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Arquitetos: Manuel Perló, Taller Capital, UNAM
- Ano: 2019


Em 11 de Julho foi celebrado o Dia Mundial da População, um evento anual criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em 1990 que busca conscientizar o público sobre as questões demográficas globais. Um tema não menos importante nos dias de hoje, já que espera-se que sejamos quase 10 bilhões de pessoas até 2050 e os últimos relatórios da ONU-Habitat estimam que, até lá, dois terços da população viverão em cidades. Ao mesmo tempo, este ano é especialmente interessante porque a Índia se tornou o país mais populoso do mundo, com 1,4286 bilhão de habitantes, o que naturalmente levanta a questão de como será construir para bilhões de pessoas.
O World Population Review avalia anualmente o crescimento das cidades e a quantidade de habitantes que vivem em áreas metropolitanas para entender as tendências de evolução global. Embora a lista das 20 cidades mais populosas do mundo contenha figuras repetidas da Ásia, como Tóquio, no Japão, Délhi, na Índia, e Xangai, na China, ao mesmo tempo há várias cidades latino-americanas, como São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires, que tiveram um crescimento de 0,85%, 0,89% e 0,78%, respectivamente, em relação ao ano passado.


Ao contrário do que muitos acreditam, as ilhas artificiais têm uma longa história em muitas regiões do mundo, como as ilhas recuperadas no Antigo Egito, as centenas de crannogs de palafitas encontradas em lagos e cursos de água escoceses e irlandeses e as ilhas cerimoniais construídas durante o Império Asteca. Por definição, uma ilha artificial é uma ilha que foi construída por seres humanos, em vez de ser formada por processos naturais. Ilhas artificiais podem ser construídas por muitas razões diferentes, e essas razões estão aumentando à medida que o mundo enfrenta o iminente problema da escassez de espaço.
No passado, essas ilhas tinham fins cerimoniais ou agrícolas, e às vezes eram usadas como espaço urbano. Mais recentemente, as ilhas foram construídas para mitigar a superlotação, recuperar terras, proporcionar expansões urbanas e atender às necessidades de infraestrutura da indústria. Ilhas artificiais também possuem certas vantagens estratégicas e benefícios econômicos, e podem trazer benefícios geopolíticos. No entanto, esses tipos de projetos têm um custo significativo para nosso ecossistema, causando danos graves e extensos ao meio ambiente.






A remodelação e expansão do Museu Anahuacalli na Cidade do México, pelo escritório Taller | Mauricio Rocha, é o vencedor do Prêmio Mies Crown Hall Americas 2023 (MCHAP), a premiação bienal que reconhece um trabalho construído nas Américas que melhor incorpora a excelência arquitetônica. O anúncio foi feito pelo diretor do MCHAP, Dirk Denison, e pela presidente do júri, Sandra Barclay, no Simpósio MCHAP, que ocorreu em Chicago, nesta sexta-feira, 24 de março de 2023.


Como acontece todos os anos na Cidade do México, durante o mês de fevereiro é celebra a "Semana del Arte" com um programa que inclui uma série de eventos que procuram oferecer experiências em diferentes espaços, principalmente museus, centros culturais e galerias de arte. Este evento é importante porque tanto a cidade quanto estes locais se tornam palco para diferentes artistas contemporâneos que se reúnem para expor seus trabalhos e enriquecer o diálogo em torno da arte. É também um destino turístico que atrai colecionadores de todo o mundo.

O diretor do Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP), Dirk Denison, e a presidente do júri de 2023, Sandra Barclay, anunciaram os seis finalistas do 2023 Americas Prize. O prêmio reconhece as melhores obras de arquitetura construídas das Américas concluídas entre dezembro de 2018 e junho de 2021. Trata-se da última etapa do quarto ciclo do MCHAP, lançado em Veneza, na Itália, em agosto de 2021. No dia 24 de março deste ano, o júri anunciará os vencedores, que receberão a quantia de US$ 50.000 para pesquisa além de serem contemplados em uma publicação dedicada.