Montse Zamorano

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O que é infraestrutura azul? Repensando o papel da água no desenho urbano

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Soluções baseadas na natureza são uma das principais estratégias para a adaptação climática contemporânea e para a resiliência ecológica urbana, adotadas por cidades independentemente de sua geografia ou zona climática. Telhados verdes, florestas urbanas, biovaletas, ampliação da cobertura arbórea, áreas úmidas protegidas e paisagens permeáveis ocupam posição de destaque nos planos municipais de adaptação. Essas intervenções são implantadas nos bairros, distribuídas pelas redes viárias e mensuradas por hectares restaurados, árvores plantadas, águas pluviais retidas ou redução de temperatura. Essa mudança amplia o papel da ecologia nas cidades, estabelecendo elementos ambientais como sistemas de infraestrutura e proporcionando a profissionais de planejamento uma estrutura sólida para integrar sistemas naturais ao desenvolvimento urbano.

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Guia de arquitetura de Madri: 27 atrações brutalistas e contemporâneas para explorar na capital espanhola

Madri, a vibrante capital da Espanha, oferece uma mistura de tradição e modernidade que se reflete em seu diverso patrimônio arquitetônico. Esse rico passado está gravado em suas fachadas antigas, amplos espaços públicos e instituições religiosas históricas que definem grande parte do caráter atual da cidade. A contínua renovação arquitetônica de Madri, que se traduz tanto em restaurações respeitosas quanto em novas construções inovadoras, destaca o compromisso da cidade em preservar seu patrimônio ao mesmo tempo em que abraça o futuro.

No século XX, Madri abriu-se à modernidade sob a influência de movimentos como o racionalismo, o Estilo Internacional e o brutalismo. Hoje, a cidade é uma vitrine do design contemporâneo, onde projetos atuais de arquitetos e arquitetas de renome coexistem com seu legado histórico. Estruturas como o CaixaForum, de Herzog & de Meuron, e o Museu Reina Sofía, de Jean Nouvel, exemplificam o interesse da cidade por explorações arquitetônicas.

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Reservatórios de Pignatelli: de infraestrutura hidráulica a parque urbano / Héctor Fernández Elorza

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Zaragoza, Espanha
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Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha?

A inovação está no cerne da arquitetura, manifestando-se através de novas abordagens projetuais, da experimentação material e, naturalmente, das formas de habitar. Diante disso, a concepção de edifícios e espaços internos passa por uma constante evolução. Esse processo é especialmente evidente em regiões com um rico patrimônio cultural, como a Espanha, onde a inovação reinterpreta as maneiras tradicionais de se relacionar com o espaço. Essa atenção à memória e à vida cotidiana estende-se aos interiores, nos quais cada intervenção tem o potencial de remodelar ativamente a experiência espacial das pessoas e abrir novas possibilidades de convivência e interação.

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A evolução dos postos de gasolina: de paradas de estrada a marcos arquitetônicos

O posto de combustível é uma tipologia arquitetônica que passou por transformações significativas desde a sua criação. Inicialmente, essas estruturas eram simples pontos de reabastecimento na beira da estrada, projetados com foco na funcionalidade e não na estética. À medida que a cultura do automóvel se expandiu, os postos de combustível evoluíram para acomodar novas tecnologias, transformações nas paisagens urbanas e mudanças nos comportamentos de consumo. Com o tempo, deixaram de ser apenas paradas utilitárias para se tornarem núcleos de serviços, integrando restaurantes, motéis e espaços de lazer, em resposta às crescentes demandas do transporte contemporâneo.

No final do século XX, no entanto, a padronização generalizada dos postos de combustível fez com que passassem a ser percebidos como "não-lugares", conceito cunhado pelo antropólogo Marc Augé para descrever espaços de transição que carecem de significado social ou cultural. Com projetos uniformes e foco na eficiência, os postos de combustível tornaram-se intercambiáveis, reforçando seu papel como infraestrutura puramente funcional, em vez de intervenções arquitetônicas significativas. Essa padronização também marcou o distanciamento de uma era em que os postos serviam como marcos visuais reconhecíveis, contribuindo para uma paisagem homogeneizada e desprovida de identidade local.

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O que é um vomitório? 25 exemplos modernos de gestão eficiente de fluxo em edifícios e espaços públicos

O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.

O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.

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Cozinhas integradas na arquitetura espanhola: 50 casas com espaços flexíveis

Na Espanha, a implementação de cozinhas integradas em residências tem se tornado cada vez mais comum na arquitetura contemporânea. Embora existam várias configurações e desenhos que são aplicados de acordo com os costumes e culturas das sociedades, como vimos na Argentina ou no Uruguai, a essência de conceber o espaço da cozinha como um aglutinador de atividades e um lugar de encontro entre seus habitantes e visitantes é uma fator comum. Isso tem levado os arquitetos a buscarem layouts, tecnologias e materiais capazes de proporcionar funcionalidade, amplitude e flexibilidade às residências.

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Dia Mundial da Fotografia: Conversas com 15 fotógrafos de arquitetura

O ArchDaily apresenta os projetos de arquitetura mais inovadores através do olhar criativo de fotógrafos especializados. Seus registros nos aproximam das obras, refletem a visão dos arquitetos e, sobretudo, transmitem e despertam as mais variadas emoções.

A partir de conversas com esses talentosos fotógrafos, podemos entender, pelo menos um pouco, o que eles sentem ao se depararem com um projeto arquitetônico com uma câmera na mão.

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As 50 melhores casas de 2021

As 50 melhores casas de 2021 - Imagem de Destaque
© Adrià Goula

As 50 melhores casas de 2021 - Mais Imagens+ 48

A arquitetura residencial é uma das categorias mais consultadas por nosso público leitor. Durante o ano de 2021, publicamos mais de 1.300 casas, apresentando projetos de diferentes regiões do mundo e oferecendo uma variedade de soluções, materiais, contextos, ambientes, escalas e tipologias. Trata-se de uma ampla fonte de conhecimento para quem busca soluções tanto para sua própria casa quanto para projetos profissionais.

Pavilhão de Tijolos em Dois Tempos / Estudio Primitivo González | eGa

Pavilhão de Tijolos em Dois Tempos / Estudio Primitivo González | eGa - Mais Imagens+ 17

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Alcalá de Henares, Espanha
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  360 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2020
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  La Paloma cerámicas, Schüco

Edifício Residencial GT3 / Bojaus Arquitectura

Edifício Residencial GT3 / Bojaus Arquitectura - Fotografia de Exterior, Casas, Fachada, Cerca
© Montse Zamorano

Edifício Residencial GT3 / Bojaus Arquitectura - Mais Imagens+ 18

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Madri, Espanha
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  880 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021

Casa em Cabanillas del Campo / Taller Abierto

Casa em Cabanillas del Campo / Taller Abierto - Mais Imagens+ 15

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Cabanillas del Campo, Espanha
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O que é o concreto ciclópico? Usos e aplicações em obras de arquitetura

Conhecida antigamente como “ciclópica”, essa técnica se baseia na utilização de grandes blocos de pedra que, sobrepostos e ligados entre si, sem qualquer tipo de argamassa, permitiam materializar várias estruturas. As civilizações às quais se atribui o uso desta técnica são muito diversas e é possível vê-la aplicada a diferentes funções que vão desde a construção de muralhas defensivas até templos e tumbas. Em geral, esse tipo de sistema costuma estar associado a qualquer construção antiga que utilize grandes elementos de pedra, cujo aparelhamento é mais ou menos poligonal.

Reforma do Pátio de Operações do CentroCentro / Héctor Fernández Elorza

Reforma do Pátio de Operações do CentroCentro / Héctor Fernández Elorza - Mais Imagens+ 25

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2200 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Adobe Systems Incorporated, Andreu World, Antonio López Garrido, S.A., AutoDesk, Daisalux, +10

Tendências da arquitetura, construção e interiores para 2021: o popular, o relevante e o essencial

Ao rever os projetos de arquitetura que publicamos como parte de nossa seleção anual de 2020, pudemos distinguir muitos elementos e soluções recorrentes em termos de materiais, programas e funções.

Uma vez que a indústria da arquitetura se move um pouco mais devagar do que outras, descobrimos que muitos elementos e soluções de design dos últimos anos voltaram com força em 2020. Nesse sentido, acreditamos que as tendências no mundo da arquitetura podem ser definidas não apenas pelo que foi recorrente e popular, mas também pelo que se mostrou relevante e substancial.

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Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras

Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Mais Imagens+ 12

Yuval Noah Harari aponta que, por volta de 300 mil anos atrás, os Homo erectus, os neandertais e os antepassados do Homo sapiens já utilizavam o fogo diariamente. Segundo o autor do best-seller internacional “Sapiens”, o fogo abriu a primeira brecha significativa entre o homem e outros animais. “Ao domesticar o fogo, os humanos ganharam controle de uma força obediente e potencialmente ilimitada.” Alguns estudiosos, inclusive, acreditam que há relação direta entre o advento do hábito de cozinhar os alimentos (possível por conta da domesticação do fogo), ao encurtamento do trato intestinal e o crescimento do cérebro humano, que permitiu que os seres humanos se desenvolvessem e criado tudo o que temos.

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As virtudes e limites da fotografia na representação da arquitetura - cinco fotógrafos discutem

Enquanto meio de representação da arquitetura, a fotografia apresenta qualidades indiscutíveis. Com ela, é possível apresentar a um público distante obras erguidas em qualquer lugar do mundo, de vistas gerais a espaços internos e pormenores construtivos - ampliando o alcance e, de certo modo, o acesso à arquitetura.

Entretanto, como qualquer outra forma de representação, não é infalível. Na medida que avanços tecnológicos permitem fazer imagens cada vez mais bem definidas e softwares de edição oferecem ferramentas para retocar e, por vezes, alterar aspectos substanciais do espaço construído, a fotografia, por sua própria natureza, carece de meios para transmitir aspectos sensoriais e táteis da arquitetura. Não é possível - ao menos não satisfatoriamente - experienciar as texturas, sons, temperatura e cheiros dos espaços através de imagens estáticas. 

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Espelhos na arquitetura: possibilidades de espaços refletidos

Os seres humanos usam espelhos desde 600 aC, empregando a rocha obsidiana altamente polida como superfície reflexiva básica. Com o tempo, as pessoas começaram a usar pequenos pedaços de ouro, prata e alumínio de maneira semelhante, tanto por suas propriedades refletivas quanto por decoração. No século I dC, as pessoas começaram a usar o vidro para fazer espelhos, mas foi apenas durante o Renascimento Europeu que os fabricantes venezianos começaram a fabricar espelhos aplicando suportes metálicos nas folhas de vidro, permanecendo o método geral mais comum hoje em dia. Desde então, os espelhos continuam a desempenhar papel decorativo e funcional na arquitetura, proporcionando uma estética moderna e limpa, apesar de suas origens antigas. Abaixo, investigamos como os espelhos são feitos, fornecemos um pouco de sua história na arquitetura e oferecemos várias dicas para arquitetos que desejam usá-los em seus projetos.