Pesquisadores da Escola de Oceanografia da Universidade de Rhode Island divulgaram um estudo no qual afirmam que a cidade de Nova Iorque está afundando por causa do peso das suas inúmeras e enormes construções. Os grandes edifícios da Big Apple, como a cidade é conhecida, estão aumentando os riscos de inundações por lá.
Além das inundações e do aumento do nível do mar provocado pelas mudanças climáticas, o risco para os moradores de Nova Iorque aumenta porque a cidade está afundando entre 1 e 2 milímetros por ano em média, com alguma áreas chegando ao dobro desta medida.
Por duzentos anos, a cidade de Nova York tem sido a maior metrópole dos Estados Unidos e continua a superar suas concorrentes. A cidade é uma das mais antigas e prósperas do país. Sua região metropolitana produz bens e serviços que equivalem em termos monetários à metade do que o Brasil produz. A sua estrutura urbana, capacidade produtiva e elevada renda per capita evidenciam sua posição privilegiada no mundo, e uma das chaves para entender a sua ascensão está no início da sua história e ao longo do seu processo de desenvolvimento. Em 1624, as terras da ilha de Manhattan foram compradas do povo indígena Lenape pelo holandês Peter Minuit, da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, que fundou a chamada Nova Amsterdã. A ilha é uma extensa área plana de 59 km² situada em meio à foz do Rio Hudson e do Rio do Leste. A baía permitia atracar grandes navios e era também um local mais fácil de se defender.
Com a notícia promissora de uma vacina em potencial que em breve poderá fazer com que o mundo retorne a um modo de vida seminormal, questões estão sendo levantadas sobre como será o futuro do transporte público. Embora alguns prevejam que levará anos até que voltemos às formas de aglomeração, como sardinhas enlatadas em vagões de metrô lotados durante a hora do rush, não se trata apenas de como os indivíduos se sentem estando próximos uns dos outros enquanto se movem pela cidade. Tem mais a ver com como nossos outros hábitos diários, que foram remodelados como resultado da pandemia, podem mudar os objetivos gerais dos sistemas de transporte público em todo o mundo. Que estratégias podem ser implementadas para trazer o número de passageiros de volta aos níveis normais e para trazer o cenário da mobilidade de volta para onde estava, enquanto a sociedade continua a passar por grandes mudanças fundamentais?
Com museus em Estocolmo, Nova Iorque e Tallinn, o Fotografiska acaba de anunciar planos para sua futura nova sede: a cidade de Berlim. Previsto para ser inaugurado já em 2022, onde antes funcionava o antigo Centro de Arte Kunsthaus Tacheles, o museu de fotografia será projetado por Herzog & de Meuron e contará com mais de cinco mil metros quadrados de área dedicada.
O OMA divulgou imagens da nova loja da famosa marca de joias Tiffany & Co., na Quinta Avenida de Nova Iorque. Com conclusão prevista para 2022, a intervenção “reimagina a experiência comercial, preservando a identidade histórica do edifício original”.
Os apartamentos de cobertura mostram como a forma segue o poder aquisitivo. Como seu próprio setor do mercado imobiliário de luxo, esses espaços costumam ser reservados aos clientes e investidores mais ricos. Da icônica mansão de 54 quartos, da herdeira Marjorie Merriweather Post, a unidades de cobertura em empreendimentos imobiliários, esse tipo de projeto foi continuamente reinventado para levar a arquitetura e o design de interiores a novos patamares.
Desde o final do século XIX até os dias de hoje, a cidade de Nova Iorque se consolidou como o principal epicentro da construção de edifícios em altura ao redor do todo. Muitas destas estruturas, concebidas e projetadas pelos mais importantes personagens da história recente da arquitetura, rapidamente adquiriram o status de ícone, influenciando para sempre a forma como concebemos nossos edifícios e cidades. Ainda assim, muitos arranha-céus históricos da cidade de Nova Iorque acabaram sendo demolidos, dando lugar a estruturas cada vez mais altas e tecnológicas. Neste contexto, novidade e obsolescência parecem duas faces de uma mesma moeda. As recentes disputas e impasses ao redor de algumas das mais icônicas estruturas em altura já construídas na cidade de Nova Iorque, revela o quão rapidamente as coisas podem mudar de figura.
Back to the Future; BIG + ARUP, Nova York. Imagem Cortesia de Van Alen Institute
Van Alen e o Conselho da Cidade de Nova York anunciaram os 6 finalistas do concurso internacional "Reimaginando a Ponte do Brooklyn", tanto na categoria profissional quando dos jovens adultos. Inspirando os participantes a repensarem a icônica passarela da Ponte do Brooklyn, o concurso reuniu intervenções de curto prazo e propostas de longo prazo para uma completa reconfiguração da ponte. As 3 equipes finalistas na categoria profissional incluem BIG + ARUP; ScenesLab + Minzi Long + Andrew Nash; e Pilot Projects Design Collective, Cities4Forests, Wildlife Conservation Society, Grimshaw e Silman.
Nova York: fechada, vazia. Foi comovente, é claro, mas também foi lindo. Para o artista Edgar Jerins, essa revelação foi uma surpresa. Quem imaginaria que essa cidade movimentada, caótica, suja, vibrante, profana e incrível poderia parecer tão ... linda mesmo sem as pessoas e atividades? Durante anos, Jerins andou de metrô até seu estúdio perto da Times Square. Quando as notícias da pandemia se espalharam pela primeira vez - mais como uma ameaça vaga e indefinida, inicialmente - ele fugiu, com medo para o ônibus e, depois que a gravidade do evento se tornou aparente e o isolamento começou, ele pegou emprestada a bicicleta da filha.
Em janeiro deste ano, Peter Eisenman foi entrevistado por Marc-Christoph Wagner em seu estúdio em Nova Iorque. Apresentado pelo Louisiana Museum of Modern Art, o vídeo explora o modo como Eisenman enfatiza a importância da comunicação e do conhecimento da linguagem em qualquer campo de atuação.
O prefeito da cidade de Nova Iorque, Bill de Blasio, anunciou planos para apresentar um projeto de lei que proíbe a construção de arranha-céus de vidro, fazendo parte dos esforços para reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 30%. Revelando os planos, ele descreveu os arranha-céus de fachada de vidro como "incrivelmente ineficientes" por causa da perda de calor, segundo a NBC New York.
https://www.archdaily.com.br/pt/915789/prefeito-de-nova-iorque-pretende-proibir-novos-arranha-ceus-de-vidroNiall Patrick Walsh
O escritório MAD Architects divulgou sua proposta de arranha-céu para Nova Iorque: uma torre esbelta e sinuosa próxima ao Empire State Building. Apelidado de "East 34th", o projeto é composto por uma fachada de vidro de cor escura com o intuito de desvanecer na atmosfera urbana. Localizado ao lado de uma das estruturas mais icônicas de Nova York, o projeto repensa as torres retilíneas da cidade e suas arestas pontudas para criar uma nova forma para os arranha-céus de Manhattan.
Em maio de 1985, um antigo teatro e sala de concertos abriu suas portas ao público para a inauguração de uma boate em Nova Iorque. O projeto fora encomendado pelos empresários Steve Rubell e Ian Schrager, proprietários do também famoso clube Studio 54, e foi concebido como uma estrutura independente, vibrante e luminosa instalada dentro de uma envoltória bastante clássica, que serviu como belo pano de fundo para as geometrias de Isozaki.
De acordo com o New York Times em sua edição de 20 de maio de 1985: “Arata Isozaki é ao mesmo tempo uma grande eminência da arquitetura japonesa e fonte de alguns de seus pensamentos mais recentes. E todas as facetas do Sr. Isozaki estão visíveis no Palladium."