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Owen Hatherley: O mais recente de arquitetura e notícia

O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

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Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

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Como a Praça da Independência de Kiev ajudou a estimular as revoltas?

Em um fascinante artigo escrito para o The Guardian, Owen Hatherley visita a Maidan Nezalezhnosti (Praça da Independência) em Kiev - o espaço público no coração da insurreição ucraniana - que foi, ironicamente, concebida no período de Stalin em estilo Hausmaniano, cuja característica é um desenho que dificulta revoltas armadas e barricadas. Hatherley examina como os elementos da praça pública foram utilizados pelos manifestantes e como diferentes áreas da praça estão agora abrigando distintas facções políticas. Leia o artigo completo aqui.