente à atuação masculina.
O debate sobre o papel das mulheres na arquitetura não é recente, contudo, ganhou força a partir de 2013 com a petição para que Denise Scott Brown fosse retroativamente reconhecida como vencedora do Prêmio Pritzker de 1991 - junto à Robert Venturi - e a consequente rejeição do pedido por parte do Prêmio. Desde então, o reconhecimento do papel das mulheres na arquitetura vem sendo tópico de diversos - e necessários - debates, palestras, simpósios e exposições em todo o mundo.


A XXI Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile anunciou São Paulo como cidade convidada do evento que busca enfocar os aspectos comuns e cotidianos da sociedade. A arquiteta chilena Paula Monroy, em colaboração com Marcella Arruda e Helena Cavalheiro, apresentará uma série de projetos urbanos, artísticos e arquitetônicos que abordam a classe média paulistana com a proposta “Diálogos e Limites”.
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