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Futurismo: O mais recente de arquitetura e notícia

Clássicos da Arquitetura: Terminal da TWA / Eero Saarinen

Construído nos primórdios da aviação comercial, o Terminal TWA é um símbolo concreto das rápidas transformações tecnológicas que foram impulsionadas pelo início da Segunda Guerra Mundial. Eero Saarinen procurou capturar a sensação de voo em todos os aspectos do edifício, de um interior fluido e aberto, à casca de concreto da cobertura semelhante a uma asa. A pedido da TWA, Saarinen projetou mais do que um terminal funcional; ele projetou um monumento para a companhia aérea e para a própria aviação.

Este Clássico apresenta uma série de imagens exclusivas de Cameron Blaylock, fotografadas em maio de 2016. Blaylock usou uma câmera Contax e lentes Zeiss com filme preto e branco Rollei para refletir a tecnologia de câmeras dos anos 1960.

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Cinema e Arquitetura: "O Vingador do Futuro" (1990)

Um clássico de ação, "O Vingador do Futuro" é um filme que transcende seu rótulo de obra comercial, cuja mensagem vai mais além do que um simples entretenimento fundamentado somente na ação. Baseado em um relato do grande autor de ficção científica, Phillip K. Dick e dirigido por Paul Verhoeven, o filme apresenta um perfeito balanço entre uma fantasia tecnológica, uma crítica social e a violência que não se envergonha para mostrar uma realidade onde a humanidade entrou em um espiral decadente e pessimista do qual parece não haver saída.

A realidade do planeta na primeira metade do filme é apresentada dentro de um futuro palpável e próximo, que superpovoado obrigou a humanidade a tomar decisões drásticas sobre sua forma de vida. Filmado quase por completo nos estúdios Churubusco da Cidade de México, devido a mão-de-obra barata da época, a maioria das locações que vemos nesta primeira parte pertence a edifícios emblemáticos da própria cidade e da arquitetura mexicana. Tais obras vão desde a década de 70 até os anos 90 como uma busca, por parte do governo, de integrar o país dentro da modernidade.

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Cinema e Arquitetura: "O Demolidor"

O cinema de ação clássico, caracterizado por altas doses de testosterona fílmica e um estilo impróprio encontrou o final da sua era no início dos anos 90. O gosto do público se concentrou nos filmes com efeitos especiais revolucionários, onde fantasias como “Jurasic Park” (1993) tornaram-se clássicos instantâneos no momento da sua estreia. Justo neste ano, onde se produziu o ponto de inflexão, vemos a estreia de “Demolition Man”. Apesar do mencionado anteriormente, sua acolhida entre o público foi boa, em grande parte pelo caráter irreverente e cômico que mostrava, quase como uma paródia, a fórmula clássica do cinema de ação, transportando-nos à um futuro pacífico onde somente os homens vindos do passado "bárbaro" da humanidade poderiam corrigir o rumo da mesma.

A premissa do filme, mesmo que simples, nos permite observar o processo de evolução da área metropolitana de Los Angeles. No presente (1996) nos mostra uma versão apocalíptica, uma cidade consumida pela violência e criminalidade onde somente a brutalidade policial consegue manter a ordem a preço de converter o território em um campo de batalha. Tal situação imaginária foi baseada no aumento da criminalidade na cidade e no ceticismo em encontrar uma solução clara para erradicá-la.

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Cinema e Arquitetura: "As Crônicas de Riddick"

O personagem de Richard B. Riddick viu seu nascimento no ano de 2000 dentro do filme de baixo orçamento "Pitch Black", que mesmo com poucos recursos conseguiu captar a atenção do público e crítica através do seu estilo de humor negro e um universo espacial intrigante, que embora não fosse tão bem representado na tela, contextualizava a ação dentro do filme. Seu diretor, David Twohy teria a oportunidade de levar aos cinemas uma nova aventura do personagem de Riddick quatro anos mais tarde, dando à história um rumo inesperado.

Ao invés de criar um filme seguindo a fórmula do original, ele optou por uma expansão abrupta dos seus elementos, construindo um universo rico e palpável dentro da tela. Se no filme prévio contava-se com cenários limitados e elementos minimalistas, agora conta com uma arquitetura detalhista, intimista e exuberante, que tem tanto peso quanto os próprios personagens na história.

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Arte e Arquitetura: cafeteiras futuristas ou arranha-céus fictícios?

O processo de fazer café começa ao deixar o café moído descansar numa temperatura ambiente por até 24 horas. O líquido goteja então pouco a pouco num recipiente na parte inferior da máquina, que não conta com nenhum elemento de aquecimento. No entanto, a interessante maneira em que se gera esse processo é dada pela forma da máquina de café.

Gothicism e Steampunk, assim como outros produtos de Dutch Lab, se inspiraram num desenho futurista de modelos e estruturas arquitetônicas, sustentando um conceito de ficção científica. Estes aparatos de um metro de altura, com características similares à dos monumentos góticos, misturam elementos de corte a laser CNC com um mecanismo complexo.

Conheça mais detalhes de sua estrutura e veja um vídeo a seguir.

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Arte e Arquitetura: arquitetura para a resistência, por Dionisio González

O fotógrafo espanhol Dionisio González levanta a relação do humano com o meio e a utilização de recursos naturais pelos habitantes, numa série de recreações fictícias de construções enxertadas no entorno. Seu trabalho "arquitectura para la resistencia” recentemente exibido na Galeria Yusto / Giner, projeta uma arquitetura habitável e sustentável, autênticas pequenas fortalezas futuristas de ferro e concreto em substituição à tradicional madeira, inspirados pela precariedade econômica e os fenômenos naturais provocados em uma ilha situada no Golfo do México.

Conheça mais detalhes na continuação

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