O artista e ilustrador canadense Steve McDonald acaba de lançar o livro de colorir "Fantastic Cities", com ilustrações de 60 cidades ao redor do mundo. De Paris a Nova Iorque, passando por Londres, Tóquio e Istambul, os desenhos de McDonald farão qualquer arquiteto e urbanista voltar aos tempos da infância.
O livro, com 48 páginas repletas de vistas aéreas reais e imaginárias de cidades bem detalhadas, está à venda na Amazon e na Chronicle Books.
Federico Babina libertou os animais de ARCHIZOO! Remetendo a imagens de sua infância, o ilustrador imaginou uma criativa série de animais constituídos a partir de formas arquitetônicas.
"Quando era criança, queria ser arquiteto, e agora que sou arquiteto, gostaria de, às vezes, voltar à minha infância", disse Babina. "Nossa mente é capaz de coletar, recordar e guardar milhões de imagens. Uma coisa que sempre me interessou é a associação que podemos fazer entre essas imagens."
Os traços inconfundíveis do primeiro Pritzker português,Álvaro Siza, desenhados por 40 caricaturistas de renome internacional, estarão expostos aos viajantes que se passarem pelo aeroporto do Porto a partir de hoje, 25 de fevereiro, até o mês de junho.
A iniciativa do Museu Nacional de Imprensa é mais uma oportunidade para homenagear Álvaro Siza Vieira e Nelson Mandela como personalidades centrais do Prêmio Especial Caricatura integrado ao 16º PortoCartoon World Festival.
Federico Babina acaba de divulgar ARCHINOWHERE, uma "série de ilustrações que representa um universo paralelo onde passado, presente e futuro se entrelaçam", mostrando uma coleção fantástica de versões arquitetônicas "realistas, porém irreais". Os elementos gráficos lúdicos "mantém um equilíbrio entre arquitetura ilustrada e ilustração arquitetônica" para transmitir estórias imaginárias construídas sobre uma fundação de ideais contemporâneos.
E se algumas famosas casas de arquitetura fossem pixeladas usando cubos? A ideia do PIXELA, o trabalho mais recente do francês Yannick Martin, nos surpreende nesta oportunidade em pixelar alguns do ícones mais reconhecíveis da arquitetura. Inclusive, pixeladas, estas construções podem se tornar ainda mais reconhecíveis, já que se mantém uma forte singularidade aparente e características que as tornam únicas.
Trabalhando no sentido reverso, a mais recente série de ilustrações do arquiteto italiano Federico Babina desconstrói as formas estilísticas de 25 arquitetos famosos em um conjunto de composições abstratas que incorporam a essência de cada prpjeto. Esse "processo", segundo Babina, busca revelar "a conexão ideal entre a própria arquitetura enquanto uma forma de representação e a representação usada em sua ilustração."
"A arquitetura é um conjunto de formas que criam volumes e vazios cuja sequência gera funções e significados. Essas ilustrações são um dos modos possíveis de assistir, observar e descrever a arquitetura... Nessas imagens podemos ler referências arquitetônicas ou simplesmente deixar nossa mente se perder entre as linhas e cores para interpretações mais imaginativas."
Uma imagem diz mais que mil palavras, mas um ilustração é capaz de resumir a essência desta imagem e dar um passo além. Isto é o que Marie-Laure Crushi fez com o pedido de Phillip Jodido para Taschen, onde teve a oportunidade de ilustrar 61 cabanas nos mais remotos lugares do mundo. Ao interpretá-las no livro Cabins, Crushi é capaz de abstrair a cena nos apresentando "visões sensíveis, oníricas e poéticas que estão no limite entre realidade e fantasia" comenta Taschen, "capturando cada cabana em sua paisagem natural e ressaltando a singularidade de cada projeto, Marie cria uma atmosfera de sensibilidade quase impressionista".
Para celebrar o início de 2015, Xinran Ma, um arquiteto e ilustrador de Nova Iorque, criou esse cartão brutalista de boas festas. Baseando seu trabalho em mais de 50 clássicos da arquitetura moderna e brutalista, esse cartão apresenta elementos de edifícios icônicos, alterados e adaptados para criar uma espécie de tipografia.
Xinran diz que os edifícios que ilustra têm, todos, uma infeliz característica em comum: "são extremamente atraentes e inspiradores para mim", diz ele, mas "ironicamente foram sendo, de algum modo, gradualmente esquecidos." Como resultado, as ilustrações que ele produz não são apenas um hobby, mas em parte uma obrigação que sente "de defender, registrar e difundir os clássicos que, acredito, são imortais." Xinran compartilhou conosco 18 dessas ilustrações que pretendem difundir para o mundo esses edifícios. Dê uma olhada em cada um delas, a seguir.
A arquiteta e ilustradora chilena Francisca Álvarez Ainzúa compartilhou conosco sua série "Arquitetura do retrato": reconhecidos arquitetos são ilustrados precisamente através de uma análise geométrica de suas características. Para escolher seus modelos, a arquiteta prefere rostos com caráter, que apresentem particularidades e imperfeições, proporcionando riqueza em sua representação.
A construção "arquitetônica" do rosto é realizada através da linha e ganha valor através da cor, rendendo uma homenagem às tradicionais cores default: amarelo, ciano e magenta.
Da editora. Valendo-se de textos curtos e ilustrações precisas, Didier Cornille apresenta casas icônicas em ordem cronológica, dos anos 1920 até o início do século XXI. Gerrit Rietveld, Le Courbusier, Frank Lloyd Wright, Charles e Ray Eames,Mies Van der Rohe, Oscar Niemeyer, Jean Prouvé, Frank Gehry, Shigeru Ban, Rem Koolhaas, Sarah Wigglesworth e Jeremy Till são nomes que deixaram marcas por revolucionar os projetos de moradias, influenciando também nos métodos de construção. Frank Lloyd Wright, por exemplo, integrou uma residência a uma cachoeira e Rem Koolhaas projetou uma casa que tem como cômodo principal um elevador, para atender às necessidades de seu dono paraplégico.
Chama a atenção o traço bastante expressivo de cada ilustração, destacando os aspectos mais marcantes do projeto de cada estádio. Outra marca das ilustrações é a inusitada escolha das cores que, embora pouco se relacionem com a obra em si, tornam as imagens muito vibrantes.
O estúdio Vapor 324 tem sede em São Paulo e é composto por quatro arquitetos – Fabio Riff, Fabrizio Lenci, Rodrigo Oliveira e Thomas Frenk – e atua através de três frentes: meios gráficos, audiovisuais e arquitetônicos.
Veja a seguir todos os estádios da Copa ilustrados pelo estúdio Vapor 324:
Recentemente no Colégio Oficial de Arquitetos de Madri, a artista Ana Cubasexpôs a mostra "Arquitectos"em que nos faz refletir sobre a semelhança entre autor e obra através de quatorze retrator feitos em caneta hidrográfica preta sobre papelão. Sobre cada um dos rostos delineados, a ilustradora madrilenha implementa elementos desenhados por cada um dos grandes arquitetos, como Le Corbusier, Mies Van der Rohe, Tadao Ando, entre outros. Um elenco cuidadosamente escolhido pela artista que constitui um pequeno manual de de aprendizagem arquitetônica. O início de outro tipo de rede social, não virtual, mas palpável.
Federico Babina, o ilustrador por trás dos populares ARCHIPORTRAIT (retratos de arquitetos feitos no estilo dos próprios arquitetos), ARCHIST (obras fictícias de arquitetura no estilo de determinados artistas) e ARCHICINE(ilustrações de arquitetura de filmes famosos), acaba de lançar seu mais recente trabalho: ARCHIMACHINE.
ARCHIMACHINE é uma série de "17 ilustrações de máquinas fantásticas que representam 17 países, cujas engrenagens são feitas e operadas pela arquitetura. Mecanismos suspensos no tempo e espaço que produzem e processam a cultura." Segundo Babina, ARCHIMACHINE é uma metáfora de como a arquitetura age como mecanismo fundamental na produção da identidade/cultura de um lugar e de seus habitantes: "Nós fazemos nossos edifícios e, em seguida, eles nos fazem."
Federico Babina, o ilustrador por trás das populares ARCHIST e ARCHICINE, acaba de lançar seu mais recente projeto: ARCHIPORTRAIT, "uma representação artística de 33 arquitetos, na qual seus rostos e expressões são compostos por suas obras." Segundo Babina, "a intenção é expor a semelhança, personalidade e mesmo o humor do protagonista através de sua estética."
Veja todos os retratos - de Corbu a Foster, Gehry e outros - a seguir.
André Rocha é um arquiteto e ilustrador português formado em arquitetura pela Universidade de Coimbra (Darq). Enquanto estudante cria em 2004 um blog de desenho intitulado "A Persistência do Traço" onde explora o desenho urbano evocando frequentemente um certo imaginário surrealista e infantil.
O ser humano está castigado a olhar para a frente caminhando sobre suas pernas. Com este simples feito se estrutura todo o nosso espaço, e nossas cidades. Compostas por ruas, pontos de fuga distantes que potencializam o caminhar. Olhamos ao céu apenas em espaços livres na urbe como parques e miradores. A conquista da cidade é reduzida sempre a esses vazios, as ruas, os pátios, as praças. Vazios que são cada vez mais estreitos na cidade contemporânea.
Essa delineação do espaço livre onde pisamos ou observamos muitas vezes nos oprime, mas também remarca uma vista limitada, irregular, que se altera a cada ponto de vista, para ser preenchida pela imaginação dos sonhadores. Como uma criança vê os animais nas nuvens, que se movem com o vento e devoram uns aos outros, o artista francês Thomas Lamadieu completa o céu com os personagens desenhados pela sua mente.