
- Área: 0 m²
- Ano: 2010
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Fabricantes: Hunter Douglas, GRAPHISOFT


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O Museo Soumaya, inaugurado em 2011, é um dos marcos culturais mais impressionantes no horizonte da Cidade do México. Projetado pelo escritório FR-EE / Fernando Romero Enterprise, o espaço acomoda e exibe uma coleção de arte privada de quase 70.000 obras que abrangem os séculos XV a XX, incluindo a maior coleção privada de esculturas de Auguste Rodin do mundo. Neste ensaio fotográfico, Laurian Ghinitoiu aponta suas lentes para o museu - cuja geometria em romboide rotacionado é revestida por uma pele composta por 16 mil painéis hexagonais de aço espelhado.
O Centro Histórico da Cidade do México é, sem dúvida, um dos destinos turísticos mais relevantes do país por conta da história que abriga em seus numerosos espaços e edifícios públicos. No ArchDaily te convidamos a viver uma experiência em 360° de dois dos pontos mais icônicos do Centro Histórico: a Praça da Constituição (Zócalo) e a Catedral Metropolitana da cidade.
GARDEN CITY MEGA CITY: Ecossistemas Urbanos de WOHA é a primeira exposição do estúdio WOHA, de Singapura, inaugurada no Museo de la Ciudad de México em ocasião do festival MEXTRÓPOLI Festival Internacional de Arquitectura y Ciudad. A exposição propõe introduzir a biodiversidade e espaços públicos repletos de vida nas megacidades através de projetos climaticamente sensíveis e estratégias urbanas verticais.

No ano passado, uma notícia comoveu o mundo da arquitetura: as cinzas do arquiteto mexicano Luis Barragán foram transformadas em um diamante, posteriormente oferecido à Federica Zanco, diretora da Barragan Foundation, entidade localizada na Basileia, Suíça, responsável por manter o arquivo da obra do único Pritzker mexicano.
Há boatos que há mais de vinte anos, Zanco recebeu como pedido de casamento de Rolf Fehlbaum, diretor da empresa Vitra, não um anel, mas o arquivo de Barragán. Desde então, o acesso ao arquivo é negado a arquitetos, estudantes, historiadores e museólogos. E embora Zanco explique que o acesso é restringido pois o arquivo está sendo organizado para a realização de um catálogo, passaram-se mais de duas décadas e tal compêndio ainda não foi apresentando, fazendo com que muitos duvidem da explicação da diretora.


Como parte do festival MEXTROPOLI, realizado na Cidade do México no início do mês passado, o escritório WOHA, de Singapura, inaugurou sua primeira exposição na América Latina, intitulada GARDEN CITY MEGA CITY. A arquitetura do WOHA introduz a biodiversidade nos espaços públicos, transformando os pátios e corredores entre edifícios em espaços abertos à comunidade. Nesta exposição, os arquitetos mostram como o seu trabalho abordou as alterações climáticas e os desafios sociais que ocorrem como resultado do rápido crescimento urbano.



A congestão viária é um dos grandes temas de debate em cidades de todo o mundo por conta do impacto dessa questão na qualidade de vida.
Nesse sentido, sobram exemplos: o caso de Los Angeles que conheceu nessa semana o Índice de Tráfego 2016 elaborado pela consultoria Inrix um dado que demonstra como isso afeta a vida dos habitantes, os quais, segundo a pesquisa, perdem 104 horas em engarrafamentos.
Em segundo e terceiro lugares estão Moscou e Nova Iorque, com 91 e 89 horas perdidas, respectivamente. A primeira cidade latino-americana a aparecer nesse ranking é Bogotá, onde os habitantes passam 79 horas no trânsito, enquanto em São Paulo são 77 horas.

Entre os núcleos mais populosos da América Latina e do mundo, a Cidade do México oferece uma diversidade cultural particular que é evidenciada tanto por suas tradições como por sua arquitetura. A cidade é o principal centro turístico, educativo, cultural, econômico e político do México, apresentando, assim, um enorme panorama para o encontro social entre habitantes e turistas.
Os lugares de interesse arquitetônico -- com exemplos pré-hispânicos, clássicos, modernos e contemporâneos, que vão de Juan O'Gorman e Luis Barragán a Félix Candela e David Chipperfield -- estão espalhados por toda a extensão da cidade e seus espaços públicos. Veja, a seguir, uma lista com os 30 lugares que todo arquiteto deve conhecer.

LEA (Lugar de Encontro para Amigos) é uma instalação localizada no Foro Lindbergh, situado no Parque México, na Cidade do México. Trata-se de um módulo temporário de livros e jogos rodeado por mesas, cadeiras e bancos móveis que criam uma âncora única para a programação cultural. O projeto baseou-se em uma prática nova na Cidade do México: urbanismo participativo e Placemaking, que referem-se ao fomento da participação comunitária para a criação de espaços públicos ativos e atrativos.
A estrutura que contém duas estantes que se desdobram tem capacidade para mais de 500 livros e uma dezena de jogos. Seu processo de fabricação é modular, replicável e respeita o patrimônio construído dentro de seu contexto.