Nossos parceiros da Escola da Cidade compartilharam conosco a palestra de José Rollemberg sobre Habitação e Espaço Público. No vídeo, Rollemberg parte da análise de três projetos de escala urbana, em São Paulo, para discutir e recapitular os conceitos vistos na disciplina que ministrou no curso de pós-graduação Habitação e Cidade.
São apresentados e discutidos por meio de fotos, plantas, cortes e perspectivas, os projetos do CECAP Guarulhos, o Parque Tietê e o Parque da Grota. O arquiteto traz também trechos de textos e citações para comentar as concepções de espaço público que cada projeto traz.
Organizada como parte da Ocupação Vilanova Artigas - série de eventos realizada no Itaú Cultural que marca as comemorações do centenário de João Batista Vilanova Artigas - a palestra exibida acima, que ocorreu no dia 29 de julho, traz para o palco o escritor e compositor Jorge Mautner.
Na ocasião, Mautner falou de sua convivência com Vilanova Artigas e como isso influenciou sua vida pessoal e profissional. Assista à palestra completa no vídeo acima.
Após passar por Brasília, chega ao Rio de Janeiro, no dia 19 de agosto, o Ciclo de Palestras “Cidades do Amanhã”. O projeto, um dos contemplados no 2º edital do Programa CAU/RJ de Patrocínio Cultural, nasceu da necessidade de ampliar a discussão sobre um modelo arquitetônico, presente nas cidades brasileiras, que promove a segregação e o afastamento do espaço e da vida pública.
Ao longo de dois anos, o professor da Universidade Federal Fluminense e idealizador do ciclo, Vinícius Netto, junto com os professores Renato Saboya, de Florianópolis, e Júlio Vargas, de Porto Alegre, se dedicaram à análise de cerca de 8 mil edifícios. A partir da criação de parâmetros, como o afastamento dos prédios, a presença de muros e o número de janelas, e a quantidade de pedestres, a pesquisa demonstrou como a arquitetura contribui para uma cidade mais insegura e com piores índices de mobilidade.
A Escola da Cidade compartilhou conosco mais uma palestra de seu curso de pós-graduação Geografia, Cidade e Arquitetura, trazendo, desta vez, as arquitetas e historiadoras Nilce Aravecchia e Ana Castro para apresentar o primeiro resultado de um diálogo com o grupo de pesquisa Cultura, Arquitetura e Cidade, na América Latina.
A aula discutiu as visões e representações da marginalidade no território: de Lima à metrópole latino-americana entre os anos 50 e 70, propondo uma discussão da cidade latino-americana. A aula baseou-se em construir o conceito de América Latina, introduzir o CEPAL e a Teoria da Dependência e discutir a ideia de marginalidade a partir dessa discussão. Em seguida, adentra-se o território de Lima, para entender melhor esta cidade e o período nacional-desenvolvimentismo, onde o arquiteto, e posteriormente presidente, Belaúnde Terry teve um importante papel. Por fim, comentou-se sobre arquiteto John Turner e o concurso Previ .
Na ocasião, Bonduki, secretário de Cultura de São Paulo e arquiteto, falou da importância de Artigas e de sua relação com a arquitetura e o urbanismo, incluindo discussões sobre habitação social e projetos de casas individuais.
O Instituto de Educação Superior da Paraíba (IESP) promove, no dia 21 de agosto, a aula inaugural da 2ª edição do curso de pós-graduação em Design e Arquitetura de Espaços Efêmeros (Pós DAEE), com a profa. MsC. Brígida Campbell, da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
O tema da palestra será "Por uma cidade lúdica e coletiva, por uma arte pública, crítica e poética". Entre outros, Campbell irá apresentar seu trabalho à frente do grupo "Poro Intervenções Urbanas e Ações Efêmeras", sediado em Belo Horizonte e com o qual já realizou atividades em várias cidades do Brasil.
A Escola da Cidade divulgou mais um vídeo da série Baú da Escola. Desta vez quem se apresenta é o antropólogo Rodrigo Montoya Rojas, convidado pelo curso de pós-graduação Geografia, Cidade e Arquitetura para debater sobre o conceito de espaço vertical e seu uso na cultura inca, o que os espanhóis, na colônia, fizeram com este espaço e como o Peru, atualmente, poderia resolver muitos problemas se voltasse a considerar o Espaço Vertical como a estrutura principal do país.
Organizada como parte da Ocupação Vilanova Artigas - série de eventos realizada no Itaú Cultural que marca as comemorações do centenário de João Batista Vilanova Artigas - a palestra exibida acima, que ocorreu no dia 1 de julho, traz um dos arquitetos mais influentes em atividade no Brasil, Paulo Mendes da Rocha, para falar de Artigas, seu amigo e mentor.
Em uma apresentação que durou pouco mais de meia hora, Paulo Mendes revisitou episódios da vida de Artigas que exemplificam a visão do arquiteto em relação ao ensino e à prática da arquitetura, bem como sua visão em relação ao que considerava uma sociedade mais justa.
No vídeo acima, publicado no Baú da Escola, Gordon mostra seu trabalho para as Escolas Secundárias do Porto e seu projeto para o Parque Urbano em Setúbal, que lida com a ideia de matéria única, capaz de desempenhar, no mesmo lugar, funções distintas.
Pioneiro em energia renovável, o arquiteto carioca Sergio Conde Caldas apresenta na palestra Sustentabilidade Hoje, a evolução das alternativas sustentáveis na arquitetura high-end em uma conversa intimista que acontece no dia 28 de maio, a partir das 19h, na Livraria da Vila em São Paulo.
A palestra acontecerá através do formato Pecha Kucha, tradicional ferramenta utilizada em eventos de arquitetura no Japão. Trata-se de uma dinâmica apresentação de 20 imagens, sendo que para cada uma delas são reservados apenas 20 segundos, nos quais o arquiteto disserta sobre cada uma. Esses arquivos exploram, além do variado portfólio do escritório, fatos e curiosidades sobre sustentabilidade no Brasil e no mundo.
A viagem de arquitetos é sempre uma viagem de confrontação. Confrontam-se modelos, visões do mundo, arquiteturas. Nesse sentido, Aprender com a Viagem propõe uma reflexão sobre a importância da viagem na formação disciplinar, tendo em vista como a experiência real dos lugares contribui para a vida acadêmica e profissional.
Raquel Rolnik é conhecida por levantar a bandeira do direito à cidade, que vai muito além do acesso à água, luz, saneamento e mobilidade. Direito à cidade prevê a distribuição de todos os recursos que o meio urbano possa oferecer de maneira igualitária aos cidadãos.
Durante uma participação no programa Esquenta, da Rede Globo, Raquel Rolnik ainda ressaltou a importância de os cidadãos poderem participar da definição de como será a cidade em que moram. “As vezes aparece um baita viaduto no meio da rua. Quem é que resolveu fazer aquilo? Quem disse que tinha que fazer aquilo? Eu acho que nós deveríamos poder participar mais na decisão do que vamos fazer, aonde vamos fazer” exemplifica a urbanista.
Na palestra que será proferida em Caruaru-PE, no próximo dia 13 de abril, Raquel Rolnik abordará o tema “Desenvolvimento econômico e cidades do Brasil: Por que continuamos reproduzindo a precariedade?”. O assunto é propício para se repensar a realidade de Caruaru e cidades vizinhas.
O evento, promovido pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifavip | DeVry, se chama Diálogos Urbanos e terá inscrições gratuitas. As 500 vagas disponíveis deverão ser trocadas por um quilo de alimento não perecível, que será doado à Casa dos Pobres São Francisco de Assis.
Ministrada por Murilo Cavalcanti, estudioso na área de segurança cidadã e organizador do livro “As lições de Bogotá e Medellín: Do caos à referência mundial”, a palestra homônima visa explicar como essas cidades colombianas venceram a violência e a criminalidade e se tornaram modelos de gestão pública, passando do topo do ranking das cidades mais violentas do mundo à referência em mobilidade, segurança e soluções urbanísticas, devolvendo o espaço público aos cidadãos.
A palestra também contará com a presença de representantes do Estado do Ceará, da Prefeitura de Fortaleza e da Academia a fim de enriquecer o debate sobre o tema.
A ideia do Plano Piloto de Brasília pode ter surgido "já pronta", segundo seu autor, mas se apoia numa vasta cultura teórica e está inserida no contexto do pensamento da sua época. Das cidades-jardins à separação do tráfego e da monumentalidade clássica à destruição do quarteirão, é um universo amplo e, por vezes, contraditório que está sintetizado no projeto de Brasília.
A Secretaria de Cultura do Distrito Federal convida todos os interessados para a palestra “O Universo de Lucio Costa: Paradigmas de Brasília”, que acontecerá dia 10 de abril, sexta-feira, e será ministrada por Pedro Paulo Palazzo e Sylvia Ficher.
O evento acontece no Espaço Lucio Costa, em Brasília, e as inscrições podem ser realizadas aqui.
A Escola da Cidade divulgou mais um vídeo da série Baú da Escola. Desta vez quem fala é Antonio Risério, convidado pelo curso de pós-graduação Arquitetura, Educação e Sociedade para discutir a cidade como artifício humano, por meio de argumentos e definições, analogias e citações.
Segundo Risério, baseando-se em Pero Lopes, a cidade é tratada como aglomerado de pessoas, onde estas, fascinadas pela metrópole e pelo poder humano e grandeza artificial produzida pelas mãos humanas, se orgulham de viver na grande e populosa cidade. A sedução do urbano está associada aos grandes números, ao fascínio por estar e se mover em meio a multidão.
O arquiteto discutirá como os livros de arquitetura articulam imagens e textos, procurando recursos visuais e físicos para descrever processos construtivos e caracterizar os espaços e os movimentos dentro e fora dos edifícios, o que, muitas vezes, desafia a própria natureza do livro, na criação de relações entre as ideias dos arquitetos e a experiência dos leitores.
Em seu ensaio de 1966, The economics of the coming spaceship Earth, Kenneth Boulding escreveu que "nós estamos no longo processo de uma transição na natureza da imagem que o homem tem de si mesmo e do seu entorno". A afirmação de Boulding ressoa com o surgimento de um novo tipo de desenho arquitetônico: os eco-diagramas dedicados tanto a representar essas relações de mudança quanto a operá-las.
O Studio-X Riorecebe amanhã, 6 de março, Daniel Barber para uma apresentação que irá colocar os diagramas metodológicos de Olgyay and Olgyay neste contexto, enfatizando como os seus desenhos imaginaram uma nova condição para o humano em meio ao aumento de conhecimento sobre a imprevisibilidade do clima global.
Nossos parceiros da Escola da Cidade compartilharam conosco mais um vídeo do Baú da Escola, desta vez da palestra do pesquisador Farès El-Dahdah, convidado pelo curso de pós-graduação “Arquitetura, Educação e Sociedade”, que apresentou os trabalhos desenvolvidos no Centro de Pesquisa das Humanidades (HRC) da Rice University.
Tratando das plataformas colaborativas e outras ferramentas para fins educativos, e a crítica às políticas internas da universidade, o convidado chama atenção para a revolução do paradigma atual da produção intelectual, a partir de duas iniciativas: as humanidades públicas e as computacionais.