
- Ano: 2013


O prefeito de Florianópolis - SC, Cesar Souza Junior, anunciou na semana passada que serão investidos, até o final do ano, R$ 1milhão em obras voltadas à segurança e infraestrutura para ciclistas.
Cerca de R$ 800 mil serão aplicados em intervenções de infraestrutura, como o nivelamento e ampliação das ciclofaixas e melhorias nas calçadas. O restante será utilizado em sinalização, sobretudo em locais de bastante movimento de bicicletas.
.jpg?1373426547)

Arquitetos: NL Architects
Localização: Koogaan de Zaan, Zaanstad, Holanda
Data de Execução: 2003 – 2006
Área: 22.500m² de espaço público, 1.500m² de comércio
Orçamento: 2.100.000 de Euros
“Terrain vague” é uma expressão francesa inventada pelo catalão Ignasi de Solà-Morales, acadêmico em urbanismo, para se referir aos lugares abandonados, obsoletos ou degradados. Estes costumam surgir em torno de áreas industriais que não têm um limite fixo. No entanto, a definição não diz respeito somente a terrenos baldios e abandonados, mas em geral, qualquer área vazia, com um potencial para revitalização, como linhas ferroviárias abandonadas, fábricas em desuso, bordas de rios, infraestruturas obsoletas, para citar algumas. Sem dúvida, ‘terrain vague” refere-se a alguns fenômenos que ocorrem frequentemente em cidades pequenas especializadas ou grandes metrópoles que crescem e sofrem mudanças constantes. Claro, essas questões são crescentes nos dias de hoje.
Mas como revitalizar ou adaptar estas zonas urbanas que, geralmente constituem uma área improdutiva e segregada territorialmente? No caso deste artigo, responde-se com um exemplo pontual e simples que expõe algumas oportunidades que temos: o projeto A8erna.



O Japão, local onde foi inventado o primeiro trem bala do mundo, revelou recentemente planos para um trem ainda mais veloz: um trem flutuante, equipado com ímãs, que viaja 160 km/h mais rápido que o trem bala comum (cerca de 480 km/h). O trem maglev, palavra surgida da ligação de "magnetic levitation" (levitação magnética), viajará entre Tokyo e Osaka - uma distância estimada em 500 km - custará 64 bilhões de dólares e será concluído em 2045.
Trens de alta velocidade já revolucionaram o transporte nacional e internacional em várias partes do mundo - por exemplo, a China tem um maglev que já chega a 430 km/h - e agora a alta velocidade está se tornando hiper velocidade. No ano passado Elon Musk, CEO da SpaceX e co-fundador do PayPal e Tesla Motors, dividiu com o público seu desejo de patentear um novo modo de transporte - o “Hyperloop”, que levaria passageiros de São Francisco a Los Angeles em apenas 30 minutos.
Então, qual pode ser o futuro do trem? E, mais importante, como afetará nossas cidades e as pessoas que vivem nelas?
Para saber mais sobre o trem maglev e o futuro dos trilhos, continue lendo...

Nos primeiros anos do sistema de metrô da cidade de Nova York, a luz natural tinha um papel dominante na iluminação de espaços subterrâneos. A arquitetura enfatizava uma conexão com o céu, frequetemente através de aberturas zenitais implantadas nos canteiros centrais das avenidas.
Entretanto, provou-se extremamente difícil mantê-las limpas, e a luz eventualmente parou penetrar nos espaços subterrâneos. Com isso, a iluminação dos metrôs ficou exclusivamente a cargo da energia elétrica. Enquanto isso possibilitou grande flexibilidade nos projetos das estações, permitindo a construção em qualquer local e profundidade, também criou uma sensação de desorientação e alienação para alguns passageiros.
Para o projeto do Lower Manhattan's Fulton Center, a Arup, em conjunto com o arquiteto Grimshaw, procurou reconectar o sistema de metrô centenário ao mundo acima.
Saiba mais sobre o projeto na sequência...

O site Atlantic Cities recentemente escreveu sobre o projeto do Schema Design, inicialmente produzido como resultado de uma chamada para projetos do Urban Data Design Challange. A intenção do desafio era usar vários métodos de visualização de dados para desenvolver constatações sobre o trânsito de três cidades: São Francisco, Zurique e Genebra.

O Pavilhão da Serpentine Gallery 2013, projetado pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto,foi concluída e abriu as suas portas para a imprensa. E nós compartilhamos com nossos leitores as fotografias de Iwan Baan. Fujimoto realizará uma palestra para um grupo pequeno de participantes neste sábado, quando o pavilhão abre suas portas para o público. A estrutura semi-transparente estará aberta até 20 de outubro.
Fijumoto (41 anos) é o arquiteto mais jovem a receber a missão de construir o famoso pavilhão, assim como os renomados arquitetos Herzog & de Meuron e Ai Wei Wei (2012), Peter Zumthor (2011), Jean Nouvel (2010), SANAA (2009), etc. O arquiteto descreve seu trabalho como "... uma paisagem artificial: um terreno transparente que incentiva as pessoas a interagir e explorar o lugar de várias maneiras com o contexto de Kensington Garden, eu vejo o verde vivo do entorno unindo-se com a geometria construída.Um novo ambiente é criado, quando o natural e o artificial fundem-se, não só o arquitetônico, não somente o natural, mas uma única união de ambos. "
The Guardian realizou artigos e algumas reportagens em vídeo por Oliver Wainwright.
Mais imagens por Iwan Baan a seguir. Você pode ler o artigo Em construção aqui.

Sábado em Marselha, França, pedestres e autoridades municipais se reuniram com o escritório Foster + Partners para comemorar a conclusão do Vieux Port Pavilion na boca do porto de Marselha, Patrimônio Mundial da Humanidade. Mínimo, mas eficaz, esta intervenção "discreta" fornece um novo espaço de eventos abrigado na margem oriental do porto. Com seis pilares delgados apoiando o seu perfil fino de navalha, o dossel polido de aço inoxidável de 46 por 22 metros amplifica e reflete o movimento ao redor, criando um espetáculo que incentiva os pedestres a relaxar.
Mais sobre o Vieux Port Pavilion de Foster depois do intervalo...

Desde os diversos âmbitos da vida, quando um ano começa, tentamos olhar para trás e refletir em forma de retrospectiva sobre que experiências e situações ao longo dos 365 dias anteriores resultaram mais ou menos satisfatórias, como tratando de fazer um balanço que nos permita refletir sobre os momentos que o marcaram. Nesta linha, parece-me interessante recuperar em matéria urbanística, o que foi a manifestação territorial do evento e espetáculo esportivo mais importante do mundo: os Jogos Olímpicos.

À medida que aumenta a pressão para resolver a crise da aviação do Reino Unido, o prefeito de Londres nomeou Zaha Hadid Architects (ZHA) ao lado de uma equipe de especialistas em aviação para desenvolver planos para um novo grande aeroporto no sudeste da Inglaterra. A equipe deverá resolver o debate sobre como e onde o próximo grande aeroporto da capital será construído, decisão que irá desempenhar um papel fundamental no futuro da economia britânica.
De acordo com Zaha Hadid: "Este trabalho é fundamental para oferecer as soluções de transporte mais integradas para Londres e o Reino Unido. Permitirá que a cidade mantenha sua posição como um dos mais importantes centros econômicos, comerciais e culturais do mundo; delineando o futuro crescimento da cidade e desenvolvimento, sempre fundado na conectividade global".
Veja quem fez a lista após o intervalo...

No ano 2006 o escritório de Zaha Hadid desenhou uma extensão para a Faculdade de St. Antony, uma das sete faculdades que compõe a Universidade de Oxford, a mais antiga da Inglaterra. Diversos problemas de desenho e financiamentos foram os causadores do atraso na construção, que finalmente se iniciou há poucos dias.
As novas instalações proporcionarão uma nova biblioteca e um arquivo para o Centro do Oriente Médio, o campus universitário para estudo de humanidades e ciências sociais do mundo árabe. Os materiais de construção serão aço inoxidável e vidro e a estrutura será uma ponte entre o centro e edifício vizinho, e também com a faculdade. Vista da rua, a estrutura será como um túnel suspenso no ar.

O projeto “Hydropolis” foi projetado pelas estudantes MArgauxLeycuras, Marion Ottmann e Anne-HinaMallette, da escola de arquitetura de Nantes, e ganhou recentemente um dos prêmios do concurso organizado pela Fundação Jacques Rougerie. “Hydropolis” é uma cidade aquática localizada no Vale do Nilo, Egito, que pretende explorar a seu favor o fenômeno do aumento do nível das águas ao invés de sofrer as consequências e reagir posteriormente.
Mais imagens e a descrição do projeto dada pela equipe de projeto, a seguir.