Gostaria de conhecer o México e visitar Chichen Itza na Península de Yucatán, ou o Palácio de Bellas Artes e o Polyforum Siqueiros da Cidade de México, sem pegar filas ou fazer reservas? Através do Google Street View estamos publicando uma série de percurso panorâmicos virtuais de verdadeiros tesouros arquitetônicos e naturais ao redor do mundo. E o melhor: totalmente gratuitos!
Desta vez, apresentamos uma série de ícones patrimoniais do México que podem ser visitados sem que precisemos sair de casa.
Faça o tour virtual a seguir.
https://www.archdaily.com.br/pt/765701/vistas-panoramicas-de-65-icones-culturais-mexicanosArchDaily Team
Um clássico de ação, "O Vingador do Futuro" é um filme que transcende seu rótulo de obra comercial, cuja mensagem vai mais além do que um simples entretenimento fundamentado somente na ação. Baseado em um relato do grande autor de ficção científica, Phillip K. Dick e dirigido por Paul Verhoeven, o filme apresenta um perfeito balanço entre uma fantasia tecnológica, uma crítica social e a violência que não se envergonha para mostrar uma realidade onde a humanidade entrou em um espiral decadente e pessimista do qual parece não haver saída.
A realidade do planeta na primeira metade do filme é apresentada dentro de um futuro palpável e próximo, que superpovoado obrigou a humanidade a tomar decisões drásticas sobre sua forma de vida. Filmado quase por completo nos estúdios Churubusco da Cidade de México, devido a mão-de-obra barata da época, a maioria das locações que vemos nesta primeira parte pertence a edifícios emblemáticos da própria cidade e da arquitetura mexicana. Tais obras vão desde a década de 70 até os anos 90 como uma busca, por parte do governo, de integrar o país dentro da modernidade.
LIGA, Espacio para Arquitectura e Arquine convocam os jovens arquitetos latino-americanos a desenhar uma instalação temporária em um local específico para a vigésima edição de exposições que se apresenta no espaço da LIGA na Cidade do México. Todos os detalhes da convocatória, a seguir.
A consultora internacional Arcadis, que avalia temas relacionados à infraestrutura, meio ambiente e planejamento urbano, elaborou um índice de Cidades Sustentáveis para determinar quais são aquelas onde melhor se relacionam o impacto ambiental, a sustentabilidade financeira e a qualidade de vida.
Foram analisadas 50 cidades de 31 países - entre as quais São Paulo - que apresentam grande expansão geográfica e variados níveis de desenvolvimento econômico, expectativas de crescimento e desafios de sustentabilidade.
Veja os resultados gerais e por indicadores a seguir.
JAHN e ADG divulgaram o projeto para o estádio da equipe Los Diablos Rojos de Mexico, localizado na Cidade do México. Com previsão para abrir suas portas em 2017, a arena com capacidade para 13 mil pessoas contará com uma cobertura monumental cuja estrutura lembra um tridente.
“Indicativa quando vista do céu, o projeto da cobertura é forte, translúcido, luminoso e dinâmico", comentou JAHN. "Composta de aço leve envolvido por um material têxtil, a cobertura se tornará um ícone para a grande Cidade do México."
A cada dois anos a empresa de automóveis Audi seleciona, através do Audi Urban Future Award (AUFA), um grupo de cidades de diferentes partes do mundo para questionar sobre o futuro da mobilidade. Com este prêmio busca-se desfazer algumas ideias relacionadas com o papel crítico da mobilidade no século XXI dentro de um contexto mutável de desafios complexos, porém também de novas oportunidades.
Partindo da pergunta “como os dados darão forma à mobilidade nas megalópoles do futuro?” as equipes da Cidade do México, Boston, Berlim e Seul foram selecionadas para mostrar uma visão de como poderia ser o futuro urbano se fossem utilizados dados de maneira estratégica. Os critérios para a avaliação das propostas incluíram formas inovadoras de gerar energia, sustentabilidade, viabilidade e potencial das ideias de serem transferidas para outras cidades.
A equipe da Cidade do México, formada pelo prestigiado arquiteto e urbanista José Castillo, o pesquisador Carlos Gershenson e a área experimental do Governo do Distrito Federal, o Laboratorio para la Ciudad, convenceu o júri internacional com seu “sistema operacional para a mobilidade urbana”, vencendo a edição deste ano. Seu elemento central é uma plataforma de dados que permitirá às cidades estruturar seu planejamento urbano e de tráfego sustentável, convertendo os cidadãos em doadores de dados que permitem modificar seu comportamento em relação a cada situação. Mais detalhes do projeto a seguir.
A Cidade do México ganhou o prêmio internacional Audi Urban Future Award, organizado pela empresa Audi, que seleciona algumas cidades de diferentes partes do mundo para questionar sobre os futuros avanços na questão da mobilidade. A ideia é desmanchar os pensamentos relacionados ao estado crítico da mobilidade no século XXI dentro de um contexto de desafios complexos, mas também de novas oportunidades.
Este ano, na sua terceira edição, a Cidade do México foi escolhida, juntamente com Boston, Berlim e Seul, para oferecer uma visão de como poderia ser o futuro urbano se os dados fossem utilizados de maneira estratégica. A premiação foi entregue começo de novembro na cidade de Berlim.
Com a participação do Laboratorio para la Ciudad, Jose Castillo, co-fundador do escritório Arquitectura 911sc e Carlos Gershenson, pesquisador e chefe do Departamento de Ciências da Computação do Instituto de Pesquisas Matemáticas (IIMAS) da UNAM, a equipe da Cidade do México, chamada Living Mobilities, obteve o primeiro lugar apresentando a captação de dados de mobilidade como tarefa primordial do projeto.
Com mais de 7 bilhões de pessoas habitando o planeta, o maior crescimento populacional no último século aconteceu nas áreas urbanas. Agora, uma nova série de mapas interativos intitulados "The Age of Megacities" e desenvolvidos pela companhia de software ESRI permite-nos visualizar esses dramáticos efeitos e ver como o crescimento moldou a geografia de 10 das 28 maiores cidades do mundo. Definidas como áreas de desenvolvimento urbano contínuo com mais de 10 milhões de pessoas, o número de megacidades no mundo tende a aumentar; e enquanto Tóquio ainda lidera a lista das maiores megacidades , outras gigantes da Ásia estão se aproximando rapidamente.